Gregore revela dica em gol e pede Bahia focado no Nordestão

Um dia depois de vencer o Nacional-PAR na estreia pela Copa Sul-Americana, o Bahia voltou aos trabalhos na Cidade Tricolor com o foco voltado para outro desafio: a Copa do Nordeste. Neste sábado (14), o Tricolor vai até o Castelão, onde enfrenta o Ceará, às 16h.

Depois de três jogos no torneio, o Esquadrão é o vice-lanterna do grupo A, com quatro pontos, apenas um de distância do Fortaleza, líder da chave com cinco. Com os dois próximos compromissos pelo torneio fora de casa – depois dos cearenses o Bahia pega o CSA -, o Tricolor sabe que precisa voltar a vencer para não se complicar na competição.

“É um campeonato que a gente vem deixando a desejar. Passei dois anos aqui, e um a gente perdeu em casa a final, que foi um dos piores momentos no clube, e ano passado na fase eliminatória. A gente quer muito esse título. A gente sabe da importância do jogo contra o Ceará para seguir dando moral”, afirmou o volante Gregore.

Um dos destaques do elenco do Bahia, o camisa 26 analisou a vitória sobre o Nacional-PAR e afirmou que o resultado na Fonte Nova elevou o ânimo dos atletas para a sequência da temporada.

“A gente tem que continuar acreditando no nosso trabalho, independentemente dos resultados ruins. Professor falou: “Vamos acreditar. Não tem o que fazer”. Fez mudanças no jogo não é porque falta parte técnica ou tática. A gente conseguiu o triunfo e deu moral”, disse.

Momento histórico
Mais leve, Gregore aproveitou ainda para comentar sobre o gol que anotou diante dos paraguaios. Foi a primeira vez que ele marcou desde que chegou ao Bahia e o tento rendeu brincadeira com os outros atletas.

“Na hora, estava acompanhando o lance. Quando a bola sobrou, a primeira coisa que pensei foi aquilo. O Roberto já tinha falado que eu estava tentando chutar com força e a bola estava indo sem direção. Naquele momento, pude lembrar isso. Quando a bola saiu do meu pé, eu vi que tinha ido um pouco alta e pensei que ia para fora. Ela desceu, foi uma coisa rápida, uma emoção que quis compartilhar”.

“A gente tem a resenha interna, que acontece. Uns têm características de marcação, outros de fazer gol, e assim forma o grupo. Eu era acostumado a fazer gol. Quando cheguei no Bahia, não fiz muito. O Gilberto, a reação dele, ele já foi para o rebote, saiu com a mão na cabeça. Juninho também. Todo mundo feliz com meu gol. Fico mais feliz por isso. Vejo no grupo que somos uma família, cada um feliz com o sucesso do outro”, explicou.

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