Rachadura na ponte de Pedra do Cavalo assusta motoristas e DNIT diz que é “absolutamente normal”

DNIT informou que a fissura é algo absolutamente normal e não corre risco de desabar

Vista por baixo, a rachadura da ponte segue uma linha sinuosa separando o vigamento. (Foto enviada  hoje por um internauta para a redação de oparaguaçu)

Uma rachadura surgida no meio da ponte de Pedra do Cavalo, sobre o Rio Paraguaçu, no município de Cachoeira, Recôncavo Baiano, chama a atenção e assusta motoristas que trafegam na via. Alertada, a Polícia Rodoviária Federal(PRF) esteve no local, fotografou e filmou a rachadura, mas o trânsito na área não foi alterado.

A rachadura da ponte de Pedra do Cavalo é visível na pista de rolamento, causando ressalto nos veículos em trafego.

“Recebemos a informação através de um usuário que viu a rachadura, parou adiante e voltou para tirar fotografias e ficamos preocupados, indo ao local para constatar”, disse um dos policiais.Ele explicou que encontrou o local com a rachadura no asfalto, no meio da ponte, em frente à Barragem de Pedra do Cavalo. “A rachadura é no asfalto, na junção das placas de cimento da ponte”, explicou. O procedimento imediato, segundo ele, foi encaminhar um relatório sobre o problema ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), através do escritório de Cruz das Almas, que cuida do trecho, localizado na BR 101, mas até agora não houve manifestação.

Questionado se há motivo para preocupação em relação à possível interdição do trecho que é bastante movimentado e tem aumento de circulação de carros nesse período de São João, o policial disse não ter nenhuma certeza disso, pois o assunto cabe, agora, ao DNIT.

DNIT

A altura da ponte chega a 120m, semelhante à cota máxima da barragem. (Foto do blog ciclistasamigosdecristo)

O engenheiro Gerson Pereira de Sousa, supervisor do DNIT na cidade de Cruz das Almas, disse que não há nenhum problema com a estrutura e que a rachadura que ele chama de “fissura” é algo “absolutamente normal”. Explicou que a construção da ponte conta com juntas de dilatação para evitar a trepidação e, ao colocar o asfalto sobre o cimento, este desjunte acontece.“Essa divisão acontece naturalmente. Devido ao movimento de carros vão surgindo as fissuras, mas isso não representa nenhum dano ou risco. Todas as vezes em que há recapeamento, desaparece e surge depois. Essa ponte construída no final dos anos 1970, tem ainda um tempo de vida que deve passar dos 70 anos, sem nenhum problema”, concluiu. (Fonte: livrenoticias)

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