Mês de conscientização sobre a Câncer de Mama

Outubro chegou e, com ele, o Outubro Rosa, campanha mundial de conscientização que tem como finalidade principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, tanto do Câncer de Mama, quanto de Colo do Útero. Em Itaberaba, diversas ações voltadas para o tema, estão programadas para acontecer durante todo o mês.

As Unidades de Saúde da Família (USF) do município, nesse período, vão estar realizando palestras educativas de conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce para o tratamento e a cura das doenças. Além disso, nos dias 10 e 11 de outubro acontece a 1ª Feira Cidadã de Itaberaba com a oferta de diversos serviços de saúde, inclusive mamografias e exames ginecológicos.

“As nossas equipes de Saúde da Família já estão trabalhando o tema junto à comunidade, no âmbito das ações do Outubro Rosa, conscientizando a todos sobre a importância que o diagnóstico precoce tem para a cura do da câncer de mama e de colo de útero. Além disso vamos realizar a maior Feira Cidadã que Itaberaba já viu, com a oferta de diversos serviços de saúde, incluindo a realização de mamografias”, destaca o prefeito Ricardo Mascarenhas.

Durante todo o ano, a Prefeitura de Itaberaba, através da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), já promove ações educativas de prevenção. No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002 e, a partir de 2011, incluiu o câncer de colo do útero em diversos estados. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.

No entanto, especialistas da área médica ressaltaram que, ainda que a conscientização seja muito importante, é necessário cuidado com as mensagens divulgadas neste período. Uma análise das postagens realizadas em redes sociais — em língua portuguesa — mostrou que existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização, especialmente acerca do autoexame, que embora seja importante não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença.

Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo. Dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2014, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

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