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Suspeito de atacar Bolsonaro foi filiado ao PSOL por sete anos

Ele se filiou em maio de 2007 e deixou a sigla em dezembro de 2014

Adélio Bispo de Oliveira foi preso logo em seguida ao atentado. !Foto: Reprodução/ Facebook)

O suspeito de atacar o candidato à presidência Jair Bolsonaro foi filiado ao PSOL por sete anos, de acordo com consulta ao banco de dados Brasil.io, com base no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele se filiou em maio de 2007 e deixou a sigla em dezembro de 2014.

Segundo o site BR18, o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, reconheceu a filiação. Ele disse que Adélio não foi dirigente do partido e que não sabe o motivo da filiação, nem da saída da sigla. Medeiros também repudiou o ataque contra o deputado.

Ele foi preso e identificado como Adélio Bispo de Oliveira. Nas redes sociais, ele fez acusações contra a senadora Ana Amélia (PP) – vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin – de “roubar” projetos, fez elogios ao governo Maduro e críticas à maçonaria.

Minutos depois do ataque a Bolsonaro, sua página no Facebook foi invadida por apoiadores de Bolsonaro, com xingamentos e até ameaças de morte. (Fonte: bahia.ba)

Salvador do Paraguaçu

Salvador do Paraguaçu ou Salvador Roger Pereira de Souza, é jornalista editor fundador do periódico O Paraguaçu em circulação desde 1976. Solteiro (divorciado) é um ambientalista dedicado em defesa do Rio Paraguaçu. Para tanto criou a ONG Fundação Paraguaçu, com a qual promove o Projeto Cariangó, que tem por meta o plantio de 1.0 milhão de árvores nativas na região do médio Paraguaçu e Chapada Diamantina. O projeto conta com a participação de empreendedores, muitos voluntários e recebe apoio da Fundação Interamericana - IAF, que firmou o convênio BR-898 com a doação de U$49.0 mil dólares, em apoio a etapa inicial da meta de 1.0 milhão de árvores a serem plantadas em cinco anos. O ano inicial é 2016.

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