A Fundação Paraguaçu e o Programa Despertar dialogam parceria pelo meio ambiente de Itaberaba

    Adriana Guedes Engenheira Florestal Coordenadora do Projeto Cariangó e Isadora Almeida Coordenadora do Programa Despertar Itaberaba

Durante reunião na semana passada, na sede da ONG  Fundação Paraguaçu, envolvendo a pró Isadora Almeida, coordenadora do Programa Despertar, promovido pela administração municipal de Itaberaba e a engenheira florestal Adriana Guedes, coordenadora de Desenvolvimento Florestal Sustentável do Projeto Cariangó, ficou definida a parceira  entre ambos os projetos que são voltados para as questões ambientais.

Conforme pro Isadora, o  “Programa Despertar Itaberaba” é do Senar/BA que, em parceria com a prefeitura e o Sindicato dos Produtores Rurais desenvolve ações em educação ambiental com objetivo de promover a responsabilidade social e as mudanças de valores aliadas às questões da preservação ambiental.  Esse programa vem acontecendo atualmente nas respectivas comunidades da zona rural: Lagoa do Curral, Guaribas, Vila São Vicente e Santa Quitéria, em especial  na Escola Municipal Carlos Spínola em Guaribas, na Escola Municipal Esmeraldo Queiroz na Lagoa do curral, na  Escola Municipal Maria Isabel de Carvalho em Santa Quitéria e na Escola Municipal  São Vicente na Vila São Vicente.

No entanto, conforme a coordenadora do programa: “ Algumas comunidades ainda são resistentes referente a essas questões ambientais, sobretudo por conta da triste cultura do desmatamento e de não prevenção ao meio ambiente”.

Parceria

Durante a reunião foi discutido vários pontos importantes referentes às questões ambientais da cidade de Itaberaba, bem como da zona urbana e rural, haja vista que o Programa Despertar Itaberaba acontece sobretudo na zona rural de Itaberaba. As demandas dessas localidades são a respeito do Desperdício de Água, Saneamento Básico na zona rural, Lixo e Revitalização da margem do Rio Capivari.

A coordenadora Isadora Almeida nos relatou que “as mulheres da Lagoa do Curral e Guaribas sentem a necessidade e tem interesse por um curso de “produção de chapéu de palha”. Adriana lembrou do Projeto Artesanato Cariangó que desenvolvido pela fundação Paraguaçu em apoio à inserção das mulheres artesãs do Assentamento Vazante, com boas mestras que poderão dar essa capacitação.

Sugere a engenheira Adriana que “as duas iniciativas em pró da sustentabilidade ambiental e do bem-estar da população rural, podem multiplicar ideias e atitudes viáveis e de relevância ambiental, social econômica. Assim, essa parceria tende oferecer a estas comunidades e escolas cursos, palestras e orientações de alternativas de produção sustentável e utilização dos recursos naturais ambientalmente corretos.

 

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