FLAMENGO E CAMPEÃO DO FUTEBOL DAS AMÉRICAS AO CONQUISTAR A TAÇA LIBERTADORES

Esquema do River Plate foi uma repetição aperfeiçoada do utilizado pelo Grêmio, no primeiro tempo da partida de volta pelas semifinais, e pelo Vasco

Diante de um adversário experiente em decisões internacionais, o Flamengo sentiu, no início, dificuldade para jogar o futebol solto e criativo que vinha merecendo elogios.

O fato de ter jogado bem apenas no segundo tempo é uma demonstração de que a equipe ainda precisa evoluir.

Mas foi muito difícil a ponto de, até os minutos finais, a derrota ser iminente. A impressão no primeiro tempo era de que o time argentino conhecia muito mais o brasileiro do que o contrário.

No segundo, a situação foi se invertendo. Foi o River que não soube como parar a movimentação do Flamengo, que aglutinou mais seus jogadores. E então Gabigol foi decisivo, marcando os dois gols da vitória por 2 a 1, aos 43 e aos 46 minutos da etapa final.

O Flamengo está muito acostumado a tomar a iniciativa do jogo, com dificuldades para encontrar soluções quando os adversários bloqueiam essa iniciativa.

Neste sentido, o esquema do River Plate na primeira etapa foi uma repetição aperfeiçoada do utilizado pelo Grêmio, no primeiro tempo da partida de volta pelas semifinais da Libertadores, e pelo Vasco, diante do Flamengo.

E os jogadores do Fla, naquele momento, não souberam se desvencilhar, atuando muito distantes uns dos outros. Essa deve ser uma preocupação do técnico Jorge Jesus.

A de fazer a equipe saber reverter uma situação por ela mesma. Sem a necessidade do intervalo ou de substituições. Se isso ocorrer em tempo, o Fla terá todas as condições, se passar nas semifinais, de enfrentar o Liverpool de igual para igual e voltar a ser campeão mundial.

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