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  1. O FALSO DISCURSO DO PT NA DEFESA DOS POBRES

    Uma coisa é o falso discurso petista e outra bem diferente são atos políticos que resultaram, de fato, em benefício dos mais pobres, fundamentalmente dos que vivem de salário mínimo; e os fatos mostram os pobres sendo beneficiados pelos vários programas econômicos e sociais do Empreendedor e Estadista Fernando Henrique Cardoso entre os quais cito, por exemplo, (1) o Plano Real derrotando a inflação de Sarney (mais de 80% ao mês) e inserindo 40 milhões de pobres no mercado consumidor, promovendo, assim, a maior distribuição de renda da História do Brasil; (2) as privatizações permitindo aos pobres o direito de ser dono de um telefone, antes privilégio apenas dos mais ricos, promovendo, então, a 2ª maior distribuição de renda da História do Brasil; (3) o PROER tornando o sistema bancário do Brasil um dos mais fortes do mundo; (4) a Lei do Petróleo criando condições econômicas para aumentar a produção de petróleo de 600 mil barris/dia para 1,8 milhões de barris/dia, um incremento de 1,2 milhões de barris/dia, propiciando aos dias de hoje uma economia de divisas de US$ 43,8 bilhões/ano ou R$ 87,6 bilhões/ano, ajudando o governo a pagar a dívida externa e a formar uma reserva de R$ 500 bilhões; (5) a Lei da CIDE criando condições para a Petrobrás vender os derivados de petróleo aos preços do mercado internacional aumentando seu lucro de R$ 500 milhões/ano para R$ 35 bilhões em 2010; (6) a Lei de Responsabilidade Fiscal proibindo os governantes de gastarem mais do que arrecadam de modo a manter o controle da inflação; (7) a venda das ações da Petrobrás com resgate financeiro do FGTS permitindo o financiamento do projeto minha casa minha vida; (8) e o Bolsa Escola junto com o Vale Gás, que depois foram unificados pelo PT e chamados de Bolsa Família. Não resta dúvida e os fatos estão ai para comprovar que os oito anos do governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso propiciaram um formidável avanço econômico e social do Brasil.

    E os fatos mostram, também, que comparando o período inicial do Plano Real administrado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso com o período administrado pelo Presidente Lula se constata que, com o Presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, o salário mínimo cresceu de R$ 64,79 para R$ 200,00 (aumento de 209%), enquanto que, com o Presidente Lula, do PT, cresceu de R$ 200 para R$ 545 (aumento de 172,5%). Logo, esses dados inquestionáveis mostram que o discurso do PT priorizando os mais pobres é falso; é, na verdade, a maior sacanagem política já feita na História do Brasil com os mais carentes. Os números não mentem: nos oito anos do governo do Presidente fernando Henrique Cardoso o salário mínimo foi corrigido em 209% enquanto nos oito anos do governo Lula foi corrigido em apenas 172,5%, ou seja, 36,5% a menos que no governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, agravado com o fato de que no governo de Fernando Henrique Cardoso os trabalhadores que ganhavam até 5 salários mínimos eram isentos de impostos de renda enquanto no governo do PT quem ganha mais de 2,5 salários mínimos é tributado. O PT é isso ai.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
    PS: se necessário contato fazê-lo por meio do celular (21) 8513-6040, pois, meu e-mail está desativado

  2. IMPEDIMENTO DE JUÍZES NO PROCESSO DO MENSALÃO

    Nos últimos dias, a mídia tem publicado que opiniões de especialistas dizendo que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, só não participará do julgamento da ação penal do mensalão (AP 470), que começa nesta quinta-feira, se ele próprio declarar sua suspeição, de acordo com informações correntes na Corte. Inclusive, o próprio presidente do STF, Ayres Britto, afirmou que Toffoli, como qualquer ministro da casa, é experiente, tarimbado, e saberá avaliar, consultando os próprios botões, se participa ou não participa do julgamento. A esse respeito, quando o ministro Ayres Britto disse que o ministro Toffoli é experiente, é tarimbado e vai falar com seus próprios botões, provavelmente, estava querendo recomendar que o ministro Toffoli conversasse com o artigo 135 do código de Processo Civil que versa claramente sobre impedimento de Juiz para julgar determinado processo; e o texto do artigo 135 do CPC reza: Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz, quando: I – amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes; II – alguma das partes for credora ou devedora do juiz, de seu cônjuge ou de parentes destes, em linha reta ou na colateral até o terceiro grau (…).
    Consultando o texto do inciso I do artigo 135 do CPC, o ministro Toffoli verificará que, mais do que amigo íntimo, foi subordinado de Zé Dirceu quando atuou na Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil; e antes disso foi advogado do PT, partido político em que Zé Dirceu foi e é uma das eminências pardas; e isso, na boa ética jurídica, deveria ser mais que suficiente para o ministro Toffoli se declarar impedido para julgar o processo do Mensalão onde o principal réu é seu amigo, ex-chefe e companheiro de partido, Zé Dirceu; e o seu partido, o PT, também, estará sendo julgado.
    E mais ainda, consultando o inciso II do artigo 135 do CPC, o ministro Toffoli constará que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido por Lula, ex-presidente do PT e ex-presidente da República, foi quem o indicou e o nomeou para ministro do STF e o ex-presidente Lula é o maior interessado no resultado do julgamento do mensalão, pretendendo, com declaração pública aos meios de comunicação, que o Mensalão seja considerado uma invenção e, portanto, que os 38 réus acusados pelo MP de serem ladrões de dinheiro público sejam inocentados. Há, portanto, interesse explícito do ex-presidente Lula, manifestado da forma mais ampla nos meios de comunicação, que os acusados no processo do mensalão sejam absolvidos porque, segundo o ex-presidente Lula, o Mensalão não existiu, foi uma invenção; e há, também, claramente, uma dívida de gratidão de Toffilo para com o ex-presidente Lula por ter sido ele que o indicou e o nomeou como ministro do STF, ou seja, o ex-presidente Lula seria credor do ministro Toffilo e sua participação no processo do julgamento do Mensalão com seu voto favorecendo os acusados de serem ladrões de dinheiro público seria interpretado como um pagamento de Toffilo ao seu credor, o ex-presidente Lula. Portanto, os incisos I e II do artigo 135, claramente, recomendam, na boa ética jurídica, que o ministro Toffilo se declare impedido para julgar o processo do mensalão.
    Contudo, apesar de os incisos I e II do artigo 135 do Código de Processo civil não deixarem nenhuma dúvida a respeito do impedimento do ministro Toffilo no julgamento no processo do Mensalão, o ex-presidente Lula insiste, publicamente, que o mesmo deve, sim, participar do julgamento do processo do Mensalão, certo de que, na hora de votar, o ministro Toffilo levará em conta que o ex-presidente Lula, Zé Dirceu e o PT são seus credores; e o voto do ministro Tofolli será na direção de inocentar os ladrões de dinheiro público acusados no processo do Mensalão. Para Lula e para o PT não será nada demais o ministro Toffilo ignorar os incisos I e II do artigo 135 do CPC e pagar sua dívida aos seus credores, afinal, mais do que desrespeitar artigo de um mero código, Lula já desrespeitou a Constituição quando remeteu um projeto de lei alterando a distribuição constitucional dos royalties do petróleo e quando remeteu quatro projetos de lei criando um novo marco regulatório do petróleo em substituição ao marco regulatório constitucional do petróleo criado no governo do presidente Fernando Henrique Cardos por uma Emenda Constitucional, ou seja, na visão jurídica torta de Lula e do PT, não será nada demais o ministro Toffilo ignorar os incisos I e II do artigo 135 do CPC e não se declarar impedido para julgar o processo do mensalão a fim de inocentar os ladrões de dinheiro público. Se esse não impedimento se concretizar será um indicativo de como o STF poderá se pronunciar sobre os acusados. LAMENTÁVEL.
    José Conrado de Souza (67 anos)
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  3. PRIMEIRO ATO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

    Que vergonha, isso é o que qualquer brasileiro que prima pela ética deve está falando lá com seus botões nesse primeiro dia do julgamento do Mensalão, pois, fatos recentes mostram que a ética jurídica está sendo ameaçada pela pressão de Lula contra ministros do STF querendo a postergação do inicio do julgamento do processo do mensalão a qualquer preço; e, nesse contexto altamente negativo, o Ministro Joaquim Barbosa falou que o Ministro Ricardo Lewandowsk teve dois anos e meio para se manifestar, porém, deixou para fazê-lo no dia do inicio do processo do Mensalão a fim de argumentar que 35 dos 38 réus do Mensalão não têm direito a foro especial não devendo, assim, serem julgados pelo STF; e, com isso, propôs o desmembramento do processo do Mensalão, ou seja, que o STF julgasse apenas três dos 38 réus acusados dos crimes de formação de quadrilha, de corrupção ativa, de peculato, de lavagem de dinheiro, de gestão fraudulenta, de serem, enfim, ladrões de dinheiro público, conforme denúncia do Procurador Geral da República; assim, os outros 35 réus seriam remetidos a Juízes da primeira instância; e, caso fosse aprovado esse absurdo jurídico, os 35 réus do Mensalão, se condenados em primeira instância, recorreriam a Juízes da segunda instância, etc., e, enfim, recorreriam em última instância a Juízes do STF, demandando com isso tempos nos vários recursos, o que resultaria, certamente, na prescrição dos crimes de que são acusados os réus do Mensalão. Com essa indecente proposta jurídica de desmembramento do processo do mensalão, o ministro Ricardo Lewandowsk, lamentavelmente, deixou a impressão de que está brincando de Bento que é Bento é o Frade com o ex-presidente Lula, onde o chefe da brincadeira se dirigia aos participantes perguntando: todos fazem o que o chefe mandar? E todos respondiam: fazemos sim senhor? E, no caso específico, o Chefe da brincadeira, desgraçadamente, é o ex-presidente Lula propondo aos que brincam com ele de Bento que Bento é o Frade que façam como se o Mensalão não existisse, ajam como se o Mensalão fosse uma ficção etc.; e, parecendo atender ao chefe, ou seja, ao ex-presidente Lula, o ministro Ricardo Lewandowsk propôs o desmembramento do processo do Mensalão, uma proposta, a meu ver, indecente, pois, se tivesse sido aprovada a proposta do ministro Ricardo Lewandowsk, significaria inocentar 35 dos réus do Mensalão dos crimes de que são acusados como, por exemplo, o de formação de quadrilha, o de corrupção ativa, o de peculato, o de lavagem de dinheiro, o de gestão fraudulenta etc., ou seja, seria como se o Mensalão nunca tivesse existido como quer porque quer Lula que assim seja.

    Realmente, é uma vergonha e é uma indecência jurídica a proposta de desmembramento do processo do Mensalão porque, afinal, o ministro Ricardo Lewandowsk é dotado de um saber jurídico suficiente para interpretar que a possiblidade de esses 35 réus do Mensalão acusados de serem ladrões de dinheiro público, de formadores de quadrilhas etc. para julgamento por Juízes de primeira instância significaria que, se acusados, poderiam recorrer a 2ª instância e se acusados recorreriam a instâncias superiores; e poderiam recorrer até ao STF demandando tempos em cada recurso e, na prática, os crimes dos 35 réus acusados no processo no Mensalão prescreveriam pelos tempos demandados nos vários recursos; e, com a prescrição dos crimes os réus seriam inocentados, tal como é a vontade do chefe, o ex-presidente Lula, para poder dizer do alto de sua empáfia: viram como eu tinha razão, o Mensalão nunca existiu e por isso os réus foram inocentados.

    Contudo, após intervenção indignada do ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão, dizendo que estranhava muito que por várias vezes em votações analisando propostas para o desmembramento do processo do Mensalão o colegiado do Supremo Tribunal Federal sempre se manifestou contra o desmembramento; e que o ministro Lewandowsk, em todas as votações, sempre votou rejeitando o desmembramento; e que ele, o ministro Joaquim Barbosa, estranhava e muito essa proposta do ministro Ricardo Lewandowski apresentada apenas no dia inicial do processo do Mensalão, rejeitando-a de pronto tendo os demais ministros, apenas com a exceção do ministro Marco Aurélio, acompanhado o voto do relator do processo do Mensalão rejeitando a proposta do ministro Ricardo Lewandowsk de remeter 35 réus do processo do Mensalão para julgamento na primeira instância pelo placar de nove votos contra dois votos, afinal, a aprovação da indecente proposta jurídica decorridos mais de cinco anos do inicio do processo do Mensalão significaria inocentar os réus do processo do Mensalão dos crimes de que são acusados porque os crimes prescreveriam, ou seja, essa proposta poderia e deveria ter sido feita lá atrás pelo ministro Ricardo Lewandowsk, no inicio do processo do Mensalão para que houvesse tempo suficiente para os réus que não tinham direito a foro privilegiado fossem julgados por Juízes de primeira instância; e se condenados pudessem recorrer a instâncias superiores podendo, até mesmo recorrer ao STF, no entanto, fazer o desmembramento agora, quando o STF começa a julgar os réus significa dar aos réus todas as condições para se livrarem dos crimes de que são acusados pela prescrição.

    Felizmente, para o bem do STF, foi rejeitada a proposta de desmembramento do Processo do mensalão na ação Penal 470 pela maioria dos membros do STF, pelo placar de 9 x 2. Apenas o ministro Marco Aurélio acompanhou a proposta indecente do Ministro Ricardo Lewandowsk; e indecente porque, se aceita a proposta, resultaria na absolvição dos réus dos crimes de que são acusados no Processo de Mensalão, pois, certamente, os crimes prescreveriam pelos recursos que os réus teriam de demandarem tempo com recursos a instâncias superiores e, assim, se livrariam de acusações do tipo de formadores de quadrilhas e de ladrões de dinheiro público entre outras.

    Da mesma forma, e não há como pensar diferente frente ao artigo 135 do Código de Processo Civil, fica, também, a impressão de que o ministro José Antônio Dias Toffoli está brincando de Bento que é Bento é o Frade com o ex-presidente Lula, onde o chefe é o ex-presidente Lula, pois, o ministro José Antônio Dias Toffoli insiste em participar do julgamento do Processo do Mensalão tendo, inclusive votado pela rejeição do desmembramento do processo do Mensalão demonstrando sua fortíssima vontade de participar do processo do Mensalão, apesar de ter sido advogado do PT e ter sido subordinado do ministro Zé Dirceu na Casa Civil, que é um dos réus do Processo do Mensalão acusado dos crimes de formação de quadrilha e de ser o chefe dos que roubavam dinheiro público; toda essa insistência do ministro José Antônio Dias Toffoli em não respeitar o disposto no artigo 135 do Código de Processo Civil é uma forma de antecipação do voto do ministro José Antônio Dias Toffoli que, tal qual o ministro Ricardo Lewandowsk parecem brincar de Bento que Bento é o frade com o ex-presidente Lula e tudo farão para agradar o chefe. Aliás, essa insistência do ministro José Antônio Dias Toffoli de participar do Processo do Mensalão, onde o maior atingido será o PT, nos remete ao tempo em que o advogado José Antônio Dias Toffoli era candidato a ministro do STF por indicação do presidente Lula, sem nunca ter sido Juiz, tendo sido, inclusive, reprovado no concurso para Juiz e respondia por processos, o que o contraindicava para Juiz do STF, mas, sendo sabatinado no Senado, respondeu a um parlamentar de como se manifestaria num processo futuro em que o PT fosse réu dizendo que se declararia impedido para julgar o processo; e isso, certamente, está gravado nos anais do Senado; e a fita com o ministro José Antônio Dias Toffoli sendo sabatinado no Senado não foi destruída como o então presidente Lula disse que foi destruída a fita que filmou Dra. Lina Vieira indo ao gabinete de Dilma ouvir a ordem criminosa de arquivar processo fiscal contra o filho de Sarney. Enfim, parece que o ministro José Antônio Dias Toffoli se esqueceu do que disse quando foi sabatinado no Senado, ou então está seguindo alguma ordem superior, nos levando a perguntar: o que se esconde por trás dessa mudança de atitude? A quem o ministro José Antônio Dias Toffoli está querendo agradar? Vamos aguardar as próximas seções do Julgamento do Processo do Mensalão porque as máscaras vão cair e, assim, vamos saber quem quer condenar os ladrões do Mensalão e quem quer inocentá-los. Independente de como se portarão os Juízes do STF, os brasileiros poderão dar uma resposta ao PT nas eleições para prefeito dizendo o que acham de votarem nos candidatos a prefeito do PT, partido envolvidíssimo no Escândalo do Mensalão.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  4. SEGUNDO ATO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

    Em 06/08/2012, o STF realizou a 2ª seção de julgamento do Mensalão onde os advogados de defesa de José Dirceu, de José Genoíno, de Delúbio Soares, de Marco Valério e de Ramon Hollerbach adotaram, como se fosse um jogo de cartas marcadas, a mesma tese de defesa, ou seja, de que nos autos não há provas para condenar seus clientes pelos crimes dos quais são acusados pelo Ministério Público, o Parquet. É claro que se essa tese prevalecer será a absoluta, total e arrasadora desmoralização do Parquet na pessoa do Procurador Geral da República; e dos Juízes do Supremo Tribunal Federal, especialmente nas pessoas do ministro do Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão, e do ministro Ricardo Lewandowsk, revisor do processo do Mensalão, pois, o primeiro manuseando o processo do Mensalão por cinco anos não encontrou as falhas grotescas apontadas pelos advogados dos réus; e o segundo ficando de posse do processo do Mensalão para revisá-lo nos últimos cinco meses, também, não percebeu a falha jurídica grotesca que qualquer leigo perceberia, ou seja, de que sem provas não há como acusar. Portanto, esse contexto absurdo onde advogados identificam não haver provas para acusar os réus do Mensalão sem que os ministros do STF e o Procurador Geral da República, pessoas de altíssimo saber jurídico, tenham percebido essa falha jurídica rudimentar, seria um indicativo de que o processo do Mensalão é uma tremenda farsa. Assim, os advogados dos réus, sem nenhuma cerimônia, desancaram o Ministério Público formado por advogados e pelo Procurador da República, chefe do Parquet; e desancaram, também, os Juízes do STF, todos de grande saber jurídico, pois, a prevalecer a estratégia dos defensores dos citados réus afirmando a inexistência de provas no processo do Mensalão que incriminem seus clientes, podem se equivocar os especialistas jurídicos que apostam na condenação dos petistas que montaram ao lado da sala da Presidência da República, o maior esquema de roubo de dinheiro público da História do Brasil onde uma quadrilha de ladrões saqueava os cofres públicos para corromper deputados e senadores, com o agravante de Roberto Jefferson ter acusado os petistas de serem ratos magros e de se lambuzarem nas roubalheiras conhecidas como Mensalão sem jamais ter o PT processado Roberto Jefferson por essa gravíssima acusação. Esquecem esses especialistas jurídicos que oito dos onze Juízes do STF foram indicados pelo PT de Lula, ou seja, de que esses oito juízes do STF são pessoas que, querendo ou não, devem ao governo do PT a indicação e a nomeação como ministro do STF e, portanto, pensarão muitas vezes antes de julgar o processo do Mensalão afrontando o PT de Lula; ou seja, que esses Juízes votarão sabendo que, hoje, Lula afirma que o Mensalão é uma farsa, apesar de isso ser a negação da desculpa pública que o próprio Lula pediu a todos brasileiros, quando Roberto Jefferson, no auge do escândalo, botou a boca no trombone acusando petistas de serem ladrões de dinheiro público, obrigando Lula a dizer que se dependesse dele todos os envolvidos no Mensalão, isto é, os ladrões de dinheiro público, seriam penalizados. E nesse contexto atual com Lula dizendo que o Mensalão é uma farsa, será difícil um ministro indicado pelo PT de Lula votar em desacordo com a afirmação de Lula, ou seja, votar sem considerar que o Mensalão nunca existiu, não sendo por acaso que os advogados de defesa dos réus já adotaram essa tese de que o Mensalão foi uma farsa. E reforçando essa hipótese, repita-se: não é por acaso que o ministro José Antônio Dias Toffoli, indicado e nomeado pelo governo do PT como ministro do STF sem nenhuma experiência anterior como Juiz, tendo sido, inclusive, reprovado em concurso público para Juiz com o agravante de que respondia a processos na Justiça, insiste em julgar o processo do Mensalão, apesar de ter sido advogado do PT e, também, assessor de Zé Dirceu na Casa Civil, o que, de acordo com o artigo 135 do Código de Processo Civil, seriam motivos para o ministro se declarar impedido, mas, ao contrário, tudo faz para julgar os réus do processo do Mensalão. Esquecem esses especialistas em assuntos jurídicos que analisando os autos qualquer pessoa com mais de dois dedos de testa depreende que o chefe de toda roubalheira de dinheiro público tem nome; e o nome do chefe da bandalheira é Lula que tem um poder de convencimento jamais visto em toda história desse País, pois, se fizermos uma pesquisa sobre o que acham os brasileiros a respeito do crime dos 40 atos secretos praticados por Zé Sarney, maior e principal aliado político de Lula e do PT; ou o que acham do crime praticado por Renan Calheiros, 2º maior e mais importante aliado político de Lula e do PT, de usar dinheiro público para sustentar amante e filho bastardo, certamente, o resultado da pesquisa será que mais de 80% dos brasileiros acharão que os dois crimes são hediondos, afinal, o dinheiro público roubado para a prática desses dois crimes era de recursos que podiam ter sido usados para construir hospitais, ou escolas, ou estradas, em obras que gerariam milhares de empregos pelo Brasil afora. No entanto, Lula exigiu, publicamente, que os senadores petistas votassem inocentando Zé Sarney e Renan Calheiros desses crimes; e, lamentavelmente, esses 80% dos brasileiros agem como se estivessem hipnotizados pelo poder de convencimento de Lula, pois, apesar de condenarem essas práticas antiéticas do governo do PT, apesar de terem visto e ouvido senadores petistas, como Ideli Salvatti, Aloisio Mercadante, Eduardo Suplicy e outros obedecendo ao comando de Lula votando encolhidos e envergonhados murmurando seus votos inocentando os dois criminosos e os repudiarem por essa conduta, esses mesmos 80% dos brasileiros aprovam o governo Lula, o que ocorre, no mínimo e certamente, apenas por omissão ou falha da mídia no esclarecimento dos cidadãos, pois, se fossem bem informados os mesmos 80% dos brasileiros que condenam os crimes de Zé Sarney e de Renan Calheiros como hediondos jamais acreditariam na potoca contada pelo chefão de todas as falcatruas dizendo nada saber sobre o Mensalão; o chefão que pediu desculpas aos brasileiros, nas rádios, nas televisões e nos jornais, dizendo ter sid0 enganado e traído pelos que roubavam dinheiro público na casa civil. E Lula do PT disse mais: disse aos brasileiros que confiava tanto nas palavras de Roberto Jefferson que a ele daria um cheque assinado e em branco; e que se fosse Juiz condenaria os ladrões de dinheiro público do Mensalão. Enfim, esse segundo dia do julgamento do Mensalão vem confirmar o altíssimo poder de convencimento de Lula, pois, até mesmo os advogados de defesa dos réus do mensalão, acusados de serem ladrões de dinheiro público, abraçaram a tese de Lula negando o Mensalão dizendo ser uma farsa e abraçando a tese do caixa 2, o s famosos recursos não contabilizados, e os advogados de defesa se alinham com Lula defendendo seus clientes com argumento de que não há provas nos autos para acusá-los de nenhum crime; e tudo isso destaca a incompreensível e altíssima aprovação de Lula e do governo do PT nesse ambiente altamente antiético que ocorre apenas porque a mídia não explicitou nem explicita esses fatos negativos para que todos os brasileiros saibam da absoluta e total incompetência e corrupção do governo do PT usando como exemplo o escândalo do Mensalão; onde o PT só não afundou de vez na sua incompetência graças a Marconi Perillo sugerindo que o PT de Lula roubasse os projetos sociais de Fernando Henrique Cardoso (a bolsa escola e o vale gás) transformando-os em bolsa família. É inadmissível a omissão da mídia aceitando que os petistas ainda tenham a coragem de cobrar do Procurador Geral da República as provas de que os petistas roubaram os cofres públicos. As provas estão ai, basta, por exemplo, a mídia perguntar ao PT de onde surgiram os milhões de reais que transformaram em poucos anos sindicalistas pelegos em proprietários de fazendas com milhares de cabeça de gado, em donos de mansões luxuosíssimas, em donos de casa de campo onde acompanham o processo do mensalão; e com dinheiro suficiente para se deslocarem em jatinhos pelo Brasil afora? De onde saíram os milhões de reais para bancar essa orgia financeira petista senão do Mensalão? Enfim, não é possível que os candidatos a prefeito não orientem e informem os eleitores com essas verdades para arrancarem as máscaras de políticos hipócritas e mentirosos. A hora é essa e a arma é o voto do eleitor, mesmo que os Juízes do STF aceitem jogar esse jogo de cartas marcadas, aceitem julgar esse processo cheio de falhas jurídicas como a ausência de provas nos autos para que os réus não possam ser condenados, deixando, com isso, os ministros indicados pelo governo do PT completamente a vontade para votarem no processo de acordo com a vontade do poderoso chefão Lula e absolverem os réus do processo do mensalão da condenação de ladrões de dinheiro público. Como diria Boris Casoy, isso é uma vergonha.
    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  5. TERCEIRO ATO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

    Em 07/08/2012, o Supremo Tribunal Federal reuniu seus onze ministros, pessoas de grande saber jurídico, para prosseguir com o julgamento do chamado processo do Mensalão, com os advogados dos réus insistindo na mesma tese para desmoralizar, publicamente, o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal afirmando que no processo do Mensalão não há provas que possam incriminar os réus das acusações que lhes foram imputadas pelo Parquet. Não resta dúvida de que nesse processo do Mensalão não estão sendo mais julgados os 38 réus acusados de vários crimes com a finalidade de roubarem dinheiro público. O que está sendo julgado no processo do Mensalão, com a abertura do terceiro ato do julgamento do Mensalão, é o saber jurídico dos membros do Parquet e do Supremo Tribunal Federal, pois, a se confirmar a tese dos advogados dos réus acusados de serem ladrões de dinheiro público, ou seja, de que não há nos autos provas para condenar os membros da quadrilha que arrombou os cofres públicos, será demonstrada a total e absoluta incompetência jurídica dos membros do Parquet e do Supremo Tribunal Federal, afinal, como é possível que seus membros de tão honorável saber jurídico tenham aceito as denúncias e aberto o processo do Mensalão sem que provas cabais e contundentes estivessem formuladas nas denúncias? E mais, como é possível que esses homens de honorável saber jurídico tenham permanecido manuseando esse processo por vários anos sem se darem conta do absurdo jurídico de que não há provas para condenar os ladrões de dinheiro público, especialmente os casos do ministro Joaquim Barbosa, que ficou com o processo por 5 anos para relatá-lo; e do ministro Ricardo Lewandowsk escolhido para revisar o processo do Mensalão e que nos últimos dois anos trocou figurinhas com o ministro Joaquim Barbosa? Como é possível que esses dois ministros de grande saber jurídico não tenham percebido o que os advogados dos réus estão usando para desmoralizar, publicamente, o Parquet e o Supremo Tribunal Federal? Ou será que estamos diante de uma farsa onde a denúncia foi aceita e o processo foi montado com essas falhas exatamente para criar as condições de os ladrões de dinheiro público serem inocentados pelo Supremo Tribunal Federal? Nesse contexto de aparente conluio entre as partes (E digo conluio entre as partes porque é inaceitável que o Parquet e o STF tenham manuseado por cinco anos um processo onde não há provas para condenar os réus do Mensalão acusados de serem ladrões de dinheiro público.) não resta dúvida de que os votos dos onze ministros do STF irão julgar muito mais do que a culpa dos ladrões de dinheiro público no processo do Mensalão: o que estará em julgamento é se o Parque e o STF aceitaram denúncias que resultaram num volumoso processo sem que provas existam para incriminar os ladrões de dinheiro público, permitindo que meia dúzia de advogados desmoralizem PUBLICAMENTE, os membros do Ministério Público e do Supremo Tribunal Federal.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  6. A ENTREVISTA DA MINISTRA MIRIAM BELCHIOR, DO PT

    Em entrevista publicada em jornal de grande circulação, a ministra do Planejamento do governo do PT, Miriam Belchior, numa tentativa de jogar a população brasileira contra os servidores civis para combater uma greve que já dura mais de três meses, afirmou ser impossível atender às reivindicações dos grevistas usando como argumento o crescimento da despesa média por servidor no governo do PT que foi de 120% entre 2003 e 2011, contra uma inflação de 52% no mesmo período. E, para aumentar a indignação dos brasileiros contra os servidores civis, a ministra do PT acrescentou que o impacto dos reajustes dados aos servidores civis do executivo foi de R$ 35,2 bilhões e disse que esses números justificam a posição da presidente Dilma Rousseff em não ceder aos grevistas, pois, desde 2003, houve aumentos reais em todas as categorias; e que a soma das demandas é de R$ 92 bilhões, ou 50% da folha atual, 2% do PIB e o dobro do PAC deste ano, indicando ser um número não factível de o governo atender; e mais, numa clara tentativa de jogar ódio na relação dos brasileiros com os servidores civis, a ministra do PT afirmou que a inflação entre 2004 e 2011 foi de 52,7% enquanto o custo médio do servidor executivo teve um aumento real acima da inflação. Por outro lado, o sindicalista secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal contra argumentou dizendo que foram 12 anos de congelamento, não tivemos aumento nenhum no governo Fernando Henrique e Lula só deu aumento no segundo mandato. E o importante é ver quanto o governo gasta da receita corrente líquida com pessoal. Há dez anos, eram 52% da receita, agora são 30% — afirma o sindicalista. Os números não mentem jamais. De modo geral e não especificamente sobre esse caso, políticos inescrupulosos e sindicalistas pelegos é que usam os números para mentir iludindo eleitores incautos, ou seja, todos esses números citados pela ministra do PT e pelo sindicalista são verdadeiros, contudo, há outros números que a ministra do PT e o sindicalista esconderam dos brasileiros. E quais seriam esses números indagaria o leitor?

    Se voltarmos no tempo iremos constatar que, no inicio do governo Lula, governo do PT, a arrecadação de impostos era apenas de R$ 273 bilhões. Contudo, deixando de olhar para o passado e voltando o olhar para frente, para o momento atual, constataremos que a arrecadação de impostos no Brasil bateu novo recorde: a totalização feita pela Associação Comercial de São Paulo por meio do impostômetro indica que a arrecadação atingiu R$ 1.500.000.000.000. É isso mesmo, não é erro de digitação, e, para não restar dúvidas, vou repetir a cifra em linguagem não numérica, ou seja, em linguagem alfabética, um trilhão, e quinhentos bilhões de reais. Ou seja, durante o governo do PT os brasileiros experimentaram um aumento de 448% nos impostos, que cresceram de R$ 273 bilhões para R$ 1,5 trilhões, e essa cifra joga por terra toda argumentação da ministra do PT.

    Quanto à argumentação do sindicalista, é preciso, também, algumas correções. Por exemplo, é uma grande injustiça com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dizer que no governo dele os servidores públicos não tiveram aumentos. Parece que o sindicalista ou esqueceu o tempo em que a inflação de Sarney (80% ao mês) comia os salários dos brasileiros em menos de 30 dias ou é ligado à CUT, que é ligada ao PT e, em qualquer dos casos, vive brincando de “Bento que é Bento é o Frade” com Lula sendo O CHEFE e o sindicalista acreditando nas potocas do governo do PT. Afinal, é uma tremenda mentira que os servidores civis não foram beneficiados no governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, pois, os salários de todos trabalhadores passaram a ser preservados pelo Plano Real contra a corrosão que sofriam da inflação de Sarney. A partir do Plano Real, lançado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso e que Lula e o PT foram contra, os brasileiros puderam planejar os gastos de seus salários e até pouparem, pois, os salários passaram a ser bem maior que os gastos de 30 dias, ou seja, ao final do mês sempre havia sobra de salário para guardar na poupança; e os brasileiros não têm o direito de esquecer esse benefício do Plano Real, que além de ter sido a maior distribuição de renda já vista na História do Brasil, foi, sem dúvida nenhuma, o maior aumento salarial da vida dos trabalhadores, pois passaram a receber salários que duram mais de 30 dias; e, maldosamente, ainda brincando de Bento que é Bento é o Frade com Lula, o sindicalista “esqueceu” que os trabalhadores mais pobres, os que ganham salários mínimos, foram os mais beneficiados pelo Estadista Fernando Henrique Cardoso, pois, com ele, o salário mínimo aumentou 209% – ou seja, aumentou de R$ 64,79 para R$ 200 – enquanto nos oito anos do governo Lula, do PT, o salário mínimo foi corrigido apenas em 172,5% – aumentou de R$ 200 para R$ 545 – ou seja, com Fernando Henrique Cardoso o salário mínimo teve uma correção 36,5% maior do que com Lula (209 – 172,5 = 36,5); e mais ainda, no governo de Fernando Henrique Cardoso os trabalhadores que ganhavam até 5 (cinco) salários mínimos eram isentos de impostos de renda, enquanto no governo do PT os trabalhadores que ganham mais de 2,5 (dois e meio) salários mínimos pagam imposto de renda. Resumindo, é o PT tributando os que ganham menos.

    Enfim, uma coisa é o falso discurso petista e outra bem diferente são atos políticos que resultaram, de fato, em benefício dos mais pobres, fundamentalmente, dos que vivem de salário mínimo; e os fatos mostram os pobres sendo beneficiados pelos vários programas econômicos e sociais do Empreendedor Fernando Henrique Cardoso entre os quais cito, por exemplo, (1) o Plano Real derrotando a inflação de Sarney (mais de 80% ao mês) e inserindo 40 milhões de pobres no mercado consumidor, promovendo, assim, a maior distribuição de renda da História do Brasil; (2) as privatizações permitindo aos pobres o direito de ser dono de um telefone, antes privilégio apenas dos mais ricos, promovendo, então, a 2ª maior distribuição de renda da História do Brasil; (3) o PROER tornando o sistema bancário do Brasil um dos mais fortes do mundo; (4) a Lei do Petróleo criando condições econômicas para aumentar a produção de petróleo de 600 mil barris/dia para 1,8 milhões de barris/dia, um incremento de 1,2 milhões de barris/dia, propiciando aos dias de hoje uma economia de divisas de US$ 43,8 bilhões/ano ou R$ 87,6 bilhões/ano, ajudando o governo a pagar a dívida externa e a formar uma reserva de R$ 500 bilhões; (5) a Lei da CIDE criando condições para a Petrobrás vender os derivados de petróleo aos preços do mercado internacional aumentando seu lucro de R$ 500 milhões/ano para R$ 35 bilhões em 2010; (6) a Lei de Responsabilidade Fiscal proibindo os governantes de gastarem mais do que arrecadam de modo a manter o controle da inflação; (7) a venda das ações da Petrobrás com resgate financeiro do FGTS permitindo o financiamento do projeto minha casa minha vida; (8) e o Bolsa Escola junto com o Vale Gás, que depois foram unificados pelo PT e chamados de Bolsa Família. Não resta dúvida e os fatos estão ai para comprovar que os oito anos do governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso propiciaram um formidável avanço econômico e social do Brasil.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  7. QUARTO ATO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

    Em 08/08/2012, o STF voltou a reunir seus onze ministros para prosseguir com o julgamento do Mensalão; enquanto os doutos advogados dos reús, agindo como uma orquestra regida pelo poderoso chefão do Mensalão, continuam a insistir na tese de desqualificar as denúncias feitas pelo Parquet com a intenção desmoralizá-lo na pessoa do Procurador Geral da República, achincalhado, PUBLICAMENTE, pelos advogados dos réus do Mensalão. Esquecem os doutos advogados que as denúncias apresentadas pelo Parquet ao Supremo Tribunal Federal não foram transformadas de imediato em processo. Não. As denúncias foram devidamente analisadas pelo STF ques as estudou a fundo; e somente depois de amplos e demorados debates sobre as denúncias foi que o STF aceitou as denúncias formuladas pelo Parquet e as transformou no processo Mensalão, onde 38 reús são acusados de pertencerem a uma quadrilha montada com o claro propósito de roubar dinheiro público para comprar conciências de deputados e de senadores. Portanto, quando os doutos advogados insistem na tese de desqualificar o Procurador Geral da República estão, também, desqualificando os onzes Juízes do STF e todos os advogados que compoem o quadro daquele Egrégio Tribunal, formado por pessoas de honoráveis saber jurídico, especialmente os onze Juízes do STF que devem merecer de todos o mais profundo respeito.
    No entanto, quando o advogado Márcio Thomaz Bastos tenta desmoralizar Procurador Geral da República, chefe do Parquet, desqualificando as denúncias por ele formuladas e apresentadas ao STF se referindo a elas jocosamente em relação ao Ministério Público; e ameaçadoramente em relação aos onze Juízes do STF dizendo entre outras falas: há sucessivas inovações que trazem um pecado mortal para a denúncia que vai mudando, alterando as coisas ao longo de processo; o fato é um só, a quadrilha não surge antes; a lei da relatividade foi transgredida muitas vezes nesse processo; e disse mais ameaçadoramente: devem tomar os senhores ministros do STF duplo cuidado na análise do Mensalão porque se trata de julgamento de bala de prata que vai definir o destino de pessoas; há enormes incongruências e fatos escarchados espalhadas em todo o processo; e tenho certeza que cada um dos senhores ministros julgarão com duplo cuidado, no lugar do duplo grau de jurisdição; Vossas Excelências devem julgar com duplo cuidado, porque não têm um duplo grau de jurisdição.
    É claro que essa fala do advogado Márcio Thomaz Bastos é mais do que uma ameaça velada aos Ministros do STF; é, na verdade, um puxão de orelhas, PÚBLICO, pois, os ministros do STF rejeitaram por nove votos a dois uma questão de ordem proposta por ele para desmembrar o processo, levando para a primeira instância os 35 réus sem foro privilegiado; e, assim, os advogados dos réus acusados no Mensalão vão se sentindo a vontade para achincalhar o Parquet classificando as denúncias de fantasmagóricas; esquecendo os doutos advogados que, ao desmoralizarem publicamente o Procurador Geral da República achincalhando suas denúncias, estão, também, desmoralizando o STF, pois, foi o STF quem aceitou e transformou as denúncias no chamado processo do Mensalão, afinal, se as denúncias não estivessem bem fundamentadas como estão nos autos o STF não as teria transformado num processo; e isso vale especialmente para o advogado Márcio Thomaz Bastos, um verdadeiro expert em mudanças, pois, de ex-ministro da Justiça do governo do PT se transformou em advogado de defesa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, envolvidíssimo no escândalo da empresa Delta que abocanhou obras do PAC, sem licitação pública, no governo do PT, avaliadas em vários bilhões de reais, recebendo o advogado Márcio Thomaz Bastos remuneração milionária paga pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira conforme amplamente divulgado na mídia; e, mais adiante, não se sabe porque, mas, se suspeita, desistiu de ser advogado do bicheiro Carlinhos Cachoeira; e a suspeita da desistência de o advogado Márcio Thomaz Bastos abandonar seu cliente, o bicheiro Carlinhos Cachoeira no meio do processo está no fato de que a repercussão pública estava sendo bastante negativa para o PT, afinal, era o ex-ministro de Lula, ou seja do governo do PT, defendendo um bicheiro; e, agora, os brasileiros assistem o ex-ministro do PT tentando desmoralizar o Ministério Público na pessoa do Procurador Geral da República e o STF nas pessoas dos onze Juízes da STF para defender os réus do Mensalão acusados de serem ladrões de dinheiro público.
    Data vênia, enfim, para um leigo dizer: é claro que tem razão o mais antigo integrante do STF, o ministro Celso de Mello, quando disse que boa parte do material do Mensalão, incluindo depoimentos, tomados apenas pela Polícia Federal ou pela CPI dos Correios — em que foi reunida parte significativa das evidências no caso — não valem tanto quanto as inquirições em que a Justiça ouve testemunhas na presença do Ministério Público e dos advogados dos réus, mas, isso não significa que os depoimentos tomados pela Polícia Federal devam ser abandonados para absolver os réus do processo do Mensalão; deve haver vasta jurisprudência sobre essa questão, afinal, se um criminoso mata uma pessoa e outro mata dez pessoas, o que mata uma pessoa não deixa de ser criminoso e passa a ser considerado inocente pelos julgadores; ele, certamente, terá uma pena severa, porém, de intensidade menor, e isso vale também para os Juízes do STF julgarem com devida severidade os réus do processo do Mensalão acusados de serem ladrões de dinheiro público.
    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  8. A FALTA DE ALIMENTO MATA, MAS, A INVEJA, TAMBÉM, MATA.

    O presidente Fernando Henrique Cardoso entregou o Brasil a Lula com a comercialização de derivados de petróleo respeitando a Lei da CIDE, sancionada em dezembro de 2001, onde foi determinado que sobre o preço de cada derivado de petróleo incidiria uma taxa que seria destinada a permitir que o governo evitasse que aumentos súbitos do preço do petróleo fossem repassados aos preços dos combustíveis causando inflação. Para evitar isso, o governo não repassava imediatamente o aumento do preço do petróleo aos combustíveis, adotando o critério de repassar parte da CIDE para a Petrobrás, de modo a não causar prejuízo a empresa e a seus acionistas e, em seguida, era feito, então, um acompanhamento do preço do petróleo do petróleo por 30 dias e no caso do aumento se confirmar, o governo autorizava a Petrobrás a aumentar os preços dos combustíveis e a restabelecer o percentual da CIDE nos preços, cuja arrecadação deveria a cada três meses ser repassada para os Estados de modo que os governadores investissem na construção e manutenção das estradas; repasse esse que o governo do PT nunca fez, ou seja, nunca respeitou a Lei da CIDE; preferindo acumular a CIDE na formação de uma reserva de R$ 500 milhões, que tem sido usada pelo governo do PT para emprestar dólares ao FMI e para perdoar dívidas de países governados por ditadores.

    A partir da Lei da CIDE, os lucros históricos da Petrobrás que sempre foram inferiores a R$ 500 milhões começaram a crescer até atingir a formidável marca de R$ 35 bilhões em 2010, um lucro de quase R$ 9 bilhões por trimestre; e é claro que isso estava incomodando e muito ao governo do PT uma vez que esse espetacular resultado econômico da Petrobrás se devia a uma Lei sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, então, a inveja dos petistas foi mais forte que o interesse do Brasil, ou seja, todos os países do mundo, com exceção da Venezuela, corrigem os preços dos combustíveis de acordo com o preço do barril do petróleo no mercado internacional; e o Brasil, também seguiu essa regra até que uma mente invejosa e desprovida de neurônios do PT decidiu congelar o preço da gasolina nas refinarias da Petrobrás, em setembro de 2009, para controlar a inflação, apesar de já termos vivido duas desastrosas experiências de controle de inflação com congelamento de preços: o Plano Cruzado e o Plano Collor; e isso apenas, repita-se, por inveja, pois, o PT sabe que a inflação no Brasil está controlada devido a Lei de Responsabilidade Fiscal sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, impedindo que os governantes gastem mais do que arrecadam. Essa mesma mente invejosa e desprovida de neurônio do governo do PT decidiu, também, incentivar a construção do carro flex e abriu financiamento a juros baixos no Banco do Brasil e na Caixa Econômica provocando um derrame de novos carros no mercado sem que as refinarias e as usinas estivessem preparadas para essa nova demanda.

    O resultado da incompetência veio em seguida. (1) o Brasil que exportava R$ 3,6 bilhões de litros de gasolina/ano produzindo divisas foi transformado em importador de gasolina queimando divisas. (2) O espetacular lucro da Petrobrás de R$ 9 bilhões/trimestre foi transformado no último trimestre em prejuízo de R$ 1,3 bilhões, na verdade, um prejuízo de R$ 10,3 bilhões, pois, deixamos de lucrar R$ 9 bilhões e perdemos R$ 1,3 bilhões. (3) Os trânsitos das cidades estão insuportáveis para os motoristas: um trajeto que em São Paulo antes não demandava mais de 20 minutos hoje não se gasta menos de 3 horas – um inferno -; e esse inferno se repete por todas as cidades do Brasil. (4) Devido ao absurdo derrame de novos carros no mercado nos levando aos engarrafamentos infernais, o ar que respiramos está infestado de gases do efeito estufa aumentando e muito o número de doenças respiratórias. (5) O governo que arrecadava R$ 40 bilhões em CIDE por ano agora não tem mais a CIDE que foi zerada pelo incompetente governo do PT e, se ocorrer uma elevação no preço do petróleo por conta do recrudescimento do conflito bélico entre EUA e Irã vai ser um Deus nos acuda no Brasil, ou sejas, ou o governo do PT fará grandes aumentos nos preços dos combustíveis ou a Petrobrás caminhará para a falência, e a se dar crédito ao ministro Guido Mantega estamos caminhando para a segunda opção: destruir a Petrobrás; e isso apenas por inveja do PT das realizações de um governante estadista. (6) Contudo, mesmo antes de se intensificar o conflito EUA/Irã, o EUA está experimentando a pior seca dos últimos 30 anos provocando reações com a de proibir a adição de álcool do milho na gasolina porque a prioridade do governo dos EUA vai ser a de produzir grãos para alimentar pessoas e não carros, enquanto, no Brasil, o governo do PT caminha na direção de conceder empréstimos bilionários aos usineiros para aumentarem a produção de etanol. Quanta burrice, quando ganância por dinheiro e tão pouca ou nenhuma preocupação com o período de fome que se avizinha de todos os países. A falta de alimento mata, mas, a inveja, também, mata.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; foi Diretor da AEPET e membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  9. OS ROYALTIES DO PETRÓLEO E A EDUCAÇÃO NO GOVERNO DO PT

    Os fatos arrancam as máscaras dos hipócritas que vivem da difusão de mentiras. E os fatos nos dizem que, antes da Lei do petróleo, tão criticada pelo PT, a produção da Petrobrás era de 600 mil Barris de petróleo por dia (bpd) e os royalties eram equivalentes a 5% do valor do petróleo bruto, o que, nos dias de hoje, representaria US$ 1,26 bilhões/ano, sendo 70% (US$ 0,882 bilhões/ano) para os Estados produtores, 20% (US$ 0,378 bilhões/ano) para os Municípios produtores e 10% (US$ 0,126 bilhões/ano) para os Municípios onde se localizavam instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de óleo bruto e/ou gás natural. Os fatos, também, nos mostram que com a Lei do petróleo os royalties foram aumentados para 10% do valor do petróleo bruto (hoje cotado a US$ 115/barril) e a produção passou a ser de 2,2 milhões de bpd, significando uma receita de US$ 9,235 bilhões/ano, um aumento de 633%; e já antevendo esse espetacular aumento na arrecadação nos royalties do petróleo, o governo de Fernando Henrique imaginou uma divisão que contemplasse a todos os Estados da Federação. Assim, com a Lei do petróleo, esses US$ 9,235 bilhões/ano passaram a ser divididos como segue: 4,625% para os Estados produtores (US$ 4,271 bilhões/ano); 2,125% para os Municípios produtores (US$ 1,962 bilhões/ano); 0.875% para Municípios onde ocorressem carga ou descarga de petróleo (US$ 0,808 bilhões/ano); 0,375% para um Fundo Especial a ser rateado entre todos os Estados (US$ 0,346 bilhões/ano ou R$ 0,692 bilhões/ano); 0,075% para o Ministério da Marinha (US$ 0,693 bilhões/ano ou R$ 1,386 bilhões/ano); e 1,255% para o Ministério de Ciência e Tecnologia (US$ 1,154 bilhões/ano ou R$ 2,308 bilhões/ano).

    Isso mostra que o senador Aloisio Mercadante, do PT, mentiu aos seus pares quando difundiu no Congresso que era preciso mudar o marco regulatório do petróleo porque era inaceitável que os Estados não produtores de petróleo não recebessem royalties, pois, nos últimos dez anos foram recolhidos ao Fundo Especial US$ 6.920.000.000,00 que deviam ter sido rateados entre todos os Estados. Ora, se há Estados que não recebem royalties de petróleo como afirmou o senador Aloisio Mercadante, do PT, é preciso que o senador do PT e o governo do PT digam aos brasileiros onde foram parar os mais de 6 bilhões de reais do Fundo Especial arrecadados nos últimos 10 anos e que deviam ser rateados entre todos Estados. E mais mostrando a absurda incompetência do PT, pois, durante esses últimos dez anos a Marinha recebeu R$ 12,74 bilhões de royalties do petróleo para comprar navios e helicopeteros a fim de vigiar as áreas de produções de petróleo no que diz respeito a derrames no mar e, também, evitar cotrabando de nosso petróleo (Nosso?), no entanto, a Marinha jamais identificou qualquer derrame de petróleo no mar; todas tragédias desse tipo foram detectadas pela Petrobrás; e, também, jamais manteve vigilancia constante sobre navios nas plataformas de produção estrangeiras para evitar contrabando de nosso (Nosso??!!) petróleo. E mais ainda reforçando absurda incompetência do governo do PT, pois, durante esses últimos dez anos que o ministério da Ciência e Tecnologia recebeu R$ 20,77 bilhões de royalties do petróleo para investir na educação e no saber; entretanto, acaba de ser divulgado que a educação no Brasil durante o governo do PT piorou, e piorou muito. Quem sabe o senador aloprado do PT, Aloisio Mercadante, que era ministro da Ciência e Tecnologia e agora é ministro da Educação explica aos brasileiros como é que com R$ 20,77 bilhões para serem aplicados no saber a educação dos brasileiros andou para trás. Onde foram aplicados esses R$ 20,77 bilhões. E o comprometimento do governo do PT no desvio de verbas que deviam ser aplicadas em benefício dos brasileiros não para por ai; temos, também, o caso da CIDE, que significava uma arrecadação de R$ 40 bilhões/ano; e que durante os nove anos do governo do PT somaram R$ 360 bilhões que deviam ter sido repassados aos governadores para aplicação na construção e manutenção de estradas; repasses que nunca ocorreram porque o PT preferiu desrespeitar a lei da CIDE e acumular as arrecadações de CIDE numa reserva que hoje monta a mais de R% 500 bilhões e é usada pelo PT para emprestar US$ 10 bilhões ao riquíssimo FMI e para perdoar dívidas de ditadores amigo de Lula e do PT, enquanto as estradas federais são conhecidas por estradas da morte por falta de verbas (falta de verbas???!!!). Mas, não satisfeito com o desvio de todos esse bilhões para outros fins que não os determinados pelas Leis, o governo do PT cometeu uma incompetência ainda maior: a burrice de zerar a CIDE sobre combustíveis, abrindo mão da arrecadação de R$ 40 bilhões/ano. O resultado foi imediato: o PIB do Brasil, que era um pibão (era assim que o PT se referia ao PIB), virou um pibinho e a Petrobrás que lucrava R$ 9 bilhões/trimestre acusou no último trimestre o prejuízo de R$ 1,3 bilhões, ou seja, como devia ter lucrado R$ 9 bilhões e teve prejuízo de R$ 1,3 bilhões, significa que o custo da incompetência do PT na Petrobrás no último trimestre foi de R$ 10,3 bilhões. É ou não é MUITO INCOMPETÊNCIA DO PT?
    A resposta você pode dar nas eleições para prefeito dizendo não aos candidatos do PT. Chega de burrice e de roubalheiras.

    José Conrado de Souza
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  10. O BRILHANTE VOTO DO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

    A sessão de 17/08/2012 do Supremo Tribunal Federal haverá de entrar para a História do Brasil, pois, ali, com o começo do, até aqui, BRILHANTE VOTO do ministro Joaquim Barbosa, muitíssimo bem fundamentado nos autos do processo, voto que ainda demandará mais dois dias para ser concluído, e esperamos que mantenha seu brilhantismo ético e jurídico, os brasileiros, que, até então, assistiam a ética sendo derrotada pelas práticas corruptas dos mensaleiros e de seus defensores com frases de efeito como, “não há ´provas nos autos que dêm sustentação as denuncias do Ministério Públicos”, ou “meu cliente não ladrão de dinheiro público”, ou “o Mensalão é uma farsa”; ou como Lula pedindo desculpas aos brasileiros com olhos marejados de lágrimas e se dizendo envergonhado e traído pelos mensaleiros, mas, em seguida dizendo que quando deixasse a presidência iria se dedicar a provar que o Mensalão nunca existiu, indicando que aquelas lágrimas de Lula eram lágrimas de crocodilho, então, nesse contexto, os brasileiros que assistiam no canal 117 o julgamento do Mensalão (IMPERDÍVEL) vislumbraram a reação da ética como uma pequenina luz brilhando no fim do tunel quando o relator do processo do Mensalão, Ministro Joaquim Barbosa, proferiu seu HISTÓRICO VOTO para item 3.1 do processo do Menslão reproduzido a seguir: “eu condeno o réu João Paulo Cunha por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, por ter recebido vantagem indevida no montante de R$ 50 mil, por meio de mecanismos de lavagem de dinheiro vinculada à prática em benefícios de lavagem de dinheiro. Condeno, ainda, por dois crimes de peculato, porque mediante autorizações de subcontratações e pagamento de honorários à SMP&B, desviou recursos públicos de que tinha posse em razão do cargo de presidente da Câmara em proveito dos réus e em proveito próprio. Condeno, ainda, os réus Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach pela prática dos crimes de corrupção ativa e peculato, por terem oferecido vantagem indevida ao réu João Paulo Cunha, tendo em vista a prática de atos de ofício que lhes seriam benéficos e por terem desviados recursos da Câmara em proveito próprio (…). Esse é o meu voto quanto a este item 3.1.”.
    Mas, algum leitor pode está indagando: por que a luz no final do túnel indicando reação da ética contra a corrupção é ainda pequenina? E eu respondo: porque viu-se, claramente, que outros juízes parecem pretender votar em descompasso com o relator do processo do Mensalão; e, a esse respeito, reproduzo fala do Ministro Joaquim Barbosa no seu HISTÓRICO VOTO rejeitando uma das preliminares dos réus: “as alegações do Ministério Público, assim como as denúncias, foram amplamente examinadas por esta corte, que entendeu pelo recebimento da denúncia, não havendo em que se falar em violação daquele dispositivo legal, cuja alegação ficou no passado. Por esse motivo, rejeito a preliminar”. Ou seja, nessa fala do ministro Joaquim Barbosa está dito que qualquer ministro do STF que rejeitar as fartas provas e fatos descritos nos autos do processo do Mensalão está apostando na desmoralização do STF por ter, na forma colegiada, dado andamento a um processo dessa imensa gravidade sem que as denúncias do Ministério Público estivessem muitíssimo bem fundementadas nos autos, como estão. Aceitar, portanto, qualquer tese levantada por algum ministro do STF que venha a falar depois do ministro relator de ausência de provas para dar sustentação a denúncia do Ministério Público será a total e absoluta desmoralização do Supremo Tribunal Federal e do Ministério Público. E porque afirmei que é imperdível a transmissão do julgamento do do processo do Mensalão pelo canal 117 ou outro qualquer, exatamente para vermos o comportamento dos onze juizes escolhidos para serem a Suprema Corte Jurídica do Brasil, para serem enfim a última palavra da Justiça, para sabermos, enfim, quem vencerá nesse peleja: se a ética ou se os mensaleiros. E não deixem de assitir a partir de 20/09/2012 a continuação do até aqui BRILHANTE VOTO do ministro Joaquim Barbosa.

    José Conrado de Souza
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  11. Para comentário da notícia Artur ver govero com participação dos jovens, remeto o texto a seguir e espero que o candidato Artur abrace a ideia e vença a eleição no primeiro turno. Ele merece.

    A VERDADE VAI VENCER AS MENTIRAS PETISTAS

    No começo da atual campanha eleitoral paulistana, tal como escreveu o jornalista José Roberto de Toledo no texto de sua autoria “Candidaturas pobres – o efeito do mensalão ,a eleição”, publicado na edição do Estadão de 19/08/2012 afirmando que: “a questão a ser respondida em 2012 parecia ser: o eleitor de Ermelino vai votar mais parecido com o da Mooca, ou o da Mooca com o de Ermelino? Na primeira hipótese daria Serra; na segunda, Fernando Haddad (PT). Mas aí Celso Russomanno (PRB) cresceu, apareceu, e o binômio PT-PSDB ficou insuficiente para resumir a eleição”. Acho, contudo, que isso só ocorreu porque o candidato Serra ainda não adotou a defesa intransigente do governo de Fernando Henrique como tese única de sua propaganda eleitoral, pois, se o Candidato Serra lembrar que o senador Aloysio Nunes Ferreira se elegeu tendo entrando na campanha para senador ao apagar das luzes no lugar do candidato Orestes Quércia, que faleuceu, abraçando Aloysio Nunes Fereira as realizações do governo Fernando Henrique Cardoso, o candidato Serra vai botar o candidato dos mensaleiros pra correr com perguntas formuladas aos eleitores. Ou seja, seria interessante que o candidato Serra comece a perguntar aos paulistas e paulistanos se algum deles sabe por que Lula e o PT foram contra o Plano Real lançado pelo governo de Fernando Henrique inserindo 40 milhões de pobres no mercado consumidor? Ou por que Lula e o PT foram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal sancionada pelo governo de Fernando Henrique controlando a inflação? Ou por que Lula e o PT foram contra a privatização da Telemar feita no governo de Fernando Henrique permitindo que os pobres tivessem direito a ter telefone, antes privilégio dos mais ricos? Ou por que Lula e o PT foram contra a Lei do Petróleo sancionada pelo governo de Fernando Henrique criando condições para a produção de petróleo ser aumentada de 600 mil barris por dia para 1,8 milhões de barris por dia; e propiciando, assim, economia de divisas de US$ 65,7 bilhões/ano, representando, nos quase dez anos de governo do PT, economia de divisas de US$ 657 bilhões ou R$ 1,314 trilhões, ajudando o Brasil a pagar a divida externa e formar reserva de R$ 500 milhões graças a decisões tomadas no governo de Fernando Henrique? Ou por que Lula e o PT foram contra a Lei da CIDE sancionado no governo de Fernando Henrique permitindo a Petrobrás vender seus produtos a preços do mercado internacional aumentando o lucro da empresa de R$ 500 milhões para R$ 35 bilhões? Ou por que os governos de Dilma e de Lula, do PT, começaram a destruir a CIDE em 2009 congelando o preço da gasolina nas refinarias e, com isso, depois que o governo Dilma cometeu a burrice de acabar de vez com a CIDE, a Petrobrás amargou prejuízo de R$ 1,3 bilhões no último trimestre, quando deveria ter apresentado lucro de R$ 9 bilhões? Ou por que Lula e o PT foram contra a Bolsa Escola e o Vale Gás, mas, os unificou chamando-os de Bolsa Família para substituir o retumbante fracassado Fome Zero? Ou por que Lula e o PT foram contra Fernando Henrique vender ações da Petrobrás resgatando a saúde financeira do FGTS, mas, usam o FGTS para financiar minha casa minha vida? Ou por que Lula mentiu dizendo que os ladrões do Mensalão o enganaram, o traíram etc., mesmo depois de Marconi Perillo ter dito que contara a Lula que na Casa Civil Zé Dirceu coordenava tenebrosas transações contra os cofres públicos? Ou por que Lula mentiu dizendo que as fitas mostrando Dra. Lina Vieira entrando no gabinete de Dilma para ouvir a ordem criminosa de arquivar processo fiscal que tramitava contra o filho de Sarney tinham sido destruídas, porém, só contou essa mentira depois que Dra. Lina Vieira exibiu a agenda com data e hora marcadas par comparecer ao gabinete de Dilma? Ou por que Lula e o PT criaram o carro flex transformando a Petrobrás de exportadora de gasolina para importadora? Ou por que Lula não teve vergonha de filmar uma farsa onde os pelegos petistas o mostraram sendo aplaudido de pé na ONU, porém, com aplausos roubados do Secretário Geral da ONU? Ou por que Lula e o PT acusaram FHC de querer entregar nosso petróleo quando sancionou a Lei do petróleo, mas, foi ele, Lula, do PT, que a partir do poço chamado Lula começou a entregar nosso petróleo aos estrangeiros? Lula e o PT têm respostas para essas questões? E Lula é capaz de responder por que, mesmo tendo pedido desculpas aos brasileiros, está, agora, querendo provar que o Mensalão não existiu? E Lula está assistindo ao Histórico julgamento do mensalão, onde o ministro Joaquim Barbosa já condenou cinco dos 37 réus acusados de serem ladrões de dinheiro público; e pelo andar do processo vai condenar os demais ladrões de dinheiro público? E os eleitores paulistas e paulistanos têm respostas para essas perguntas? Será que os eleitores paulistas e paulistanos votarão num candidato apoiado por mensaleiros, ou seja, por ladrões de dinheiro público? DUVIDO muito, mas, só vamos saber o que pensam os eleitores paulistas e paulistanos depois que eles depositarem os votos nas urnas, contudo, pelo andar da carruagem nas pesquisas os paulistas e paulistanos estão dizendo que não votarão em candidato apoiado pela quadrilha do Mensalão. E quando é que o candidato Serra vai perceber que é esse discurso que vai derrotar, de uma vez por todas, o candidato das trevas, das roubalheiras, das maracutaias, das falcatruas? Se Serra seguir o exemplo de Aloysio Nunes Ferreira sua vitória acontecerá no primeiro turno bastando para isso apenas defender o governo de Fernando henrique Cardoso; sem esquecer de dizer aos eleitores que votar nos candidatos do PT é aceitar o Mensalão, é votar nos candidatos de Sarney, Collor, Renan Calheiros, principais aliados de Lula e do PT, só isso já bastaria para orientar o voto do eleitor, mas, tem, também, o escândalo do Mensalão; enfim, se Serra informar os eleitores sobre essas verdades, certamente, sua vitoria sera consagradora e no primeiro turno..
    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; e foi membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
    OBS: se necessário contato fazê-lo por meio do celular (21) 8513-6040, pois, meu e-mail está desativado.

  12. AS LAGRIMAS DE CROCODILO DE LULA NO MENSALÃO

    No contexto das lágrimas de crocodilho de Lula no processo do mensalão quando pediu desculpas aos brasileiros porque seu governo mergulhou o Brasil num mar de corrupção jamais visto na História do Brasil, o advogado Márcio Thomaz Bastos foi ministro do governo Lula, do PT; depois como ex-ministro de Lula passou a defender o bicheiro Carlinhos Cachoeira recebendo pagamento milionário conforme foi amplamente divulgado pela mídia, mas, mesmo assim, abandonou seu cliente no meio do processo para assumir a defesa de outros réus acusados no processo do Mensalão de serem ladrões de dinheiro público; e onde lançou mão de todos os artifícios possíveis para tornar nulo o processo do Mensalão, começando por requerer que 35 dos acusados fossem remetidos a Juízes de primeira instância onde, logicamente, se condenados, recorreriam aos Juízes de segunda instância e assim por diante, podendo, inclusive, recorrer até aos Juízes do STF; e é lógico que os tempos demandados nesses recursos resultariam, certamente, na prescrição dos crimes de que são acusados os réus do Mensalão, tal como é a vontade do Poderoso Chefão dos mensaleiros que prometeu provar que o Mensalão não existiu; e que o Mensalão é uma ficção da oposição para atingir o governo do PT.

    No entanto, o colegiado do STF não aceitou tal argumentação; partindo, então, o ex-ministro do governo Lula, governo do PT, a usar de outros artifícios para inviabilizar o processo do Mensalão como o de tentar desmoralizar e descaracterizar as denúncias formuladas pelo Parquet dizendo que as denúncias não estavam fundamentadas em provas constantes dos autos; ou arguindo a legalidade do voto fatiado do ministro relator; ou requerendo vista do memorial distribuído pelo Procurador-geral da República aos Juízes do STF; e tudo isso apenas com o propósito claro de demandar tempo para prescrição dos crimes dos quais são acusados os réus do processo do Mensalão, mas, todas tentativas do ex-ministro do governo Lula, do governo do PT, para inviabilizar o processo do Mensalão foram rejeitadas pelo STF.

    Essa postura do STF foi fortalecida pelo brilhante voto do relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, seguido pelo não menos brilhante voto do ministro revisor, Ricardo Lewandovski; sendo os dois votos fundamentados em provas robustas constantes dos autos, jogando no abismo a tese do advogado e ex-ministro de Lula, do governo do PT, Márcio Thomaz Bastos, de que nos autos não existem provas que confirmem as denúncias do Ministério Público; e nesse ponto faço um parentese para lançar mão de uma figura futobolística de que tanto gosta o ex-presidente Lula: os votos do relator e do revisor muito me lembraram das tabelinhas de Pelé para Coutinho; e de Coutinho para Pelé resultando em gol; no caso do Mensalão as tabelinhas Joaquim Barbosa para Ricardo Lewandovski e deste para Joaquim Barbosa resultaram num gol de plava, ou seja, na condenação dos reús do Mensalão julgados no item 3 do processo do mensalão; se pronunciando o ministro relator e o ministro revisor pela condenação dos réus pelos vários crimes de que foram acusados pelo Ministério Público, entre os quais o servidor público Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, condenado pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva; Marcos Valério e seus sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbach condenados pelos crimes de corrupção ativa e peculato; e o deputado João Paulo Cunha, do Partido dos Trabalhadores – PT – condenado pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro pelo ministro Joaquim Barbosa, restando o voto do ministro revisor para confirmar tal condenação contra o deputado João Paulo Cunha, do PT.

    Não bastassem todas essas tentativas do advogado e ex-ministro do governo Lula, governo do PT, para inviabilizar o processo do Mensalão e todas foram refutadas pelo colegiado do Supremo Tribunal Federal; em entrevista concedida a Folha e ao UOL, o advogado e ex-ministro de Lula, do governo do PT, falou sobre o voto do ministro Cezar Peludo ser antecipado e, segundo ele, o voto de Peluso será nulo se for seguido o rito definido pelo relator do Mensalão; o que seria mais uma tentativa do ex-ministro de Lula para confundir as pessoas sobre o julgamento do processo do mensalão.

    Ora, o advogado Márcio Thomaz Bastos tem o direito e a obrigação de tudo fazer para defender seus clientes acusados no processo do Mensalão de serem ladrões de dinheiro público, contudo, por ter sido ministro do governo Lula, governo do PT, o ex-ministro deveria tomar certos cuidados: por exemplo, evitar ser advogado de bicheiro e pior, abandonar o cliente no meio da tempestade, ou evitar o uso de meios escusos para fortalecer seus clientes em detrimento do Estado do qual recentemente foi ministro; e este é o caso em que o ex-ministro de Lula pretende tornar nulo o voto do ministro Cezar Peluso.

    A esse respeito, o ex-ministro do governo Lula, governo do PT, Márcio Thomaz Bastos, precisa ser avisado que não está falando em assembléia de petistas onde os seguidores do Poderoso Chefão do Mensalão acreditam em tudo que a cúpula do PT fala.

    Alguém precisa avisar ao ex-ministro de Lula que o ministro Cezar Peluso pode sim votar em todos os itens do processo do mensalão sem afrontar a proposição do relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, que prevê que as penas aos réus só serão estipuladas no final do julgamento, bastando para isso que o Ministro Peluso, que conhece a fundo os autos do processo do Mensalão; e o ministro Joaquim Barbosa já falou a esse respeito várias vezes dizendo que o ministro Peluso pode, sim senhor, votar em todos os itens do projeto do mensalão; e agora digo eu, bastantando para isso que ele manifeste em envelopes fechados e lacrados seus votos sobre os vários itens em que o relator dividiu o processo do Mensalão; e, também, coloque em envelopes fechados e lacrados as penas a serem atribuídas ao réus em cada condenação, devendo esses envelopes serem abertos apenas nos momentos devidos, ou seja, os primeiros após o relator e revisor terem proferido seus votos em cada item e os segundo no final do processo para determinar as penas contra os ladrões de dinheiro público em cada um dos crimes de que forem acusados. Procedendo dessa maneira, o ministro Peluso poderá votar em todos os itens sem antecipar seu voto e isso é mais que obvio, é obvio ululante.
    E agora, Lula, o que vai dizer aos eleitores nas eleições para prefeito? Vai chorar novamente lagrimas de crocodilo se dizendo enganado e traído pelos mensaleiros e pedindo desculpas aos brasileiros pelo governo do Partido dos Trabalhadores ter mergulhado o Brasil num mar de corrupção nunca antes visto na História do Brasil? E os eleitores, será que acreditarão em Lula e votarão para prefeito nos candidatos apoiados pelos mensaleiros?

    Eu acho que não, pois, com o julgamento do Mensalão, Lula perderá junto aos brasileiros a credibilidade que já devia ter perdido há mais tempo, por exemplo, quando se deixou filmar sendo aplaudido de pé na ONU, porém, com aplausos roubados do Secretário geral da ONU; ou quando mentiu dizendo que tinham sido destruídas as fitas filmando Dra. Lina Vieira entrando no gabinete de Dilma para receber a ordem criminosa de arquivar processo fiscal contra o filho de Sarney mas, só saberemos a resposta com a contagem dos votos nas urnas.
    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; e foi membro do Conselho de Curadores da PETROS, tendo se aposentado em 2000; celular (21) 8513-6040.
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  13. O CONFRONTO JOAQUIM BARBOSA, X RICARDO LEWANDOVSKI

    Tudo indica que teremos no caso João Paulo Cunha um julgamento por parte do Supremo Tribunal Federal que será, sim, histórico; isso porque o relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, dotado de grande saber jurídico, proferiu seu voto condenando o réu João Paulo Cunha pelo crime de peculato, pelo crime de corrupção passiva e pelo crime de formação de quadrilha; e assim decidiu o ministro Joaquim Barbosa condenando o réu João Paulo Cunha se fundamentando em provas robustas constantes dos autos. Por outro lado, ou seja, também, se fundamentando em provas robustas constantes dos autos, o revisor do processo do mensalão, ministro Ricardo Lewandovski, também, dotado de grande saber jurídico, contestou na integralidde o voto do relator e proferiu seu voto absolvendo o réu João Paulo da Cunha dos crimee de peculato, de corrupção passiva e de formação quadrilha.

    Portanto, o primeiro voto dos outros nove ministros dos STF que ainda não votaram o item 3 do processo do Mensalão vai ser um voto extremamente importante, pois, vai partir de um empate, ou seja, o ministro relator votou pela condenação do réu João Paulo Cunha nos três crimes de que foi acusado pelo Parquet, se fundamentando o ministro Joaquim Barbosa em provas robustas constantes dos autos; enquanto, por outro lado, o ministro revisor votou pela absolvição do réu João Paulo da Cunha nos mesmos três crimes de que foi acusado pelo Parquet, se fundamentando o ministro Ricardo Lewandovoski também em provas robustas constantes dos autos.

    Ora, não é possível que dois Juízes de profundo saber jurídico, como são os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo lewandovski, COMETAM O ERRO INFANTIL de proferir condenação ou absolvição de réus sem examinar em detalhe todas as provas constantes dos autos, pois, a permanecer essa discrepância entre os votos do ministro relator do processo do Mensalão e do ministro revisor do processo do Mensalão, ficará para todos que acompanham esse Histórico Processo a quase certeza de que um dos dois ministros está proferindo seu voto sobre pressão externa, ou seja, decidindo sobre pressão que não está nos autos.

    Afinal, não podem as provas constantes nos autos apontarem ao mesmo tempo para condenação e para absolvição. No máximo, o que se pode admitir é que nos autos existam provas mais fortes ou menos fortes condenando respectivamente o réu para penas mais fortes ou menos fortes; e era isso que se esperava do voto do ministro revisor, ou seja, uma complementação ao voto do ministro relator e nunca, jamais, um voto totalmente contestatório.

    O fato concreto é que, a prevalecer o voto do ministro revisor sobre o voto do ministro relator inocentando o réu João Paulo Cunha, teremos a desmoralização do Parquet por ter formulado denúncias contra o réu João Paulo Cunha sem provas que sustentassem as denúncias; teremos, também, a desmoralização do STF que abriu um processo nesse sentido sem atentar para o fato de que provas não constariam do processo dando sustentação as denúncias; e teremos, enfim, a desmoralização do ministro relator do processo do Mensalão que teve seu voto contestado não apenas sobre um dos três crimes dos quais condenou o réu João Paulo Cunha, mas, sim, sobre os três crimes.

    Em suma, o voto do ministro revisor do processo do mensalão é de uma gravidade sem igual, pois, é um puxão de orelhas no Procurador-geral da República, chefe do Ministério Público e em todos os advogados que assessoram o chefe do Parque; o voto do ministro revisor do processo do mensalão é, também, uma agressão aos membros do Supremo Tribunal Federal, formado por onze Juízes de notáveis conhecimentos jurídicos, assessorados por vários advogados também de grande saber jurídico, uma vez que é inaceitável que manuseando o processo do Mensalão por mais de sete anos os onze Juízes do STF e todos os advogados que os assesoram não tenham percebido falha tão grotesca, ou seja, não tenham percebido que nos autos do processo não há provas sustentando as acusações formuladas pelo Parquet contra o réu João Paulo Cunha, conforme concluiu o ministro revisor.

    Como leigo e parodiando os eminentes Juízes, digo eu, o máximo que se admite entre opiniões do relator de um processo e opiniões de um revisor do mesmo processo são pequenas divergências, isso porque o ministro revisor deve votar agregando fatos ao voto do relator e jamais contestando totalmente o voto do relator como foi o voto do ministro Ricardo lewandovski; em suma o voto do revisor deveria se somar ao voto do relator conduzindo para absolvição ou para a condenação do réu; e jamais para uma encruzilhada com o relator indicando um caminho e o revisor indicando caminho oposto; e ambos dizendo que decidiram fundamentados em provas robustas constantes dos autos como se estivessem falando de autos de processos diferentes e não de um mesmo processo. Na verdade, o ministro revisor não atuou como ministro revisor complementando o voto do ministro relator, mas, sim, como brilhante advogado de defesa do réu João Paulo Cunha. Uma divergência dessa magnitude como a ocorrida entre os votos do ministro Joaquim Barbosa e do ministro Ricardo Lewandovski em relação ao réu João Paulo Cunha é inaceitável para a lisura desse processo, pois, é indicativo de pressão que vem de fora dos autos.

    Enfim, a prevalecer o voto do ministro revisor, é fundamental e é premente que todos os membros do Parquet e do Supremo Tribunal Federal sejam submetidos a cursos intensivos de regras processuais para que erros primários e grotescos como os ocorridos no caso do réu João Paulo Cunha na visão do ministro Ricardo lewandovski não sejam repetidos, ou seja, de que o Parquet acuse um réu de três crimes sem provas que sustentem as denúncias e que o Supremo Tribunal Federal, na forma colegiada, aceite as denúncias e abra processo penal a respeito, o que é indicativo de, claramente, haver uma força bastante grande agindo para direcionar o voto de um dos dois ministros. As decisões contraditórias do ministro relator e do ministro revisor só seriam factíveis se os dois Juízes estivessem se referindo a autos de processos distintos, afinal, é inaceitável que nos mesmos autos de um mesmo processo existam provas robustas para condenar e para absolver um determinado réu de determinados crimes.

    O primeiro Juiz do STF a votar depois desses dois votos conflitantes e contraditórios do ministro relator e do ministro revisor será um voto bastante importante para o futuro de nossas instituições jurídicas, ou seja, será um voto que fortalecerá ou enfraquecerá extremamente o Parquet e o Supremo Tribunal Federal, pois, nesse contexto do réu João Paulo da Cunha, o voto do revisor do processo do Mensalão que deveria ser um voto complementar ao do ministro relator do processo do Mensalão foi um voto contestativo ao voto do ministro relator; e com os dois Juízes do STF manifestando seus votos com fundamentação em provas robustas constantes dos autos os demais Juízes ficam numa espécie de sinuca de bico: quem está com a razão: o ministro revisor que diz ter manifestado seu voto em provas robustas dos autos ou o ministro relator que afirma, também, ter formulado seu voto em provas robustas dos autos?

    Entretanto e felizmente, ao final da fala do ministro revisor, o ministro relator, Joaquim Barbosa, solicitou e o presidente do STF concordou para ele apresentar explicações para as contradições entre o voto do relator e o voto do revisor tendo o presidente do STF concordado a respeito principalmente porque o voto do ministro revisor não foi complementar, mas, sim, contestatório ao voto do ministro relator, Joaquim Barbosa e, nesse tipo de peleja jurídica, a última palavra é do ministro relator e nunca do revisor como quer impor ao STF o ministro Ricardo Lewandovski, que reclamou direito de tréplica a qual foi prontamente rejeitada pelo presidente do STF, tendo o ministro revisor, Ricardo Lewandovski ameaçado se retirar do plenário quando o ministro Joaquim Barbosa estiver falando, numa forma de desrespeito ao ministro Joaquim Barbosa, como se o voto do ministro relator na forma como foi proferido já não representasse um desrespeito não apenas ao ministro relator, Joaquim Barbosa, mas, sim, a todo Parquet e todo Supremo Tribunal Federal.

    Finalmente, ainda como leigo, digo eu: essa disparidade entre os votos do relator e do revisor mostrando haver uma força exter aos autos querendo interferir no resultado do julgamento do mensalão é mais um motivo para o ministro Peluso manifestar seus votos sobre todos os itents em que foram divididos o processo do mensalão, tendo o cuidado de deixá-los em envelopes fechados e lacrados para serem abertos no momento propicio, de modo que forças externas aos autos não provoquem contestação ao voto do ministro Antônio Cezar Peluso.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; e foi membro do Conselho de Curadores da PETROS, foi ex-Diretor da AEPET, tendo se aposentado em 2000.
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  14. A PRESSÃO DO PODEROSO CHEFÃO DOS MENSALEIRO NO MENSALÃO

    Toda razão ao advogado Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro de Lula e atual advogado de José Roberto Salgado, ex-diretor do Banco Rural, quando, ao sair do STF após o voto do ministro Ricardo Lewandovski disse em entrevista: “agora, o julgamento tem dois polos: o polo do revisor e o do relator”, pois, na visão do ex-advogado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o voto do ministro revisor desmontou a ideia de corrupção, crime antecedente ao de lavagem, passando a prevalecer a tese de caixa dois, ou seja, em outra palavras, passando a prevalecer no voto do ministro revisor não uma revisão do voto do ministro relatar a ele se somando, mas, sim, uma contestação absoluta e integral ao voto do ministro relator, onde, claramente, prevaleceu no voto do ministro revisor Ricardo Lewandovski a tese que vem sendo proposta há anos pelo Poderoso Chefão dos mensaleiros e pelo PT, isto é, a tese de caixa dois, o que, desde já, é uma antecipação de como vai votar o ministro Ricardo Lewandovski com relação aos demais réus políticos do processo do mensalão, os quais, a exemplo do réu João Paulo Cunha serão absolvidos.
    Contudo, digo eu, há um equívoco na fala do ex-advogado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, ou seja, há realmente dois polos no julgamento, mas, não os polos formados pelo ministro revisor e pelo ministro relator, ou seja, os polos formados são o do ministro Ricardo Lewandovski revisor do processo do mensalão abraçando a tese defendida há anos pelo Poderoso Chefão dos Mensaleiros e pelo PT de que o dinheiro usado por Delúbio Soares para comprar votos de parlamentares era sobra de caixa dois; e o outro polo é formado pelo Procurador-geral da República, chefe o Ministério Público, assessorado por dezenas e dezenas de advogados do quadro do MP e os demais Juízes do Supremo Tribunal Federal que juntos com os advogados que os asseram ficaram mais de sete anos manuseando um processo sem perceber a falha jurídica grotesca e imperdoável de que as denúncias formuladas pelo Parquet contra os réus do mensalão não se suportam em provas constantes dos autos. O que é isso senão o ministro Ricardo Lewandovski classificar todos aqueles homens de notáveis saber jurídico do MP e do STF em idiotas incapazes de perceber o obvio ululante.

    E aqui surge na fala do ex-advogado do bicheiro Carlinhos Cachoeira dizendo que, a partir da divergência total e absoluta do ministro revisor, possíveis embargos terão maior fundamento, tendo surgido na visão distorcida do ex-advogado do bicheiro Carlinhos cachoeira o contraditório, que é sempre melhor do que o monólogo; surge, então, a certeza de que o voto do ministro Lewandovski não foi absolutamente o voto de um ministro revisor; foi, sim e muito mais, uma defesa intransigente de um advogado do réu João Paulo Cunha, o que é uma aberração na História Jurídica do Brasil, onde, pela primeira vez um ministro revisor contesta integralmente o voto de um ministro relator e não apenas isso, mas, contesta, também, todo o Ministério Público formado pelo Procurador-geral da República assessorado por dezenas de advogados de grande saber jurídico e, também e lamentavelmente, contesta os demais ministros do STF que aceitaram as denúncias do Procurador-geral da República sem que essas estivessem respaldadas por provas constantes dos autos e mais ainda, cometeram os ministros do STF a aberração jurídica de abrir um processo nessas condições e ficaram manuseando esse processo por mais de sete anos sem perceberem erro tão primário e tão grotesco.

    A postura de um ministro revisor jamais deve ser a do contraditório como defende o ex-advogado do bicheiro Carlinhos Cachoeira e isso está provado na História da Justiça do Brasil; os atos e comentários de um ministro revisor de um processo sempre são no sentido de se somar aos atos e comentários do ministro relator, o que não ocorreu com o voto do ministro Lewandovski o que é, sim, um indicativo de que uma força extremamente poderosa está obrigando o ministro revisor a contestar não só o ministro relator, Joaquim Barbosa, mas, a contestar o MP e o ST que cometeram o pecado de abrir e dar andamento a um processo onde acusações contra os réus não estão fundamentadas em provas constantes dos autos. Em outras palavras: vamos fechar o MP e o STF.

    José Conrado de Souza

    Engenheiro Químico, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás ocupando cargos de chefia na REPLAN, na REPAR e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária/PR; e foi membro do Conselho de Curadores da PETROS, foi ex-Diretor da AEPET, tendo se aposentado em 2000.
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  15. A VERDADE DERROTANDO AS MENTIRAS DE LULA E DO PT NO PROCESSO DO MENSALÃO

    Data máxima vênia, o julgamento do processo do Mensalão, 0nde vários petistas da cúpula do PT estão sendo acusados pelo Ministério Público de formarem quadrilha para roubar dinheiro público, além de mostrar ao mundo que a ética do ex-presidente Lula é bastante flexível envergonhando os brasileiros perante a mídia internacional, obrigou o ex-presidente Lula a dar uma entrevista a jornalista do New York Times para dizer que ele não acredita que houve Mensalão.

    Aliás, não é a primeira vez que Lula tem de enfrentar situações criadas por jornalistas internacionais que deixariam um governante com um mínimo de ética envergonhado. A primeira vez foi quando o mundo, estarrecido, ficou sabendo que Lula se deixou filmar sendo aplaudido de pé na ONU, porém, mais tarde se descobriu que era uma farsa montada por pelegos petistas, pois, os aplausos foram destinados ao Secretario Geral da ONU, ou seja, Lula concordou em se mostrar sendo aplaudido de pé na ONU com aplausos roubados.

    A segunda vez foi quando um jornalista estrangeiro escreveu reportagem dizendo que Lula exagerava nos goles de cachaça nos palanques eleitoreiros do Nordeste, a ponto de Lula tropeçar nas próprias pernas de tão embriagado pela cachaça; e nesse triste e lamentável caso, Lula mostrou sua face de Ditador ao pretender a expulsão do jornalista pelo crime de escrever a verdade, ou seja, que Lula exagerava nas doses de cachaças nos comícios.

    A terceira vez foi quando Roberto Jefferson rotulou os petistas de ratos magros, acusando os petistas de quererem lhe passar a perna só lhe dando R$ 4 milhões dos R$ 20 milhões que tinha sido combinado como a parte que lhe cabia ao saque dos cofres públicos; e a imprensa mundial assistiu Lula chorando lágrimas de crocodilo dizendo se sentir traído e enganado pelos ladrões do Mensalão; e, mais ainda, Lula disse que confiava tanto nas denúncias de Roberto Jefferson que a ele daria um cheque em branco e assinado por ele, Lula, para, agora, em entrevista ao New York Times, Lula dizer que o Mensalão não existiu, apesar de o presidente da Câmara, deputado João Paulo da Cunha, do PT, ter mandad0 a esposa apanhar R$ 50 mil de propina no valerioduto.

    Há muitas outras situações desabonadoras da ética do ex-presidente Lula como, por exemplo, quando, depois de, a pedido de Lula e outros petistas, a Secretária da Receita Federal, Dra. Lina Vieira, ter sido obrigada a exibir sua agenda com hora e dia marcados para ser recebida no gabinete da Casa Civil pela ministra Dilma, que havia substituído Zé Dirceu, idealizador do Mensalão, no gabinete da Casa Civil, ao lado da sala do presidente Lula, e lá ouviu da ministra Dilma a ordem criminosa para arquivar processo fiscal que tramitava contra o filho de Sarney, o mais importante aliado político do PT; no entanto, Lula, com a maior cara de pau, falou aos brasileiros que não podia confirmar a agenda da Dra. Lina Vieira porque as fitas filmando pessoas naquele dia entrando no gabinete da ministra Dilma tinham sido destruídas, deixando no ar uma pergunta que não cala junto aos brasileiros com o mínimo de ética: o que aconteceu com o processo fiscal que tramitava contra o filho de Sarney no governo de Lula? Foi arquivado como queria a ministra Dilma? O que o ex-presidente Lula tem a dizer a esse respeito?

    Outro exemplo altamente desabonador da ética de Lula é quando, como metalúrgico sonhando em ser presidente do Brasil e depois de alguns gols de cachaça, Lula subia em palanques eleitoreiros do Nordeste para dizer: “antigamente, quando chovia, o Nordestino corria para plantar seu feijão, seu milho e sua mandioca a fim de levar comida para sua mesa com suor de seu trabalho; agora, no governo desse FHC, os Nordestinos ficam esperando bolsa isso, vale aquilo, e ninguém quer mais trabalhar: o Nordestino ficou preguiçoso e escravo dos programas sociais do governo FHC”. Nesse contexto, Lula e os petistas fingiam ser contra os projetos sociais do governo de Fernando Henrique Cardoso: Bolsa Escola e Vale Gás, com o falso slogan petista: “o governo não deve dar peixe ao povo: o governo deve é ensinar o povo a pescar”. Essas eram palavras dos petistas e do metalúrgico Lula sonhando em ser presidente do Brasil; e Lula não pode negá-las porque estão registradas no Google em fitas que não foram “destruídas”, como, supostamente, foram destruídas as fitas mostrando Dra. Lina Vieira entrando na sala da ministra Dilma.

    Sonho concretizado, ou seja, eleito presidente do Brasil, Lula se esqueceu dessas palavras e criou o Fome Zero, um retumbante fracasso social e só não está mergulhado até hoje nele graças a sugestão de Marconi Perillo recomendando que Lula juntasse os projetos Bolsa Escola e Vale Gás do governo de Fernando Henrique Cardoso e mudasse o nome; e Lula prontamente seguiu o conselho de Marconi Perillo e batizou de Bolsa Família a junção Bolsa Escola com Vale Gás e, com esse projeto, Lula mantém o povo Nordestino escravizado; muito diferente daquilo que o eterno e inesquecível Gonzagão fala em Vozes da Seca dizendo ao governo que o Nordestino não quer esmolas; o Nordestino quer é emprego para levar comida para sua mesa com o suor de seu trabalho como afirmado por Gonzagão nos versos de Vozes da Seca: “Seu doutô os nordestino têm muita gratidão/Pelo auxílio dos sulista nessa seca do sertão/Mas doutô uma esmola a um homem qui é são/Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão/Dê serviço a nosso povo, encha os rio de barrage/Dê cumida a preço bom, não esqueça a açudage/Livre assim nóis da ismola, que no fim dessa estiage/Lhe pagamo inté os juru sem gastar nossa corage”.

    Uma pena que Lula não tivesse por hábito ouvir Vozes da Seca, pois, caso assim tivesse sido ai, sim, poderíamos ter a certeza de que o Mensalão não teria existido como existiu no governo Lula, com Zé Dirceu montando ao lado da sala de Lula uma quadrilha para saquear os cofres públicos e com o dinheiro público roubado comprar consciências de deputados e senadores, inclusive, com o lamentável exemplo do presidente da Câmara do governo do PT, deputado João Paulo Cunha, do PT, mandando a esposa apanhar R$ 50 mil de propina. Que vergonha para os brasileiros saberem que essas verdades desabonadoras da ética do ex-presidente Lula corre pelo mundo afora.

    Mas, não satisfeito em envergonhar os brasileiros com todos esses atos antiéticos, Lula está, agora, empenhado em mandar recados aos Juízes do STF dizendo como disse a jornalistas estrangeiros quando em visita a França que o dinheiro usado na compra de votos não era dinheiro público roubado, mas, sim, sobras de campanha; e, lamentavelmente, essa tese foi abraçada pelo ministro relator do processo do Mensalão, Ricardo Lewandovski, para absolver o deputado petista João Paulo Cunha dos crimes de peculato, corrupção ativo-passiva e lavagem de dinheiro, argumentando o ministro Ricardo Lewandovski que o dinheiro recebido pela esposa do deputado João Paulo Cunha não era dinheiro roubado dos cofres públicos, mas, sim, dinheiro destinado ao pagamento de gastos do deputado João Paulo Cunha com propaganda eleitoral; e esses argumentos fajutos são usados porque Lula, o PT e seus seguidores estão convencidos de que os brasileiros vão engolir essa pílula.

    Será? Acho que não, principalmente porque, em sua fala, o ministro Joaquim Barbosa achou estranhíssima a mudança de pensamento do Ministro Ricardo Lewandovski dizendo que nos autos existem robustas provas para inocentar o réu João Paulo Cunha contrariando essa teoria a conduta do próprio ministro Ricardo Lewandovski que, lá atrás, aceitou junto com o colegiado do STF, as denúncias do MP contra o deputado João Paulo Cunha e concordou com a abertura do processo do Mensalão por entender que as denúncias estavam amparadas em provas robustas constantes do autos.

    E nesse triste quadro, o ministro Ricardo Lewandovski diz que não orientou seu voto pressionado por forças populares, contudo, se alguma pressão está existindo na conduta dos ministros do STF essa pressão não está vindo do povo, pois, não foi o povo que tentou “convencer” o ministro Gilmar Mendes a retardar o julgamento do Mensalão, inclusive, com a ameaça velada ao ministro do STF lhe afiançando que tinha poderes para interferir na CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira onde deputados estavam querendo arguir o ministro do STF sobre sua viagem a Rússia junto com o senador Demóstenes Torres, que teve seu mandato cassado, tendo o ministro Gilmar Mendes resistido a pressão de Lula e mandou que Lula fosse fundo nas investigações da CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Também não foi o povo que mandou recados aos Juízes do STF dizendo que o dinheiro usado pelos partidos não era dinheiro público roubado no Mensalão, mas, sim, sobras de campanha.

    E nesse jogo de pressão de Lula e do PT contra ministros do STF, vale lembrar que, quando foi indagado por um senador de como votaria em um processo onde estivesse sendo julgada uma liderança do PT, o então advogado José Antônio Dias Toffoli, mesmo sendo amigo de Zé Dirceu e tendo sido subchefe para assuntos Jurídicos da Casa Civil onde se montou o Mensalão, respondeu ao senador que se declararia impedido, e provavelmente assim falou lá atrás temeroso de que isso seria motivo para os Senadores contraindicá-lo como ministro do STF; e, certamente, seria contraindicado se não tivesse dito que se declararia impedido, para, agora, num voto em que se vê, claramente, a pressão das teses defendidas por Lula e pelo PT, o ministro José Antônio Dias Toffilo votou inocentando João Paulo Cunha de todos os crimes que lhes foram imputados pelo Ministério Público e endossado pelo relator do Mensalão, agradecendo, provavelmente, a Lula e ao PT por ter sido indicado para o STF pelo presidente Lula sem nunca ter atuado como Juiz, uma vez que Juiz nunca fora antes, tendo sido, inclusive, reprovado num concurso público para o cargo de Juiz. O voto do ministro do José Antônio Dias Toffoli foi, claramente, submisso a pressões externas aos autos, ou seja, o ministro José Antônio Dias Toffilo mudou seu pensar tal como mudou o ministro Ricardo Lewandovski e insistiu em participar do processo do Mensalão não se declarando impedido para tal conforme dissera em sabatina aos senadores, uma vez que grandes lideranças do PT estão sendo julgadas e, provavelmente, assim agiu porque precisava atender ordens emanadas do Poderoso Chefão do Mensalão; é isso que se pode depurar do voto de Dias Toffilo.

    Felizmente, depois do brilhante voto do ministro relator do processo do Mensalão Joaquim Barbosa votaram mais quatro ministros do STF: Carmem Lúcia, Luiz Fux e Rosa Weber votando pela condenação do réu João Paulo Cunha e Dias Toffilo votando pela absolvição; e o resultado é que, mesmo com o ministro Dias Toffilo não se declarando impedido no processo do Mensalão conforme prometera quando sabatinado pelos senadores, o réu João Paulo Cunha, até agora, foi condenado por 4 votos a dois; e isso, sem dúvida, explica o porquê de ter Dias Toffilo ter sido reprovado em concurso público para o cargo de Juiz, ou seja, não estava preparado para ser Juiz. Cabe, agora, ao magistrado Dias Toffilo torcer pelo impossível: que pelo menos 4 dos cinco Juízes do STF que ainda não votaram (Antônio Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Carlos Ayres Brito, Celso de Mello e Marco Aurélio Mello) votem acompanhando Dias Toffilo e Ricardo Lewandovski; e a se considerar o perfil desse magistrados e que apenas o ministro Antônio Cezar Peluso questionou a aceitação das denúncias do Ministério Público; e possível imaginar, desde logo, que o réu João Paulo Cunha será condenado pelo placar mínimo de 8 votos.
    E ai Lula, o que você vai dizer aos jornais estrangeiros? Que os Juízes do STF ficaram malucos e aceitaram a existência do Mensalão? O que Lula vai dizer aos eleitores: será que vai ter coragem de pedir que votem em candidatos do PT? E os eleitores, será que votarão em candidatos do partido que patrocinou o Mensalão? Será que os eleitores vão votar em candidatos apoiados por ladrões de dinheiro público?
    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia nas REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETRSO e foi Diretor da AEPET.

  16. TODOS OS LADRÕES DO MENSALÃO DE LULA

    Não bastasse a deplorável cena em que Lula se deixou filmar sendo aplaudido de pé na ONU com aplausos roubados, pois, eram destinados ao Secretário Geral da ONU, transformando 200 milhões de brasileiros em chacota internacional: “Ih! Lá vai o cara cujo presidente é ladrão de aplausos”.

    Não bastasse Lula e os petistas terem se aproveitado dos 200 milhões de brasileiros a eles vendendo a ideia de que eram intransigentes defensores da ética – uma mentira confirmada com o MENSALÃO DE LULA.

    Não bastasse Lula e os petistas mentindo aos 200 milhões de brasileiros criticando os projetos sociais e econômicos de Fernando Henrique Cardoso como o Bolsa escola e o Vale Gás (transformados por Lula e pelos petistas em Bolsa Família para substituir O RETUMBANTE FRACASSO DO FOME ZERO).

    Não bastasse Lula e os petistas tentando, a todo o momento, se apropriar dos notáveis feitos econômicos propiciados pelo Plano Real derrotando a inflação de Sarney e pela Lei de Responsabilidade Fiscal impedindo os governantes de gastarem mais do que arrecadam e, com isso, mantendo rigoroso controle de inflação mantendo-a em valores próximos a 5% ao ano, quando, na época de SARNEY, PRINCIPAL ALIADO DE LULA E DO PT, os brasileiros amargavam uma inflação de 80% ao mês.

    Não bastasse a inveja tomando conta dos petistas e de Lula forçando-os, a partir de setembro de 2009, a congelarem o preço da gasolina para, supostamente, controlar a inflação para, logo em seguida, estimularem as montadoras a lançarem o carro flex e orientarem o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a abrirem linhas de créditos com juros vantajosos estimulando os brasileiros a comprarem carros sem que nem as rodovias, nem as refinarias, nem as usinas e muito menos as cidades estivessem preparadas e planejadas para atender essa nova e fortíssima demanda por gasolina estimulada pelo preço congelado nas refinarias. E o resultado dessa BURRICE PETISTA não podia ser mais desastroso e é de conhecimento de todos os brasileiros,

    Primeiro porque o governo abriu mão de uma receita de R$ 40 bilhões/ano em CIDE transferindo a CIDE para a Petrobrás a fim de compensá-la pelos prejuizos de vender gasolina a preço congelado nas refinarias a partir de setembro de 2009, preço 30% inferior ao do mercado internacional, sendo que tal benefício – preço da gasolina congelado – nunca chegou aos consumidores, pois, os usineiros não aceitaram vender o etanol a 70% do preço congelado da gasolina nas refinarias e o resultado foi que o preço da gasolina nos postos deixou de ser controlado pelo governo para ser controlado pelos USINEIROS VENDENDO ETANOL NO CÂMBIO NEGRO, quase ao preço de gasolina; e como a gasolina nos postos é vendida misturada com 20% a 25% de etanol, o congelamento da gasolina nas refinarias não resultou em congelamento do preço da gasolina nos postos.

    Mas, tem muito mais ainda de inveja de Lula e dos petistas das notáveis realizações do presidente Fernando Henrique Cardoso, pois, com a finalidade de destruir a política de preços de derivados de petróleo estabelecida no governo de Fernando Henrique Cardoso, onde, por meio da CIDE, a Petrobrás vendia os derivados de petróleo aos preços do mercado internacional, Lula e seus seguidores usaram e abusaram das transferências de CIDE para a Petrobrás a fim de manter o preço da gasolina congelado sem causar grandes prejuízos a Petrobrás, chegando-se ao absurdo de transferir integralmente a CIDE para a Petrobrás e, assim, a Petrobrás não pode mais usar tal artifício para vender os derivados de petróleo aos preços internacionais.

    Contudo, a INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO DO PT não parou por ai, pois, promoveu um derrame cada vez mais intenso de carros flex nas ruas das cidades brasileiras sem um mínimo de planejamento e o resultado não podia ser mais terrível: por exemplo, todas cidades brasileiras foram e estão tomadas por engarrafamentos insuportáveis com os carros andando a 10 KM/h ou até menos, como o caso da cidade de São Paulo onde percursos antes feitos em 15 ou 20 minutos obrigam os motoristas a enfrentarem engarrafamentos de mais de 3 horas e respirando toneladas e toneladas de gases do efeito estufa que, além dos terríveis danos ao meio ambiente como aquecimento da terra, causam aos que são obrigados a respirar esses gases uma série de doenças respiratórias.

    Mas, a burrice petista não para por ai, pois, o Brasil, que era exportador de gasolina auferindo uma receita cambial de US$ 2,6 bilhões/ano, passou a ser importador de gasolina dispendendo uma reserva cambial de mais de US$ 2 bilhões/ano. E a burrice petista não parou por ai, pois, a inveja de Lula e dos petistas do Estadista Fernando Henrique Cardoso obrigou a que destruissem, de uma vez por todas, a CIDE transferindo-a integralmente para a Petrobrás a fim de amenizar os prejuízos auferidos pela empresa por ser obrigada a vender gasolina nas refinarias a um preço 30% inferior ao preço do mercado internacional e como a demanda é crescente as importações de gasolina são, também, crescentes e, assim, logicamente, e isso é mais que elementar, os prejuízos da Petrobrás são, também, crescentes, o que foi mostrado aos brasileiros quando a empresa divulgou no último trimestre um prejuízo de R$ 1,2 bilhões ao invés do lucro esperado de 8,75 bilhões.

    No entanto, mesmo diante desses números mostrando que a política do governo do PT para os derivados de petróleo é danosa aos cofres públicos, o governo do PT insiste na burrice de manter o preço da gasolina congelado nas refinarias, sem que tal beneficio chegue ao preço nos postos, e incentivou ainda mais outros derrames de carros flex no mercado a ponto de, no último mês, com a pespectiva do fim da vantagem de IPI reduzido, as vendas de carros flex bateram recorde histórico.

    É claro que o resultado dessa BURRICE PETISTA e dessa inveja doentia que têm Lula e os petistas das notáveis realizações do Estadista Fernando Henrique Cardoso tem um preço alto; e a inveja doentia de Lula e dos petistas culminam com um desrespeito a Constituição do Brasil com Lula remetendo ao Congresso 4 projetos de Lei pretendendo criar um novo marco de petróleo para o Brasil, o qual, desde já mais do que ilegal é inconstitucional, mas, ignorando a Constituição do Brasil, os seguidores do Lula, para atender ANSEIOS MEGALOMANIACOS DO PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO, rapidamente batizaram o novo marco de petróleo de marco Lula; jogando no lixo todas as conquistas advindas do Constitucional marco de petróleo criado no governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso pela Emenda Constitucional nº9 como, por exemplo, o aumento da produção de petróleo de 600 mil barris por dia para 1,8 milhões de barris por dia; e isso, repita-se, significou, nos últimos dez anos, numa economia de divisas de US$ 657 bilhões ou R$ 1,314 trilhões; ou o aumento na arrecadação de royalties a partir da Lei do Petróleo, que era de 5% do valor do petróleo bruto e passou a ser de 10% do petróleo bruto; e que, antes da Lei do petróleo, os royalties eram rateados apenas entre Estados e Municípios produtores e Municípios onde ocorressem navios carregando ou descarregando petróleo.

    O Constitucional marco de petróleo do governo de Fernando Henrique Cardoso estabeleceu uma divisão desses royalties mais equânimes entre todos brasileiros, e, assim, foi estabelecido que dos 10% de royalties sobre o valor do petróleo bruto produzido, uma parte seria destinada para o Ministério da Marinha, que antes da Lei do petróleo nada recebia, tendo recebido, nos últimos dez anos, R$ 9,8 bilhões, recursos que deveriam ser usados para comprar helicopteros e navios suficientes para garantir o policiamento das costas brasileiras, fundamentalmente, as regiões onde ocorrem produção de petróleo para prevenir acidentes com derramamento de petróleo no mar e, no entanto, no governo Lula, vários acidentes com derramamento de petróleo no mar ocorreram sem que a Marinha tivesse sido o órgão que avisou as autoridades.

    Uma outra parte dos royalties seria destinada a um Fundo Especial a ser distribuído entre todos Estados fossem ou não produtores de petróleo, tendo, nos últimos dez anos, a Lei do Petróleo destinado R$ 4,93 bilhões para esse fim, contudo, um dos argumentos do senador Mercadante, do PT, para convencer seus pares no Senado a aprovarem a criação de um novo marco de petróleo, o INCONSTITUCIONAL MARCO LULA, foi a mentira de que havia Estados que não recebiam royalties, devendo ser perguntado ao senador Mercadante qual teria sido a destinação dada pelo governo Lula aos R$ 4,93 bilhões se ele, Senador Mercadante, afirmou, categoricamente, na tribuna do Senado, que havia Estados que não recebiam royalties?

    Finalmente, o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso destinou uma terceira e nova parcela dos royalties para o Ministério de Ciência e Tecnologia, que, pela Lei do Petróleo, deveria ter recebido, nos últimos dez anos, R$ 16,4 bilhões, dos quais 40%, ou seja, R$ 6,57 bilhões deveriam ter sido aplicados nos desenvolvimentos científico e tecnlógico das Regiões Norte e Nordeste, devendo ser perguntado ao senador Mercadante, do PT, que também foi ministro da Ciência e Tecnologia, onde foram aplicados esses R$ 16,4 bilhões recebidos pelo ministério e mais especificamento o que foram feitos dos R$ 6,57 bilhões que deviam ser aplicado nas Regiões Norte e Nordeste?

    Se considerarmos as receitas auferidas pelo governo do PT, nos últimos dez anos, em royalties e em CIDE estaremos falando de R$ 1,71 trilhões: vou repetir escrevendo a cifra para que não haja dúvida a respeito: nos últimos dez anos, o governo do PT arrecadou em royalties e em CIDE um trilhaõ e setecentos e dez bilhões de reais, os quais deveriam ter sido aplicados na recuperação e construção de estradas, no saneamento básico das cidades, no desenvolvimento científico e tecnológico das Regiões Norte e Nordeste, no aprimoramento de nossas faculdades, no aparelhamento de nossa Marinha etc., contudo, olhamos em volta e o que temos a ver é senão e apenas estradas conhecidas por estradas da morte, esburacadas, sem acostamentos, com asfaltos de terceira qualidade, enfim, sem mínimas condições de segurança; ou faculdades dilapidadas, ou cidades sem minímas condições de saneamento básico nos levando a perguntar: onde foram parar esses R$ 1,71 trilhões? Escafederam-se? O que tem a dizer o Poderoso Chefão do Mensalão que contesta a existência do Mensalão que está sendo brilhantemente dissecado pelo brilhante voto do relator do processo do Mensalão, ministro Joaquim Barbosa e, também, pelos votos não menos brilhantes e formidáveis dos demais Juizes do Supremo Tribunal Federal com decisões que resultarão em algemar e mandar para a cadeia TODOS OS LADRÕES DO MENSALÃO DE LULA, enchendo os mais de 200 milhões de brasileiros de orgulho de ser brasileiro por saberem que no Brasil a Justiça penaliza com rigor os crimes de colarinho branco.
    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia nas REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETRSO e foi Diretor da AEPET.

  17. OS ELEITORES JULGARÃO OS LADRÕES DO MENSALÃO?

    Os eleitores que primam pela ética e pensam em votar em candidatos do PT devem meditar bastante sobre as citações a seguir feitas por Juízes do Supremo Tribunal Federal indignados com o mar de corrupção que tomou conta do Brasil e assim se referiram a TODOS OS LADRÕES DO MENSALÃO DE LULA: (1) Todos sabem que a corrupção não acontece à luz do dia. Um recebeu em casa (Pizzolato, do Banco do Brasil) e o outro recebeu das mãos da própria mulher (João Paulo Cunha, do PT). (2) Agentes públicos que se deixam corromper qualquer que seja a sua posição na hierarquia do poder (João Paulo Cunha, do PT) e particulares que corrompem os servidores do Estado (Pizzolato do Banco do Brasil), são eles os delinquentes da ética no poder. (3) Disse Pizzolato que apenas fez um favor ao PT de pegar o dinheiro na agência e entregue em envelope. (4) O que fizeram com o Banco do Brasil? Em operações singelas se tiram R$ 73 milhões para não fazer serviços algum. Eu fico a imaginar como nós descemos na escala das degradações. É um fato extremamente grave. (5) O teor da denúncia que o procurador-geral ofereceu e o seu conteúdo fazem me lembrar com preocupação do livro A ARTE DE FURTAR.
    Não é possível que diante de tamanha degradação; não é possível que frente a esse mar de corrupção, onde os petistas comandados por Zé Dirceu, braço direito de Lula, montaram uma quadrilha para roubar dinheiro público, dinheiro criminosamente desviado de verbas que deveriam ter sido aplicadas na educação, ou na segurança, enfim, em beneficio de todos os cidadãos; ainda exista eleitor com o mínimo de ética pensando em votar em candidatos do PT. Os Juízes do STF estão soberanamente julgando os ladrões de dinheiro público sem ouvirem propostas indecorosas e sem se curvarem frente a ameaças dos detentores do poder. No contexto das eleições para vereador e para prefeito, os eleitores votarão dizendo se condenam ou não o roubo de dinheiro público.

    JOSÉ CONRADO DE SOUZA

  18. DILMA É LULA DE SAIA

    SE DILMA NÃO É LULA DE SAIA, BRUXAS EXISTEM, mas, como bruxas não existem a conclusão é o obvio ululante. Logo, nesse contexto, numa desesperadora tentativa de rebater as críticas contundentes e corretas feitas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao governo Lula, a presidente Dilma, que muitos tentam se referir a ela como se não tivesse feito parte de todas as maracutaias, de todas as bandalheiras e de todas as roubalheiras tramadas pela quadrilha petista, montada por Zé Dirceu, no gabinete da Casa Civil, ao lado da sala de Lula, e que Lula, cinicamente, disse que não sabia de nada, que tinha sido traído, que tinha sido enganado, mas, na verdade, Lula esteve presente em todas as etapas de montagem da quadrilha petista, ou seja, sempre fez parte da alta cúpula do PT, tendo, inclusive, escolhido Dilma para substituir Zé Dirceu na Casa Civil; e Dilma e Erenice foram denunciadas por um empresário que dele queriam extorquir uma propina de R$ 540 milhões em um único negócio; melhor seria dizer negociata; outro exemplo não eticamente abonador da ética de Dilma foi quando recebeu a Secretaria da Receita Federal, Dra. Lina Vieira, e lhe deu a ordem criminosa de arquivar processo fiscal que tramitava na Receita Federal contra o filho do todo poderoso Sarney, maior e principal aliado de Lula e do PT, fato que se tornou público e o ex-presidente Lula juntamente com os Senadores do PT Aloizio Mercadante e Ideli Salvatti correram em socorro de Dilma e foram as rádios, as televisões e aos jornais para dizer que era mentira da Dra. Lina Vieira, que ela jamais tinha sido recebida por Dilma: ela que mostre a agenda com dia e hora em que foi ao gabinete da ministra Dilma. Achavam os três membros da alta cúpula do PT, Lula, Mercadante e Ideli Salvatti, que a Secretaria da Receita Federal não tinha tal encontro agendado com a ministra Dilma; e berraram como nunca nas rádios e nas televisões: ela que mostre a agenda. E Dra. Lina Vieira divulgou para a imprensa sua agenda com data e hora em que foi ao gabinete de Dilma para receber a ordem criminosa de arquivar processo fiscal contra o filho de Sarney, o poderoso aliado de Lula e do PT. E ai, os senadores Mercadante e Ideli Salvatti ficaram caladinhos obrigando o então presidente Lula a descer mais um degrau de degradação ética apelando para uma potoca, umamentira deslavada. E qual foi a potoca contada pelo ex-presidente Lula e somente contada depois que a agenda da Dra. Lina Vieira foi mostrada? A potoca contada por Lula desavergonhadamente foi a de dizer aos 200 milhões de brasileiros que tinham sido destruídas as fitas de segurança filmando pessoas entrando e saindo da sala da ministra Dilma naquele dia (SEGURANÇA?!) e, por isso, ele não podia confirmar a agenda da Dra. Lina Vieira. Nesse contexto, de falcatruas, maracutaias, roubalheiras e potocas petistas, os brasileiros tiveram a felicidade de ver confirmada a frase proferida por Abraham Lincoln:
    “VOCÊ PODE ENGANAR UMA PESSOA POR MUITO TEMPO; ALGUMAS PESSOAS POR ALGUM TEMPO; MAS, NÃO CONSEGUE ENGANAR A TODAS POR TODO TEMPO”.
    Em outras palavras, a postura ética e independente da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal julgando e condenando os ladrões do Mensalão está mostrando aos brasileiros que Lula não conseguiu enganar a todos por todo tempo, ou seja, os ministros do STF não acreditaram na potoca de Lula dizendo que iria provar que o Mensalão foi uma invenção da oposição, que não é verdade que membros da cúpula do PT meteram a mão grande nos cofres públicos para roubar dinheiro público e comprar votos de parlamentares. No entanto, as robustas provas constantes dos autos do processo do Mensalão permitiram que os Juízes do Supremo Tribunal Federal arrancassem as máscaras dos ladrões de dinheiro público, apesar da pressão ameaçadora de Lula contra Juízes do STF tentando intimidá-los para agirem de forma a inocentar os ladrões de dinheiro público, mas, para o bem da Ética e da Justiça, os Juízes do STF não se curvaram ao julgo do poder e, assim, os brasileiros estão vendo as faces dos ladrões de dinheiro público. É preciso, portanto, uma radical mudança de atitude dos brasileiros que precisam acordar e perceber que o Poderoso Chefão do Mensalão, lamentavelmente, não está sendo e nem vai ser julgado pelos Juízes do STF porque seu nome não consta entre os nomes dos réus do processo do Mensalão; e isso, desgraçadamente, ocorreu porque a força de pressão do Poderoso Chefão do Mensalão era muito ameaçadora e todos o viam como se fosse um cidadão acima de qualquer suspeita, quando, na verdade, era um tremendo espertalhão tirando o corpo fora do Mensalão e deixando que seus asseclas fossem levados aos tribunais, embora tivesse usado de todos os meios para salvá-los. É fundamental que todos os brasileiros passem a perceber que O PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO não é e nunca foi Zé Dirceu; que Zé Dirceu entre outros petistas foi um mero instrumento nas mãos do verdadeiro Poderoso Chefão do Mensalão, de quem foi sempre preciso sua aprovação aos atos e aos caminhos a serem tomados pelo PT; e foi assim desde sua criação; nada se fez no PT desde sua criação até hoje sem que Lula soubesse e desse aval a respeito; por exemplo, as mulheres guerreiras que criaram o PT acreditando ser um partido político que primava pela defesa da ética como, Heloisa Helena, Luciana genro, Marina da Silva e Luiza Erundina foram expulsas ou obrigadas a saírem do PT por discordarem dos rumos que levavam o partido a se prostituir eticamente se constituindo num instrumento de poder nas mãos de uns poucos com intenção de meterem as mãos grandes nos cofres públicos; e Lula sabia e sempre soube disso, mas, deixou que essas bravas mulheres fossem, como se bruxas fossem, queimadas na fogueira petista; e como elas outros petistas históricos, lamentavelmente muitos, tiveram, também, de sair do PT por discordarem do destino antiético que uns poucos deram ao PT; e foram criar novos partidos como o PV, o PSTU, o PSOL, partidos criados por petistas históricos que discordam do rumo que Lula e seu grupo deram ao PT.
    Portanto, tá na hora de os brasileiros acordarem e perceberem que O VERDADEIRO PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO FOI E É LULA. E quem diz isso não sou eu, mas, sim os fatos: começando com Roberto Jefferson botando a boca no trombone e classificando o petista de rato magro por querer lhe passar a perna lhe dando apenas R$ 4 milhões dos R$ 20 milhões que estava combinado de ser sua parte no saque aos cofres públicos e disse que esse dinheiro público roubado seria usado por Zé Dirceu para comprar consciências de deputados e senadores, tendo Roberto Jeferson, certamente, a fim de fazer média com o Poderoso Chefão do Mensalão, mandado um recado para Zé Dirceu: sai dai, Zé; saia antes que você comprometa um homem bom e inocente; e Lula prontamente se aproveitou da deixa de Roberto Jefferson e, rapidamente, lhe agradeceu publicamente por esse gesto amigo dizendo em entrevista que acreditava tanto em Roberto Jefferson que a ele confiaria um cheque em branco assinado por ele, Lula; no entanto, agora, tendo de enfrentar as denúncias formuladas pelo Ministério Público, o advogado de Roberto Jefferson, devidamente instruído por seu cliente, criticou duramente o Procurador da República por não incluir o ex-presidente Lula na acusação apesar de todas as evidências como, por exemplo, de que Lula sempre soube de tudo sobre a quadrilha do PT no Mensalão, e não podia ser diferente, afinal, toda essa roubalheira de dinheiro público era tramada ao lado da sala do Presidente do Brasil, ou seja, ao lado da sala de Lula; e nessa quadra, o advogado de Roberto Jefferson, devidamente instruído pelo réu, lembrou que Lula foi informado por Roberto Jefferson da existência da compra de votos a parlamentares durante uma reunião no Palácio do Planalto, da qual foram testemunhas Walfrido Mares Guia, Aldo Rabelo, Arlindo Chinaglia e José Múcio Monteiro; e que o olho de Lula chegou a lacrimejar diante dessa informação (devia ser lágrima de crocodilo); e se não bastasse, o governador Marconi Perillo usou as rádios, as televisões e os jornais para dizer aos 200 milhões de brasileiros que, muito antes de Roberto Jefferson ter botado a boca no trombone dizendo que ratos magros queriam lhe passar a perna, ele, Marconi Perillo, havia prevenido Lula de que falcatruas mil aconteciam na sala ao lado da sua, com Zé Dirceu comprando votos de parlamentares e até a mudança de partidos, porém, Lula preferiu dar uma de ouvido de mercador e nada fez a respeito, ou seja, até fez como as várias tentativas de salvar os ladrões do Mensalão, inclusive, com a promessa de provar que o Mensalão nunca existiu; e passou a perseguir Marconi Perillo de todas maneiras possíveis e tudo fez para derrotá-lo politicamente em Goiás, porém, os eleitores elegeram Marconi Perillo governador de Goiás. São fatos públicos gravados em fitas do Google que não foram destruídas e que podiam e deviam ter sido usadas para arrolar o ex-presidente Lula entre os réus do processo do mensalão.
    E mais ainda, os autos do processo do Mensalão, contendo provas robustas contra os ladrões de dinheiro público, provam que, a despeito de Lula, o Mensalão existe e que os ladrões de dinheiro público, não todos porque alguns escaparam por falta de provas e outros porque o nome não constava do rol dos denunciados pelo Ministério Público, estão sendo condenados pelos Juízes do Supremo Tribunal Federal, mostrando que o Brasil está mudando, e mudando para melhor graças aos Juízes do STF, não todos, que não se curvaram diante das fortíssimas pressões do Poderoso Chefão do Mensalão prometendo em troca da submissão dos ministros do STF usar seu poder para impedir que os magistrados da Suprema Corte do Brasil fossem convocados a depor na CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira, pois, na citada CPI nada se faz sem que o Poderoso Chefão do Mensalão seja consultado; porém, os Ministros do STF não se curvaram as ameaças do Poderoso Chefão do Mensalão, restando, agora, aos brasileiros darem, também, uma resposta a esses ladrões de dinheiro público nas eleições para prefeito não votando em candidatos do PT ou em candidatos apoiados pelo PT. Nas eleições para prefeito Os brasileiros precisam dar uma demonstração de que já perceberam que LULA É O PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO E DILMA É O LULA DE SAIA.
    Os brasileiros precisam mostrar a Lula e a Dilma que as potocas contadas por eles já não enganam a todos, que a maioria já começa a perceber que Lula deixou sim uma herança pesada como afirmou Fernando Henrique Cardoso no artigo “Para Onde Vamos?”, publicado no Globo e no Estadão; e se Dilma não recebeu de Lula um País sob a intervenção do FMI como disse ao tentar responder o citado artigo, ela que agradeça não a Lula, mas, sim, ao governo de Fernando Henrique Cardoso derrotando a inflação de Sarney com o Plano Real e mantendo a mesma controlada com a Lei de Responsabilidade Fiscal; agradeça as privatizações e a Lei da CIDE no governo de Fernando Henrique Cardoso propiciando uma arrecadação de impostos suficiente para pagar a dívida externa e formar uma reserva de R$ 500 bilhões, agradeça a Lei do Petróleo sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, criando condições para aumentar a produção de petróleo de 600 mil barris/dia para 1,8 milhões de barris/dia, resultando numa economia perene de divisas de US$ 50,37 bilhões/ano ou R$ 100,74 bilhões/ano, que, nos dez anos de governo do PT, representaram uma economia de divisas superior a R$ 1 trilhão de reais, e isso, sim, possibilitou o Brasil a pagar sua dívida externa e aumentar como nunca o PIB se transformando numa das seis maiores economia do mundo; Dilma deve agradecer, também, ao PROER do governo Fernando Henrique Cardoso resgatando a saúde financeira do sistema bancário do Brasil; e quanto a critica de Dilma sobre apagão é preciso reconhecer que no governo de Fernando Henrique Cardoso ocorreu apenas um apagão enquanto no governo do PT já tivemos vários apagões e se não aconteceu o pior com a paralisação energética do Brasil isso se deve graças a medidas tomadas por governo anteriores ao governo do PT como a criação do horário verão só realmente oficializado e tornado obrigatório no governo de Fernando Henrique Cardoso, que, também, incentivou a população a trocar lâmpadas quentes por lâmpadas frias, medidas que significaram uma redução de consumo de energia de mais de 30%. Ou seja, não fossem essas medidas tomadas no governo de Fernando Henrique Cardoso e o Brasil já teria parado nas mãos do PT, que nada acrescentou em termos energéticos, a não ser projetos que ainda não saíram do papel como todos os projetos petistas e os exemplos abundam: Fome Zero, um zero a esquerda; transposição do Rio São Francisco, um grande fiasco; refinaria de Recife, um superfaturamento de mais de 500%; a crise moral com oito ministros demitidos com menos de um ano do governo Dilma por envolvimento em roubo de dinheiro público; criação do carro flex no governo Lula levando o caos para o trânsito de todas cidades com engarrafamentos insuportáveis e derramando toneladas e toneladas de gases do efeito estufa no ar que respiramos, e provocando o aquecimento da terra com consequentes tragédias ambientais como tufões, maremotos etc.; desrespeito a Lei da CIDE causando prejuízo de R$ 1,2 bilhões a Petrobrás no último trimestre ao invés de lucro de R$ 8,75 bilhões; transformação da Petrobrás de exportadora de gasolina em importadora de gasolina; Belo Monte, uma usina cara e inútil; e, enfim, O MENSALÃO, uma quadrilha de petistas forjada ao lado da sala de Lula como prova maior da incompetência e da corrupção que norteiam o PT.
    PENSAR QUE LULA NÃO SABIA DESSAS BANDALHEIRAS E QUE DILMA NÃO PARTICIPOU ATIVAMENTE DE TODAS AS ETAPAS É ACREDITAR QUE BRUXAS EXISTEM E DILMA NÃO É LULA DE SAIA, MAS, É: BRUXAS NÃO EXISTEM E DILMA É LULA DE SAIA.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  19. ENERGIA ELÉTRICA 16% MAIS BARATA É ELEITOREIRA

    Após dois meses, o aumento no preço da gasolina nas refinarias da Petrobrás com o governo reduzindo a zero a CIDE em favor da Petrobrás já perdeu seu efeito prático, ou seja, para evitar a alta no preço da gasolina para os consumidores, o governo reduziu a zero o valor da CIDE, um imposto sobre combustíveis, e as consequências não podiam ser piores: o governo abriu mão de uma arrecadação de CIDE de 40 bilhões/ano; o Brasil passou de exportador de gasolina com receita de R$ 3 bilhões/ano para importador com dispêndio de R$ 3 bilhões/ano ou mais; e isso resultou numa brutal queda do PIB fazendo com que o Brasil perdesse posições na classificação mundial e em um prejuízo para a Petrobrás de R$ 1,2 bilhões no último trimestre.

    Nesse contexto de oba! oba! eleitoreiro do governo do PT, ou seja, com manutenção irresponsável da redução de IPI resultando num derrame ainda maior de carros sobre as ruas das cidades; e digo de todas as cidades, desde a menorzinha até a maior de todas, já tomadas por engarrafamentos gigantescos e insuportáveis com os carros trafegando a menos de 5 KM/h, obrigando os motoristas a terem muita paciência para suportar o tempo de 4 horas num trajeto que antes demorava menos de 15 minutos; e ainda tendo de respirar um ar altamente contaminado por gases do efeitos estufa.

    Porém, isso não é o mais desagradável para o governo e nem para os brasileiros, pois, com as produções de gasolina e de etanol estagnadas haverá uma necessidade cada vez maior de importação de maiores volumes de gasolina a um preço 30% superior ao que a Petrobrás é obrigada a vender em suas refinarias e isso significa a manutenção das condições economicamente desfavoráveis que resultaram num prejuízo de R$ 1,2 bilhões para a Petrobrás no trimestre passado. Claro que junto com o prejuízo da Petrobrás o governo terá de se contentar também com redução do PIB pela perda de arrecadação de IPI; e todo isso vai atrasar ainda mais os investimentos nas obras do Pré-sal.

    E a burrice do governo do PT não para por ai, ou seria melhor dizer o OPORTUNISMO ELEITOREIRO DO GOVERNO DO PT não para por ai, pois, a presidente Dilma, com toda pompa do sete de setembro, anunciou que a energia elétrica passará a ser vendida a um preço 16% mais barato. É claro que sendo a energia vendida a um preço menor o governo arrecadará menos impostos na venda de energia e, com isso, o PIB do Brasil cairá ainda mais; mas, a incompetência do governo do PT não para por ai, melhor dizendo, não para por ai A VONTADE DO PT EM ENGANAR OS ELEITORES lhes prometendo algo que será impossível manter por muito tempo.

    Ou seja, se os eleitores tiverem pelo menos dois dedos de testa perceberão que comprar energia a preço 16% mais barato conforme anunciou a presidente Dilma é algo impossível de se manter por muito tempo nas condições vigentes: preço do petróleo a mais de US$ 115/barril, e com o preço sendo pressionado por aumentos decorrentes do conflito beligerante entre Irã e EUA; reservatórios das usinas em níveis baixos obrigando produção de energia térmica mais cara que a hidráulica etc.; e se tiverem mais de dois dedos de testa os eleitores perceberão que o tempo para suportar condições econômicas tão adversas será de, no máximo, dois meses, significando que, em novembro, em seguida ao encerramento da contagem dos votos nas urnas do 2º turno das eleições ou mesmo antes, o governo do PT será obrigado a aumentar bastante o preço da energia elétrica e a restabelecer o IPI sobre carros, ficando claro que as medidas agora tomadas pela presidente Dilma são eleitoreiras e têm o objetivo único de O PT ENGANAR OS ELEITORES.

    E digo isso me baseando no fato de que, devido aos períodos de secas que muitos Estados estão atravessando, o governo foi obrigado a colocar várias usinas termoelétricas para produzir eletricidade a fim de compensar a queda de geração de energia elétrica nas usinas hidráulicas, devido aos baixos níveis dos reservatórios das usinas; e como produzir energia em usinas termoelétrica é bem mais caro do que produzir em usinas hidráulicas, fica claríssimo que a REDUÇÃO DO PREÇO DA ELETRICIDADE EM 16% É ELEITOREIRA; e, assim, é preciso uma forte reação dos partidos de oposição a esse respeito, POIS, É IMPOSSÍVEL O GOVERNO DO PT TER UM ESTUDO SÉRIO mostrando ser possível vender energia elétrica a um preço 16% mais barato quando o esperado deveria ser o contrário, principalmente, nas condições adversas citadas, isto é, com as barragens das usinas em níveis mínimos, com a seca dos EUA pressionando os produtores do mundo inteiro a produzirem mais para exportar mais, com os preços dos combustíveis no mercado internacional sendo majorados a cada momento e, enfim, e com a obrigação de o governo do PT colocar várias usinas termoelétricas para operar com diesel importado a preço do mercado internacional.

    Ou seja, se o Brasil passou a gastar mais para gerar a mesma quantidade de energia por ter sido obrigado a produzir energia térmica, bem mais cara que energia hidráulica, o correto, O ÓBVIO ULULANTE, seria aumentar o preço da energia elétrica ou no máximo manter o preço vigente em 7 de setembro. Enquanto, repito: REDUZIR O PREÇO DA ENERGIA ELÉTRICA EM 16% É, SIM, MEDIDA ELEITOREIRA.

    Mas, voltando ao preço da gasolina nas refinarias da Petrobrás, que já está mais defasado em relação aos valores internacionais do que antes do reajuste de 25 de junho e considerando os derrames sucessivos de novos carros nas ruas sem que as cidades estejam preparadas, sem que as estradas estejam devidamente pavimentadas, sem que a Petrobrás tenha refinarias suficientes para atender essa demanda cada vez maior por gasolina e sem que, enfim, o etanol apareça como sobra apesar de os postos estarem quase sem vender etanol, indicando que a gasolina vendida nos postos deve estar sendo comercializada com teores de etanol bem acima de 30%; e só não percebe isso quem não é capaz de fazer uma conta de somar 2 +2 e achar que vai dar cinco ou mais. Não vai: a matemática é precisa a esse respeito 2 + 2 só pode dar como resultado 4.

    Ou seja, o que estou querendo dizer é que os proprietários de carros flex, com conivência das autoridades, melhor dizendo com aval aparente do governo do PT, estão comprando gato por lebre, ou seja, entram nos postos para abastecer seus carros com gasolina misturada com 20% de etanol, mas, estão abastecendo com gasolina misturada com 30% ou mais de etanol, aliás, conforme já foi demonstrado por jornalistas do Fantástico da TV Globo, num excelente trabalho investigativo, que deveria ter sido feito por técnicos da ANP, mostrando o absurdo de um carro flex ser abastecido com 100% de etanol como se fosse mistura de gasolina mais 20% de etanol, e ninguém foi preso e nenhum posto foi fechado por cometer crimes desse tipo contra os proprietários de carros flex que, pelo andar da carruagem, continuam sendo roubados, ou seja, continuam comprando etanol como se fosse gasolina com 20% de etanol.

    É claro que alguns poucos estão se locupletando dessa tremenda sacanagem com os proprietários de carros flex; é claro que os usineiros devem estar vendendo etanol no câmbio negro, possivelmente, vendendo etanol ao preço da gasolina nas refinarias da Petrobrás; é claro que as distribuidoras também devem estar vendendo etanol a preços majorados e os postos devem continuar vendendo gasolina com teores de etanol de 30% ou até mesmo de 100%; e é claro que os partidos políticos da base de apoio do governo que permite essa sacanagem devem estar recebendo propinas eleitoreiras por baixo dos panos; os tais dos recursos não contabilizados.

    E é nesse contexto de sacanagem que os eleitores vão votar nas eleições para prefeito e para vereador, podendo e devendo os eleitores dar uma resposta a altura ao governo do PT que acha que os eleitores não têm neurônios suficientes para perceberem que as medidas do IPI reduzido sobre carros flex e de venda de energia elétrica a preço 16% menor que o vigente em 7 de setembro são medidas meramente eleitoreiras e que OS ELEITORES PAGARÃO ALTO PREÇO TÃO LOGO AS URNAS DO 2 TURNO SEJAM ABERTAS E OS VOTOS CONTADOS, OU MESMO ANTES.

    Portanto, o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), está coberto de razão quando acusa a presidente Dilma Rousseff de usar a máquina pública para atacar adversários e de fazer propaganda eleitoral em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão; e disse que o PSDB adotará medidas legais contra a iniciativa da presidente Dilma anunciando a redução irresponsável de 16,2% no preço das tarifas de energia elétrica; e se essa representação judicial realmente ocorrer será bastante difícil ou até mesmo impossível a presidente Dilma justiçar e defender essa redução no preço da tarifa de energia elétrica exatamente quando o governo foi obrigado a colocar várias usinas termoelétricas em operação gerando energia elétrica a um preço muito mais caro para compensar a redução de produção de energia mais barata nas usinas hidráulicas por estarem com reservatórios em níveis mínimos.

    Ou seja, as condições vigentes são de aumento de preço de energia elétrica e jamais de redução; o máximo que se poderia admitir seria o governo manter o preço atual para não aumentar ainda mais o DESGASTE DO PT POR TER SIDO O PARTIDO QUE IDEALIZOU E CRIOU O MENSALÃO PARA ROUBAR DINHEIRO PÚBLICO A FIM DE COMPRAR VOTOS DE DEPUTADOS E SENADORES; e isso justifica, também, a fala do candidato a prefeito de São Paulo José Serra criticando a presidente Dilma por usar a cadeia nacional para fazer propaganda eleitoral para o PT, o que não seria novidade uma vez que, na visão de Serra, o PT sempre usou dessa prática; fazer campanha eleitoral é normal, agora, usar a cadeia nacional para fazer propaganda eleitoral é abuso de poder, principalmente porque, os fatos e dados conhecidos apontam que o máximo que se pode admitir com relação ao preço da tarifa de energia elétrica seria a manutenção do preço vigente em 7 de setembro, pois, REDUZIR O PREÇO DA TARIFA DE ENERGIA ELÉTRICA NAS CONDIÇÕES CITADAS É MEDIDA ELEITOREIRA, que terá de ser revertida tão logo ou mesmo antes de serem totalizados os votos do 2º turno; e por isso mesmo, data vênia, se provocada pelo PSDB a respeito, certamente, MERECERÁ ATITUDE SEVERA DA MINISTRA CÁRMEM LÚCIA ANTUNES ROCHA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  20. DE QUEM É O MAIOR APAGÃO ELÉTRICO DA HISTÓRIA DO BRASIL?
    Os apagões de energia elétrica ocorridos entre 1995 e 2010 surpreendentemente não ocorreram apenas no governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso conforme maldosa e levianamente tem sugerido nas rádios e televisões a presidente Dilma Russeff, se ‘esquecendo’, inclusive, que foi ministra de Minas e Energia entre 2003 e 2005.
    Fotos Gustavo Miranda/Ag. O Globo/ Ed Ferreira/AE

    Vejamos o que dizem os fatos e não as mentiras petistas.
    Fatos no governo de Fernando Henrique Cardoso: 1) Fevereiro de 1997: apagão no Rio de Janeiro; 2) novembro de 1997: apagão no Rio de Janeiro; 3) abril de 1998: apagão nos Estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste; 4) março de 1999: apagão em nove Estados e no Distrito Federal; 5) dezembro de 2000: apagão em doze estados de Sudeste, Sul e Centro-Oeste; 6) Janeiro de 2002: apagão em dez Estados.
    Fatos no governo de Luiz Inácio Lula da Silva: 1) Janeiro de 2003: apagão no Rio de Janeiro; 2) Janeiro de 2005: apagão no, Rio de Janeiro, no Espírito Santo e em parte de Minas Gerais; 3) março de 2008: apagão em São Paulo; 4) novembro de 2009: apagão em 18 estados de Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, além do Distrito Federa. Foi o maior apagão da história brasileira em extensão. No total, 28 000 megawatts, ou 45% de toda a energia que estava sendo consumida no Brasil naquele momento, sumiram dos fios. 5) novembro de 2009: apagão no Rio de Janeiro; 6) Fevereiro de 2010: apagão em todo Nordeste; 7) dezembro de 2010: apagão no Rio de Janeiro: 8) fevereiro de 2010: apagão em oito Estados do Nordeste.
    Consequências: o presidente Fernando Henrique Cardoso tomou quatro importantes decisões: concluiu a construção da Usina Angra II; lançou e concluiu o Plano Prioritário de construção de 12 usinas termoelétricas a gás; tornou obrigatório o horário de verão; e incentivou a adoção de lâmpadas frias, resultando essas quatro medidas numa economia de, pelo menos, 30% de energia elétrica; foi como se três grandes usinas do porte de Belo Monte tivessem sido construídas; e não fora isso o Brasil já teria parado nas mãos incompetentes do governo do PT por falta de energia, pois, até hoje, o governo do PT nada acrescentou em termos de geração de energia a não ser projetos que se arrastam no tempo como, por exemplo, a Usina Angra III, cuja construção está parada; e Usina de Belo Monte, que enfrenta fortíssima oposição dos ambientalistas; e, portanto, mais parecem obras de ficção.
    Nesse contexto, Dilma, que foi ministra de Minas e Energia no governo Lula, afirmou em 29 de outubro de 2009: “temos certeza de que não vai ter apagão”; e, no entanto, EM 16/11/2009, OS BRASILEIROS SOFRERAM O MAIOR APAGÃO DE QUE SE TEM NOTÍCIA NA HISTÓRIA DO BRASIL, deixando 18 Estados nas trevas.

    Apesar desses absurdos, temos hoje a conduta condenável da presidente Dilma pretendendo convencer os brasileiros de que os apagões só ocorreram no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, embora os fatos a tornem uma mentirosa frente aos brasileiros, pois, os fatos mostram oito apagões no governo de Luiz Inácio Lula da Silva contra seis no governo de Fernando Henrique Cardoso, sendo que o maior apagão da História do Brasil ocorreu no governo Lula e, além disso, há uma diferença fundamental entre os dois governos: no do presidente Fernando Henrique Cardoso foram tomadas medidas que resultaram num grande incremento de oferta de energia ao Brasil, enquanto no governo de Luiz Inácio Lula da Silva temos apenas projetos de ficção de geração de energia.
    Contudo, não satisfeita com esses deslizes éticos, Dilma foi as rádios, as televisões e aos jornais para dizer que vai praticar a maior redução no preço da tarifa de energia elétrica da história desse País, omitindo dos brasileiros que, na verdade, ela está apenas se antecipando a uma determinação que, certamente, viria do Tribunal de Contas da União, por ter constatado que, durante os oito anos do governo Lula, as concessionárias de energia elétrica cobraram dos brasileiros R$ 7 bilhões a mais nas contas de luz; e, matreiramente, a presidente Dilma aproveitou os festejos do dia da Pátria para fazer esse anúncio eleitoreiro de redução de 16,2 no preço da tarifa de energia elétrica em cadeia nacional com o propósito quase explicito de pretender desviar a atenção dos brasileiros do processo do Mensalão, onde o Meritíssimo Juiz do STF, o relator do processo do Mensalão, Ministro Joaquim Barbosa está dando uma lição de ética aos brasileiros ao condenar, com rigor máximo da Lei, a quadrilha petista de ladrões de dinheiro público, mas, Dilma não vai conseguir desviar a atenção dos brasileiros que permanecerão atentos ao julgamento do processo do Mensalão, mas, atentos, também, estão para perceberem essa manobra eleitoreira da presidente Dilma. Lamentável.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  21. O MENSALÃO ATÉ O JULGAMENTO DO ITEM 4

    Na semana que se passou, mais precisamente na segunda-feira, quarta-feira e quinta-feira, os brasileiros tiveram a oportunidade acompanhar o notável desempenho dos Juízes do Supremo Tribunal Federal que decidiram pela condenação de 10 dos 36 réus do Processo do Mensalão, acusados de lavagem de dinheiro no item 4 do Processo do Mensalão, tendo sido condenados, além do deputado João Paulo Cunha, do PT, Marco Valério (10 a 0), Ramón Hollerbach (10 a 0), Simone Vasconcelos (10 a 0), Cristiano Paz (10 a 0), Kátia Rabelo (10 a 0), José Roberto Salgado (10 a 0); e deixaram de ser condenados por maioria os réus Geiza Dias (7 a 3), Vinicius Samarane (8 a 2) e Rogério Tolentino (8 a 2;); tendo sido votos vencidos os dos ministros José Antônio Dias Tofolli e Ricardo Lewandovski; e os votos desses dois Juízes tentando absolver o réu Rogério Tolentino do crime de lavagem de dinheiro, sob a alegação de ele era mero advogado de Marco Valério, é indicio de como se comportarão os dois Juízes quando forem examinar fatos que comprometem o réu José Dirceu, principalmente porque foi Rogério Tolentino quem, a pedido de Marcos Valério, comprou apartamento para uma das ex-mulheres de José Dirceu, que, também, foi empregada no BMG; e, se não bastasse, foi Rogério Tolentino quem pediu emprestado R$ 10 milhões ao BMG, que permitiu lavagem de dinheiro.

    Nas seções do Supremo Tribunal Federal realizadas para o julgamento do Processo do Mensalão, os brasileiros têm assistido, desprazerosamente, até a conclusão do 4º item do desdobramento do Processo do Mensalão, ao esforço hercúleo dos ministros José Antônio Dias Toffoli e Ricardo Lewandovski, especialmente desse último, que é o relator do processo; e que, segundo noticiado na mídia, tem adotado conduta agressiva em relação as teses do ministro relator Joaquim Barbosa com a finalidade de irritá-lo, de modo que o relator passe a adotar atitudes de um desequilibrado (aliás, alguns jornalistas de plantão possivelmente atendendo ordens do Poderoso Chefão do Mensalão, tem escrito artigos falando sobre o suposto desequilíbrio do ministro Joaquim Barbosa, tentando desmerecer o já histórico voto do Relator do Mensalão; e quem quiser saber os nomes dos jornalistas basta clicar no Google Joaquim Barbosa desequilibrado que saberão os nomes desses jornalistas de plantão; jornalistas que, lamentavelmente, se ajoelham frente aos poderosos, mas, para economizar tempo dos leitores, desde já, dou o nome de dois jornalistas que usam seus blogs para se prestar a esse ridículo papel de baba ovo de Lula; são eles o jornalista Paulo Henrique Amorim – bloghttp://www.oparaguacu.com e Luís Nassif – bloghttp://www.oparaguacu.com); e toda essa baixaria contra o ministro Joaquim Barbosa para tentar preparar terreno jurídico propício a absolvição dos réus políticos do Mensalão, ou seja, para preparar a absolvição dos ladrões de dinheiro público, especialmente a absolvição de Zé Dirceu, que foi o idealizador daquilo que está sendo conhecido pelos brasileiros como o maior esquema fraudulento de roubo de dinheiro público, montado, para vergonha de todos os brasileiros, no gabinete da casa civil e desgraçadamente ao lado da sala do presidente Lula, que não teve pejo de dizer que não sabia de nada, de dizer que foi enganado, de dizer que foi traído, mas, até, hoje, não deu nomes dos companheiros que o enganaram e muito menos dos que o traíram. Que baixaria seu Luís Nassif; que atitude deplorável seu Paulo Henrique Amorim. Um mínimo de ética não faz nenhum mal, principalmente quando se abraça a profissão de jornalista em que o maior compromisso é com a verdade e jamais com a mentira. Quero dizer que postei esse texto nos blogs dos dois jornalistas, mas, foi censurado pelos que estão a serviço das trevas, das mentiras. É uma pena. E fecho o parêntese para dizer:

    Contudo, com a proximidade do início do julgamento dos ladrões de dinheiro público, ou seja, julgamento dos membros da quadrilha do Mensalão, Lula não mediu esforços para ajudar aqueles seus companheiros de sempre, aqueles companheiros que estiveram junto dele antes, durante e depois da fundação do PT; e, principalmente depois que chegaram ao poder com a sede e a fome de dinheiro público como nunca antes visto na história desse País; e, assim, Lula começou a lançar dúvidas sobre o Mensalão, esquecendo lá atrás suas lágrimas de crocodilo, quando lacrimejou ao ouvir Roberto Jefferson chamar os petistas de ratos magros por quererem lhe passar a perna lhe dando apenas R$ 4 milhões dos R$ 20 milhões que estavam combinados.

    Primeiro, numa entrevista na França, Lula disse duvidar da existência do Mensalão e que, na verdade, o que tinha acontecido tinha sido o uso de dinheiro de sobras de campanha, os tais recursos não contabilizados, que Delúbio Soares assumiu ter distribuído entre partidos da base de apoio do governo. E ali, na França, o Poderoso Chefão do Mensalão lançou a semente dos recursos não contabilizados convicto de que até o julgamento seria um crime já prescrito; e essa tese dos recursos não contabilizados foi assumida por todos os advogados de defesa dos 38 réus acusados pelo Ministério públicos de serem membros de quadrilha montada por Zé Dirceu para roubar dinheiro público, ou seja, os advogados de defesa agiram como se fossem uma orquestra afinadíssima regida pelo Poderoso Chefão do mensalão tocando a ária dos recursos não contabilizados, tendo como solista o advogado Márcio Thomaz Bastos.

    Depois, “an passant”, plantaram na mídia a tese de desequilíbrio psíquico do ministro Joaquim Barbosa, com o intuito de desacreditar o relator do Processo do Mensalão. E, em seguida, começaram a pressionar os demais ministros do STF chegando-se ao absurdo de se ameaçar o ministro Gilmar Mendes com a possibilidade de ele ser chamado pela CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira a se explicar sobre a viagem que fez a Rússia na companhia do senador Demóstenes Torres; o que provocou uma reação forte do ministro do STF dizendo que podiam ir fundo na CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

    Por outro lado, os brasileiros que assistiam a todas essas manobras antiéticas de pressão contra os Juízes do STF que iriam julgar os ladrões de dinheiro público, membros da quadrilha do Mensalão, tinham uma forte suspeita de que todos esses ladrões de dinheiro público seriam inocentados, afinal, pensavam os brasileiros lá com seus botões: o STF é formado por onze Juízes, dos quais oito indicados pelo governo do PT, ou seja, oito votos deveriam acontecer de acordo com a vontade do Poderoso Chefão do Mensalão, que já mandara muitos recados dizendo como deveriam votar os Juízes do STF, ou seja, os votos deveriam ser no sentido de sacramentar a tese dos recursos não contabilizados, crime desde logo assumido por Delúbio Soares por saber já prescrito.

    Contudo, para surpresa dos brasileiros, assistimos inicialmente a leitura do brilhantíssimo voto do relator do Processo do Mensalão, ministro Joaquim Barbosa, ao qual se contrapôs o voto do ministro revisor do Processo do Mensalão, ministro Ricardo Lewandovski; tendo sido essa absurda discrepância entre os dois votos efusivamente festejada pelo advogado Marcio Thomas Bastos, ex-ministro da Justiça do governo Lula, ex-advogado do bicheiro Carlinhos Cachoeira e agora advogado de réu acusado de ser ladrão de dinheiro público, dizendo: “ótimo, agora temos estabelecido o contraditório e os demais Juízes do STF poderão escolher um dos dois caminhos”, ou seja, ou abraçam o relatório do relator Joaquim Barbosa; ou abraçam o relatório do revisor Ricardo Lewandovski.

    E aqui um parêntese de um leigo em assuntos jurídicos, mas, que, assistindo ao didático e transparente julgamento, aprendeu que, em linhas gerais, o relatório de um revisor deve se somar ao relatório do relator com algumas e pequenas discordâncias, afinal, são relatórios elaborados por Juízes de grande saber jurídico e não teria nenhum sentido que analisando os autos de um mesmo processo chegassem a conclusões tão absurdamente opostas como foi o caso em tela, o que, na visão do brilhante advogado Márcio Thomaz Bastos resultaria em votos completamente distintos por parte dos demais Juízes do Supremo Tribunal Federal. Portanto; como leigo, a única conclusão a que posso chegar é que um dos dois ministros, ou relator ou o revisor, está sofrendo fortíssimas pressões externas aos autos, ou seja, está sofrendo pressões para julgar não de acordo com os autos, mas, sim, conforme ordem emanada de fora dos autos, porém, essa minha dúvida não perdurou por muito tempo, pois, com os demais ministros votando e com a maioria esmagadora abraçando as teses defendidas pelo ministro relator Joaquim Barbosa ficou tudo muito claro.

    E, assim, contrariando a tese do advogado Márcio Thomaz Bastos de que os Juízes do STF votariam divididos, os brasileiros tiveram a satisfação de ouvir os votos não menos brilhantes dos demais Juízes abraçando quase “in totum” o relatório do ministro Joaquim Barbosa; e foram votos com fortíssimas fundamentações jurídicas e que, desde logo, apontam para a condenação dos demais réus acusados de serem ladrões de dinheiro público. Mas, só confirmaremos isso a partir de segunda feira quando o ministro Revisor Joaquim Barbosa continuar a leitura do seu histórico voto no processo do Mensalão, em relação ao item 5º.

    No entanto, os brasileiros já podem ter certeza de que, para desespero de Lula, do PT e dos mensaleiros, os ministros José Antônio Dias Toffoli e Ricardo Lewandovski serão votos vencidos e o STF deverá se decidir por maioria dos votos pela condenação de 36 dos 38 réus acusados de fazerem parte de uma quadrilha montada para roubar dinheiro público; e, certamente, algum dos petistas condenados a ficar na prisão, ou parentes dele, poderá dar com a língua nos dentes como está acontecendo com parentes de Marcos Valério, dizendo que Marco Valério confidenciara a seus familiares que o Poderoso Chefão do Mensalão é e sempre foi Luiz Inácio Lula da Silva: noticia que ouvi na rádio e que teria sido publicado na Revista Veja, com o líder do PT em São Paulo contestando a veracidade da publicação na Revista Veja dizendo que não se pode dar crédito a uma pessoa condenada a mofar na prisão; e que esse fato e os fatos relatados no processo do Mensalão, absolutamente, não interfeririam no resultado das eleições, como se fosse possível os eleitores votarem em candidatos de um partido que já foi condenado pelo STF de ser o idealizador do Mensalão sob o comando do Zé Dirceu, que era e acho que ainda é braço direito de Lula. Já imaginaram isso se repetindo com Zé Dirceu; já imaginaram Zé Dirceu sendo condenado a ser algemado e preso; e dando ele ou algum parente seu com a língua nos dentes tendo o contraponto do presidente do PT falando que se trata de um condenado a prisão e que, portanto, o povo brasileiro não lhe deve dar ouvidos? E o ministro José Antônio Dias Toffoli, o que vai dizer em casa não apenas por ter participado do processo do Mensalão onde foram julgados e condenados vários petistas, sendo que o ministro José Antônio Dias Toffoli foi voto vencido por tentar absolver os ladrões de dinheiro público com o agravante de que quando sabatinado no senado e indagado a respeito teria dito que se declararia impedido para julgar no STF processos onde petistas fossem réus? E agora, Dias Toffoli, o que vai dizer aos seus? E os jornalistas que se prestaram ao ridículo e antiético papel de mostrar o relator do Processo do Mensalão como sendo um desequilibrado, o que vão dizer ao Poderoso Chefão do mensalão por não terem conseguido o baixo propósito? E o ministro Lewandovski, como irá encarar seus pares por ter assumido um papel desqualificante e esse, sim, desequilibrado? E, finalmente, uma pergunta ao cidadão eleitor: você vai votar em candidatos do partido que criou o Mensalão?

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  22. O DESESPERO ESTÁ TOMANDO CONTA DOS PETISTAS

    Está coberto de razão o ministro relator do Processo do mensalão, o Meritíssimo Juiz do STF Joaquim Barbosa, ao dizer que o fato do julgamento do mensalão coincidir com a eleição não interessa, embora, com isso, O DESESPERO ESTÁ TOMANDO CONTA DOS PETISTAS; e, sobre isso, Lula costuma usar chavões futebolísticos para atacar seus adversários; e nessa quadra, considerando que no futebol o choro dos perdedores é livre; e na ausência de uma defesa condizente contra os que acusam Lula de ser o Poderoso Chefão do Mensalão – maior esquema de roubo de dinheiro público da História do Brasil – um dos seguidores fanáticos de Lula, do tipo que com ele brinca de “Bento que Bento é o Frade”, ou seja, que obedece cegamento aos comandos de Lula, não importando se tais comandos sejam antiéticos, o Senador Jorge Viana, do PT do Acre, partiu para a linha de frente de sua defesa no plenário do Senado para dizer que o esquema de roubo de dinheiro público concebido por Zé Dirceu, no gabinete da Casa Civil, ao lado da sala de Lula, escândalo que ficou conhecido dos brasileiros e do mundo, para vergonha de todos brasileiros, como Mensalão; é devido a uma elite intolerante e preconceituosa; e que entre a cópia mal feita julgada hoje pelo STF ele prefere ficar com a original feita com mais competência pelo PSDB de Minas Gerais.

    Vê-se, claramente, nas palavras do Senador Jorge Viana, do PT, o desespero dos perdedores, o desespero dos que estavam mascarados e roubando dinheiro público e não contavam com a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal arrancar as máscaras dos meliantes e mostrar aos brasileiros as faces dos ladrões de dinheiro público. E o desespero se agiganta na pessoa do Senador Jorge Viana porque ele e os petistas do Mensalão se achavam cidadãos acima de qualquer suspeita, uma vez que dos onze Juízes do STF oito tinham sido indicados pelo PT; e, por isso, achavam os membros da quadrilha do Mensalão que jamais seriam desmascarados e condenados por um Poder Judiciário que, supostamente, estava em suas mãos; mas, agora, vendo que não é bem assim, apelaram até mesmo para ameaças a Juízes da Suprema Corte de Justiça, como foi o caso do ministro do STF ameaçado por Lula de ele ou conseguir postergar o julgamento do Processo do Mensalão, ou ter de se explicar na CPI do Carlinhos Cacheira por ter feito viagem a Rússia junto do senador Demóstenes, tendo ministro retrucado com veemência devida e dito a Lula para ir fundo na CPI.

    Diante desses fatos repugnantes, tenta, agora, o Senador Jorge Viana, do PT, arrastar seus adversários e adversários do PT de Lula para a lama onde chafurdam os petistas do Mensalão; e, aliás, foi mais ou menos assim que Roberto Jefferson se referiu aos petistas que lhe passaram a perna lhe dando apenas R$ 4 milhões dos R$ 20 milhões combinados da parte que lhe cabia do dinheiro público roubado, os chamando não de porcos, mas, sim, de ratos magros; e jamais foi processado por Lula ou pelo PT. Nesse contexto de porcos chafurdando ou de ratos magros, há algumas perguntas que o Senador Jorge Viana, do PT, deve responder aos seus pares; por exemplo, se o Mensalão começou em Minas gerais com o PSDB, por que o Senador Jorge Viana, do PT do Acre, não denunciou isso antes, conforme lhe perguntou o senador Álvaro Dias, do PSDB? Por que só agora com a certeza de que o STF vai mandar algemar e levar para a cadeia os petistas e seus cúmplices ladrões de dinheiro público? Por que o senador Jorge Viana, do PT, não denunciou o PSDB antes? Por que repetir a tese do PT de Lula dizendo aos brasileiros como disseem entrevista na França para vergonha de todos os brasileiros: “Nós somos ladrões de dinheiro público, mas, sempre foi assim: antes de nós outros roubaram”. E mais ainda, por que querer atribuir a conduta condenatória dos Juízes do STF em relação aos réus do processo do Mensalão como sendo uma reação orquestrada da elite brasileira e da mídia para impedir a derrocada da candidatura de José serra em São Paulo? Isso não é achar que os brasileiros são amebas, como são os seguidores de Lula, que aceitam como verdade tudo que vem do Poderoso Chefão do Mensalão, sendo o exemplo marcante dessa submissão o fato de terem aprovado a farsa de Lula sendo aplaudido de pé na ONU, pois, descobriu-se que os aplausos eram roubados e faziam parte de uma farsa montada por petistas e exibida no horário eleitoral para enganar os eleitores?

    Na verdade, se há uma tentativa orquestrada de reagir contra os Juízes do STF que estão julgando ladrões de dinheiro público, ela está vindo do PT que disputa com chance, ainda que remota, de eleger apenas o prefeito de uma das 26 capitais; e para mudar esse quadro de fragorosa derrota eleitoral do PT – uma indicação de que os eleitores estão se recusando a votar em candidatos do partido que criou o Mensalão, o PT; os seguidores do Poderoso Chefão do mensalão partem para o vale tudo: inclusive demitindo a irmã de Chico Buarque de Holanda do cargo de ministra da Cultura para dar o cargo a Marta Suplicy em pagamento ao apoio que ela passará a dar ao ministro do KIT GAY, o ministro incompetente que deixou que roubassem anualmente as provas do ENEM, enfim, o candidato do PT a prefeitura de São Paulo, como se fosse valer de muito o apoio de MarTAXA, que assim ficou conhecida dos paulistas e paulistanos pelas inúmeras taxas que criou quando de sua triste passagem pela prefeitura de São Paulo; que diante das filas intermináveis de passageiros nos aeroportos durante o apagão aéreo no governo Lula, sem nenhum respeito aos brasileiros que amargavam horas e horas de espera nas filas, Marta Suplicy recomendou, jocosamente, que relaxassem e gozassem.

    E, assim, como um desesperado na tribuna do Senado, só faltou o Senador Jorge Viana, achando que falava com amebas, como acontece nas reuniões em que fala aos petistas, dizer que o roubo de aplausos, como os feitos pelos petistas roubando os aplausos do Secretário Geral da ONU para montar a farsa com Lula sendo aplaudido de pé na ONU, começou a ser feito bem antes pelo PSDB de Minas Gerais. Não senhor, certamente, os demais Senadores, que não os do PT e dos partidos coligados, que não brincam de “Bento que é Bento é o Frade” com Lula, não são amebas; eles têm neurônios suficientes para perceber que se há no Brasil ladrões de aplausos eles estão no PT de Lula; e perceber, também, que o Brasil, lamentavelmente, está sendo governado a serviço de Lula por uma quadrilha montada por Zé Dirceu no gabinete da Casa Civil, ao lado da sala de Lula, conforme denunciou Roberto Jefferson e confirmou o governador Marconi Perillo; e, portanto, aos Juízes do Supremo Tribunal Federal só resta aplicar o rigor da Lei aos ladrões de dinheiro público, ou seja, algemar e mandar para a cadeia os ladrões de dinheiro público. Em seu desespero da tribuna do Senado, faltou muito pouco para o Senador Jorge Viana, do PT, generalizar sua acusação de que o Mensalão nasceu em Minas com o PSDB e partir para o uso de mentiras dizendo, por exemplo, que antes de um petista ter sido preso com a cueca cheia de dólares, um membro do PSDB foi, também, preso em Minas Gerais com cueca cheia de dólares. Não foi. É mentira, isso nunca aconteceu em Minas Gerais. Ou que antes de alguns petistas serem presos com malas abarrotadas de dinheiro público roubado para comprar dossiê fajuto, fato similar aconteceu em Minas Gerais com prisão de membros do PSDB. Também, é mentira, isso nunca aconteceu em Minas Gerais. Ou que, antes de Lula ter dito aos brasileiros que foram destruídas as fitas filmando Dra. Lina Vieira indo ao gabinete de Dilma para ouvir dela a ordem criminosa de arquivar processo fiscal que tramitava na Receita Federal contra o filho de Sarney, e não sendo obedecida a ordem de Dilma ela mandou exonerar sumariamente a Dra. Lina Vieira do cargo de Secretaria da Receita Federal; fato similar aconteceu em Minas Gerais com o Governador dizendo que fitas tinham sido destruídas. Também é mentira, isso jamais aconteceu em Minas Gerais. Ou que, em Minas Gerais, o governador mandou os deputados inocentarem um deputado que usou dinheiro público para sustentar amante como fez Lula no caso de Renan Calheiros ordenando que os Senadores do PT, todos sem uma única exceção, votassem inocentando Renan Calheiros do crime de usar dinheiro público pra sustentar amante. Também é mentira, isso nunca aconteceu em Minas Gerais. Sem esquecer que Lula, também, exigiu que os Senadores do PT, todos sem uma única exceção, inocentassem Sarney do crime dos 40 atos secretos do Senado, onde o maior aliado de Lula empregou parentes, amigos e, quem sabe, até o papagaio da família. Enfim, para não comprometer ainda mais os ladrões de dinheiro público que estão sendo julgados pelos Juízes do STF segundo os autos do Processo do Mensalão; e que, certamente, ao final, serão algemados e conduzidos para a cadeia; é melhor o Senador Jorge Viana ficar caladinho pra não falar asneiras.

    E nessa guerra onde o ministro Ricardo Lewandovski assume publicamente que concorda com o fatiamento do item 6 do Processo do Mensalão proposto pelo ministro relator, Joaquim Barbosa, dizendo Lewandovski aos jornalistas e com eles “brincando” que ele, Lewandovski, seria a cavalaria; só resta para nós outros saber se essa cavalaria vem para salvar os mocinhos ou ajudar os ladrões de dinheiro público a fugirem; o fato é que nessa suposta guerra, os ministros Ricardo Lewandovski e Antônio José Dias Toffoli têm sido votos vencidos, ou seja, oito Juízes do STF condenando os ladrões do mensalão com o rigor da Lei e o dois tentando aliviar a penalidade.

    Finalmente, podemos dizer que o julgamento do Processo do Mensalão com a condenação dos ladrões de dinheiro público será, depois do Plano Real, da lei de responsabilidade Fiscal, da Lei do petróleo e do PROER, mais um ato que vai encher os brasileiros de orgulho perante o mundo, afinal, estaremos lançando o novo Marco da justiça do Brasil com o claro recado aos mafiosos de que os roubods de dinheiro público são punidos no Brasil com todo o rigor da lei.

    Viva ao Brasil.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  23. MOVIMENTO ORQUESTRADO POR MENSALEIROS EM DEFESA DE LULA

    Conforme ja foi amplamente denunciado na midia, ha um movimento orquestrado de mensaleiros no sentido de se vender uma imagem do ministro Joaquim Barbosa como sendo uma pessoa desequilibrada e, para isso, os mensaleiros usam jornalistas de plantao que se prestam ao baixo papel de servir ao poder a qualquer preco; ja falei sobre isso, mas, nao custa repetir: ha dois blogs, o do jornalista Paulo Henrique Amorim e o do jornalista Luis Nassif onde os mais baixos ataques sao proferidos contra o ministro relator do Processo do Mensalao apenas porque o ministro esta exercendo o seu justo papel de condenar os reus acusados de formarem quadrilha para roubar dinheiro publico e, assim, corromper deputados e senadores; e tal condenacao vem sendo realizada mediante robustas provas constantes dos autos do processo, nao se curvando o ministro relator a pressoes vindas de fora dos autos ou por qualquer outro motivo escuso.

    Alias, a conduta do ministro relator do Processo do Mensalao esta sendo acompanhada nao apenas pelos brasileiros, mas, por todos os cidadaos do mundo; e sua conduta esta sendo elogiada pela maioria dos brasileiros por se sentirem orgulhosos de viverem em um Pais onde os ladroes de dinheiro publico sao tratados com todo o rigor da Lei, tal como esta procedendo o ministro relator Joaquim Barbosa, mesmo sabendo que essa sua conduta respaldada apenas nas Leis que norteiam nossa Justica esta incomodando e muito o Poder atual dominante no Brasil, afinal, varios dos reus acusados de serem formadores de quadrilha para roubar dinheiro publico, a fim de corromper deputados e senadores, sao amigos de Lula desde sempre: sao amigos de Lula da epoca em que ele era metalurgico e fazia campanha para a presidencia, sao amigos da epoca em Lula foi presidente, e continuam sendo amigos de Lula agora que ele nao eh mais presidente.

    E, nesse contexto, Lula esta apelando para os seus mais baixos instintos com o objetivo de evitar que seus amigos de sempre – ladroes de dinheiro publico – sejam algemados e levados para a cadeia como merecem, a ponto de ter ameacado o ministro do STF Gilmar Mendes de ou ele agia para postergar o julgamento do Mensalao ou teria de se explicar na CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira por ter viajado a Russia junto com o Senador Demostenes, tendo o ministro do STF dado uma resposta a altura ao amigo dos meliantes lhe dizendo que podia ir fundo na CPI. O fato eh que, apesar dos Ricardo’s Lewandovoski’s, apesar dos Antonio’s Jose Dias Teffoli’s, apesar dos Lulas ameacando os demais ministros do STF, para orgulho dos brasileiros, a maioria dos Juizes do STF esta arrancando as mascaras dos membros da quadrilha montada no gabinete da Casa Civil por Ze Dirceu, ao lado da sala de Lula; e os brasileiros estao, agora, vendo as fucas dos membros da quadrilha que roubava dinheiro publico e que estao sendo devidamente punidos pelo STF.

    E para impedir esse maravilhoso processo de moralizacao do Brasil, onde o STF esta dizendo que o Brasil nao concorda e nao admite mais que ladroes roubem o dinheiro publico impunemente, os cumplices desses ladroes de dinheiro publico fazem de tudo para minimizar o justo castigo que merecem esses larapios que subtrairam dinheiro dos cofres publicos – centenas e centenas de milhoes de reais – dinheiro que deveria ter sido aplicado na construcao de escolas, na construcao de hospitais, na construcao de estradas, no saneamento basico levando agua e esgotos para todas as residencias etc., ou seja, beneficiando aos pobres, mas, que, ao contrario, foi criminosamente roubado para permitir que a quadrilha do PT corrompesse deputados e senadores e, assim, vendo o resultado que o Julgamento desses ladroes de dinheiro publico pelo STF esta causando na avaliacao dos eleitores que cada vez mais comecam a dar demonstracao de que nao vao votar em candidatos apoiados pelo partido que idealizou o Mensalao, o PT, e ou apoiados por partidos que continuam apoiando esses ladroes de dinheiro publico, a ponto de isso obrigar os partidos que apoiam a turma do Mensalao a lancar um manifesto publico condenando essa postura do STF que esta sendo aplaudida pelo mundo inteiro, como esta sendo o caso em que o PT e os principais partidos que dao apoio ao governo do PT divulgaram um manifesto onde acusam a oposicao de golpismo por utilizar o julgamento do Mensalao no STF durante a campanha eleitoral.

    Em outras palavras, o PT e os partidos a ele coligados nao querem que o eleitor saiba que corre o risco de votar em candidatos que defendem os mensaleiros, em candidatos que defendem os ladroes de dinheiro publico; e o mais incrivel eh que, nessse contexto de roubalheira de dinheiro publico por uma quadrilha montada por Ze Dirceu, do PT, ao lado da sala de Lula, do PT, o documento divulgado por esses partidos juntamente com o PT de Lula tem o titulo de “Defesa da Honra e Dignidade de Lula”. O que eh isso senao uma total deturpacao do que seja honra e dignidade?

    Afinal, dignidade e honra nao tem quem ousa defender publicamente ladroes de dinheiro publico; enganam-se os que acham que continuarao enganando os eleitores com potocas como, por exemplo, a historia de Lula lacrimejando lagrimas de crocodilo e dizendo que nao sabia de nada sobre o Mensalao, que nao sabia que havia no seu governo uma quadrilha roubando dinheiro publico, que foi traido e enganado, apesar de tudo isso ter sido arquitetato criminosamente na sala ao lado da sala de Lula, o que eh indicativo de que Lula sempre soube de tudo.

    E a julgar pela reacao dos eleitores pelo Brasil afora rejeitando os candidatos do PT e de partidos coligados ao PT, parece que o recado dos eleitores esta sendo o seguinte: nos nao vamos votar em candidatos apresentados pelo partido que criou o Mensalao, em outras palavras, nao vamos votar em candidatos do PT; eh esse o sentimento que os institutos de pesquisa estao sentindo entre os eleitores e isso esta levando os petistas ao desespero, fazendo com que o PT parta pro vale tudo; ate mesmo divulgar junto com partidos da base de apoio ao governo do PT um documento onde, claramente, transparece o objetivo do PT: impedir os brasileiros de saberem a verdade.

    Mas, a verdade aparece a cada voto historicamente exemplar do relator do Processo do Mensalao como, por exemplo, o magistral voto em que, julgando o item 6 do Processo do Mensalao, Joaquim Barbosa contabilizou as seguintes condenacoes: Pedro Correa, Pedro Henry e Joao Claudio Genu pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupcao passiva e formacao de quadrilha; condenou Enivaldo Quadrado e Breno Fischberg por formacao de quadrilha e lavagem de dinheiro; condenou Valdemar da Costa Neto e Jacinto Lamas por corrupcao passiva, lavagem de dinheiro e formacao de quadrilha; condenou Carlos Rodrigues por corrupcao passiva e lavagem de dinheiro; absolveu Jacinto Lamas; condenou Roberto Jefferson, Emerson Palmieri e Romeu Queiroz por lavagem de dinheiro e corrupcao passiva; e condenou Jose Borba por lavagem de dinheiro e corrupcao passiva

    Contudo, como se fizesse parte do movimento orquestrado de mensaleiros que quer passar ao publico uma imagem de desequilibrado do ministro Joaquim Barbosa, relator do Processo do Mensalao; o ministro Ricardo Lewandovski, tal como vem procedendo desde o inicio do Processo do Mensalao, ao inves de adotar postura de ministro revisor, ou seja, ao inves de somar seu voto ao voto do ministro relator tem adotado uma conduta altamente contestatoria ao voto do ministro Joaquim Barbosa; age o ministro Ricardo Lewandovski nao como ministro revisor, mas, sim, como contundente advogado de defesa dos reus, parecendo haver uma clara intencao do ministro Ricardo Lewandovski de irritar o ministro Joaquim Barbosa, que, ate agora, nao caiu nessa ridicula armadilha; e mais ainda, usou em todos os seus brilhantes votos proferidos ate o item 6 do Processo do Mensalao de argumentos robustos constantes dos autos para convencer a maioria dos Juizes do STF de que as denuncias apresentadas pelo Parquet contra os reus estavam e estao bem fundamentadas nos autos; indicando, portanto, a condenacao da maioria dos reus.

    Mas, as robustas provas constantes dos autos nao foram, agora, capazes de sensibilizar o ministro revisor Ricardo Lewandovski pela culpa dos reus, apesar de, la atras, ter aceito as denuncias do MP, parecendo, portanto, que, nesse momento em que esta julgando o item 6 do Mensalao, forcas externas aos autos estao pressionando o ministro Lewandovski e lhe dizendo como deve votar, ou seja, lhe dizendo que deve formular seus votos premido pelas pressoes externas aos autos e com o claro objetivo de irritar o ministro relator; e isso fica claro quando o ministro revisor manifesta seu voto no item 6 dizendo que ante a generalidade e vagueza das condutas imputadas ao reu Pedro Henry, bem como o fato de nao haver provas nos autos que o incriminem, o ministro Ricardo Lewandovski entende que a absolvicao de Pedro Henry eh medida que se impoe relativas as imputacoes de formacao de quadrilha, corrupcao passiva e lavagem de dinheiro.

    E para argumentar esse seu absurdo voto contestando integralmente o voto do relator, Lewandovski argumenta que Henry nao pode ser acusado apenas por ser lider do PP na camara; e compara ao caso hipotetico de um diretor de empresa que nao pode ser acusado de crime societario se nao participou das decisoes que deram origem ao ato delituoso apenas por acupar um cargo de direcao. O que eh isso senao a clara confissao do ministro Lewandovski de que esta decidindo mediante pressoes que estao vindo de fora dos autos, pois, essa sua decisao contraria o que la atras foi decidido pelo colegiado do STF, ou seja, a aceitacao das denuncias formuladas pelo Ministerio Publico contra os reus acusados de formarem quadrilha para roubar dinheiro publico e corromper deputados e senadores; e essas denuncias foram aceitas pelos Juizes do Supremo Tribunal Federal, tendo sido, na ocasiao, o voto do ministro lewandovski pela aceitacao das denuncias que, agora, em um voto absurdamente contraditorio ao voto do ministro relator decide absolver o reu que foi condenado pelo ministro relator, o que nos leva a imaginar que ou os dois Juizes se fundamentam em autos de processo distintos, o que nao eh o caso, afinal so existe um e apenas um Processo do mensalao, ou um dos dois Juizes esta decidindo agora fundamentado em pressoes que estao vindo de fora dos autos; e como quem esta mudando de posicao eh o ministro Lewandokvski eh de se imaginar que suas decissoes estao obedecendo vontades alheias vindas de fora dos autos.

    E mais ainda, a comparacao que o ministro Lewandovski fez do caso do politico Henri com o diretor de uma empresa por crime societario do qual nao participou eh completamente indevida, pois, em politica e nas reunioes de partidos tudo acontece de maneira bem diferente, ou seja, os membros dos partidos sabem os rumos que estao sendo dados aos partidos e podem discordar da cupula tomando medidas a respeito; e o exemplo cabal sao as varias defeccoes de petistas historicos que sairam do PT por discordarem dos rumos corruptos assumidos pela cupula do partido; e como exemplo citamos Heloisa Helena, Luciana Genro, Luiza Erundina, Marina da Silva, a maioria dos que fundaram o PSOL, a maioria dos que fundaram o PSTU, a maioria dos que fundaram o PV; sao todos eles politicos que sairam do PT por discordarem dos rumos que a cupula do partido estava dando ao PT. Logo, o reu Henry eh culpado sim senhor conforme voto fundamentado nos autos do ministro Joaquim Barbosa; e nesse quadra, a comparacao feita por Lewandovski nao podia ser mais infeliz e absurda; se ele quer brincar de Bento que eh Bento eh o Frade com Lula obecedecendo a todos os comandos de Lula, entao, que, pelo menos, assuma isso publicamente, o que duvido e muito.

    O fato eh que ha um forte clamor da sociedade no sentido de que esses ladroes de dinheiro publico sejam exemplamente punidos; todos brasileiros estao querendo ver esses ladroes serem algemados e conduzidos para a prisao, todos os brasileiros estao com esse sentimento e isso ja eh fortemente sentido na campanha de Sao Paulo onde os eleitores alimentados pela campanha politica do candidato Jose serra ja comecam a formar uma opiniao geral de que nao vao votar no candidato apoiado pela turma do Mensalao, ou seja, os eleitores estao dizendo que nao vao votar no candidato do PT; e esse sentimento esta sendo observado por institutos de pesquisa e por cientistas politicos que afirmam que estrago maior nas candidaturas petistas pelo Brasil afora ocorrera na semana da eleicao quando o STF condenar Ze Dirceu, Ze Genuino, Delubio Soares e outros petistas que faziam parte do alto comando da quadrilha que roubava dinheiro publico; estao inclusive alguns especialistas dizendo que a condenacao desses reus como chefes de quadrilha, como ladroes de dinheiro publico para corromper deputados e senadores sera uma arraza quarteirao nas pretensoes petistas, afinal, dizem eles: sera muito dificil imaginar que o eleitor vote em um ladrao de dinheiro publico.

    Jose Conrado de Souza
    Engenheiro quimico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobras ate julho de 2000 quando, entao, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobras em Araucaria, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

    PS: Peco desculpas aos leitores desse jornal pelo fato do texto ser escrito sem acentuacao e cecidilhas, pois, estou escrevendo no computador de minha filha, em Atlanta, na Georgia, nos EUA; e por aqui eles nao usam acentos, porem, acho que o texto esta bastante claro e eh um resumo da atuacao elogiosa do STF; se alguem quiser distribuir o texto em listagens de emails basta passar o corretor e colocar os acentos, mas, cuidado para nao colocar crase: a crase caiu na recente mudanca ortografica.

  24. AS FORCAS DAS TREVAS CONTRA O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

    O Relator do Processo do Mensalao continua a ser sistematicamente perseguido pelas forcas das trevas, pelo poder corrupto, que, lamentavelmente, esta dominando o Pais; e tudo fazem e dizem para desqualificar os maravilhosos e historicos votos do eminente Juiz do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, que, na quinta-feira passada, 20/09/2012, proferiu mais um brilhante voto em relacao ao item 6 do Processo do Mensalao; e, “en passant”, fez referencia a uma declaracao em que Dilma se disse surpreendida com a rapidez na votacao das Medidas Provisorias no setor eletrico, no inicio do governo Lula, o que, na visao do Relator do Processo do Mensalao, reforcava, sim e muito, o indicativo de compra de votos de deputados e senadores para a rapida aprovacao dos projetos de interesse do governo.

    Imediatamente na sexta-feira passada, ou seja, em 21/09/2012, a Presidente Dilma, certamente pressionada por forcas do Poder Dominante, emitiu uma nota esclarecendo que se disse surpreendida porque a votacao foi rapida, uma vez que as forcas politicas entenderam a gravidade da situacao; e com esse esclarecimento a Presidente Dilma quer dizer que seu depoimento nao reforca a existencia do Mensalao. Na nota distribuida a imprensa, a Presidente Dilma disse que entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, o Brasil atravessou uma historica crise na geracao e transmissao de energia eletrica, conhecida como apagao. Ve-se, de imediato, com essa frase, a clara intencao de a Presidente Dilma atingir o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

    Ja falei sobre esse tal apagao, mas, como a Presidente Dilma insiste no tema vamos refrescar a memoria da Presidente Dilma, que quer analisar apenas apagoes eletricos ocorrido no governo de Fernando Henrique Cardoso, mas, como nao somos amebas, ou seja, como temos neoronios para raciocinar, vamos analisar um periodo de tempo maior. Por exemplo, vamos analisar os apagoes ocorridos a partir de fevereiro de 1997 ate fevereiro de 2010 e as decisoes tomadas, respectivamente, nos governos de Fernando Henrique Cardoso e de Lula para minimizar o risco de falta de energia para os brasileiros, que ja foram citados em artigo anterior, mas, repetimos a seguir.

    FATOS no governo de Fernando Henrique Cardoso: 1) Fevereiro de 1997: apagao no Rio de Janeiro; 2) novembro de 1997: apagao no Rio de Janeiro; 3) abril de 1998: apagao nos Estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste; 4) março de 1999: apagao em nove Estados e no Distrito Federal; 5) dezembro de 2000: apagao em doze estados de Sudeste, Sul e Centro-Oeste; 6) Janeiro de 2002: apagao em dez Estados.

    FATOS no governo de Luiz Inácio Lula da Silva: 1) Janeiro de 2003: apagao no Rio de Janeiro; 2) Janeiro de 2005: apagao no Rio de Janeiro, no Espirito Santo e em parte de Minas Gerais; 3) marco de 2008: apagao em Sao Paulo; 4) novembro de 2009: apagao em 18 estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, alem do Distrito Federal. Foi o maior apagao da historia brasileira em extensao. No total, 28 000 megawatts, ou 45% de toda a energia que estava sendo consumida no Brasil naquele momento, sumiram dos fios. 5) novembro de 2009: apagao no Rio de Janeiro; 6) Fevereiro de 2010: apagao em todo Nordeste; 7) dezembro de 2010: apagao no Rio de Janeiro: 8) fevereiro de 2010: apagao em oito Estados do Nordeste.

    Contra os fatos nao ha argumentos; e os fatos, principalmente se sao negativos para a populacao, devem gerar medidas dos governantes para tentar amenizar o sofrimento da populacao. Ja falei sobre isso, mas, como a Presidente Dilma insiste no tema vamos ver quais foram as decisoes tomadas, respectivamente, pelos governos de Fernando henrique Cardoso e de Luiz Inacio Lula da Silva para minimizar os riscos de apagoes.

    O presidente Fernando Henrique Cardoso tomou quatro importantes decisões: concluiu a construção da Usina Angra II; lançou e concluiu o Plano Prioritário de construção de 12 usinas termoelétricas a gás; tornou obrigatório o horário de verão e incentivou a adoção de lâmpadas frias, e isso foi como se três grandes usinas do porte de Belo Monte tivessem sido construídas; e não fora isso o Brasil já teria parado nas mãos incompetentes do governo do PT por falta de energia, pois, até hoje, o governo do PT nada acrescentou em termos de geração de energia a não ser projetos que se arrastam no tempo como, por exemplo, a Usina Angra III, cuja construção está parada; e a Usina de Belo Monte, que enfrenta fortíssima oposição dos ambientalistas; e, portanto, mais parecem de ficção as obras do governo do PT no sistema energetico.

    Ademais, eh preciso deixar claro para a Presidente Dilma que as usinas termoeletricas viabilizadas no governo de Fernando Henrique Cardoso estao operando para o Brasil dispor de energia sem risco de apagoes; e foram colocadas em operacao devido ao periodo de seca e que resultou em niveis baiximos nos reservatorios de agua das usinas hidroeletricas, ou seja, nao fossem as usinas termoeletricas construidas no governo de Fernando Henrique Cardoso e estariamos vivendo um apagao sem precedentes.

    Feito, entao, esse esclarecimento de que o maior apagao eletrico no Brasil ocorreu no governo Lula, mais precisamente em novembro de 2009, quando 18 estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, alem do Distrito Federal ficaram sem energiaç e que so nao estamos vivendo uma apagao ainda maior gracas as usinas termoeletricas, voltemos a analisar a nota distribuida pela Presidente Dilma para torpedear o Ministro Joaquim Barbosa, nota na qual a Presidente Dilma elogia o Senador Delcidio Amaral, do PT, por ter ele construido um historico acordo entre lideres de partidos; e, por esse acordo, o Marco Regulatorio do Setor de Energia foi aprovado no Senado em votacao simbolica com apoio de lideres dos partidos; e, na secao do STF da ultima quinta-feira, a Presidente Dilma disse que o senhor ministro Joaquim Barbosa destacou a surpresa dela, Dilma, que em depoimento manifestou depoimento judicial, com a agilidade do processo legislativo. E insiste Dilma em dizer em sua nota: surpresa, conforme afirmei no depoimento de 2009 e repito hoje, por termos conseguido uma rápida aprovação por parte de todas as forças políticas que compreenderam a gravidade do tema. Como disse no meu depoimento, em função do funcionamento equivocado do setor até então, ou se reformava ou o setor quebrava.

    Ora, as pessoas que acompanham a politica sabem que os deputados e senadores nao caminham de maos dadas pelo interesse do Brasil; nao que isso nao ocorra, pois, a Presidente Dilma esta exatamente citando um momento em que esses politicos caminharam de maos dadas e, certamente, deveria haver um fortissimo motivo para que eles caminhassem assim bonitinhos de maos dadas; e o ministro Joaquim Barbosa colocou o dedo na ferida ao analisar, embora “en passant”, o crime de compra de votos no Processo do Mensalao; e como estou falando de flores, de flores tenho de falar, quero dizer, como estou falando de comportamento entre politicos de partidos diferentes eh deles que tenho de falar; e a tese que vou defender eh similar a defendida pelo Ministro Joaquim Barbosa, ou seja, de que politicos de partidos diferentes e muitas vezes ate mesmo de um mesmo partido dificilmente comungam dos mesmo objetivos.

    E para nao ficar no disse me disse, vou citar uma caso acontecido depois da declaracao do Ministro Joaquim Barbosa sobre a “surpresa” de Dilma na rapidez da aprovacao de Medidas Provisorias que resultaram no Marco Regulatorio do Setor Energetico. E o caso que vou citar eh, tambem, curiosamente, a divulgacao de uma nota assinada por varios lideres de partidos politicos, nota essa em que se ataca a oposicao e ate mesmo o Supremo Tribunal Federal, dizendo que a oposicao queria atingir a honra e a dignidade do ex-presidente Lula e que o Supremo Tribunal Federal nao estava julgando o Processo do Mensalao conforme os autos, mas, sim, movido por principios politicos e vingativosç e isso era uma agressao a democracia, denunciou a nota assinada pelo PT e por partidos da base do governo do PT.

    Contudo, o que vimos depois que essa nota se tornou publica foi que, dificilmente, muito dificilmente mesmo, politicos, ate mesmo de um mesmo partido, comungam dos mesmos objetivos (mas, comungaram la atras na aprovacao do Marco Regularotorio do Setor Energetico), pois, a tal nota assinada por partidos da base governista foi considerada por parcela do PMDB de um tom pessimo e fora de sintonia com o momento vivido pelo Brasil; eh preciso esclarecer, inclusive, que partidos da base aliada se recusaram a assinar a nota como, por exemplo, o PP e o PR, que desaprovaram o teor da nota; e, repita-se e destaque-se, varios politicos do PMDB, consideram pessimo o tom da nota e completamente dissociada do momento democratico vivido pelo Pais. E mais ainda, conforme publicado na midia, na noite de sexta-feira, os senadores pedetistas Critovam Buarque, Pedro Taques e Jose Antonio Reguffe pediram esclarecimentos ao presidente do partido, Carlos Lupi; e disseram que foi com surpresa que tomaram conhecimento pela mídia de uma nota que você assinou em nome do nosso partido (PDT). Gostariamos de ter sido consultados antes desta nota assinada em nosso nome, porque se tivessemos sido consultados seriamos contra, primeiro porque nao vemos gesto golpista por tras das falas e materias; alem de ser um direito inerente as oposiç?es fazerem criticas, em nenhum momento tocaram na Presidenta Dilma; e destacaram os tres senadores do PDT: consideramos mais ameacadores a democracia as consequencias dos imensos gastos publicitarios feitos pelos governos; e seriamos contra a nota, tambem, porque as referencias a pressoes sobre os ministros do STF passam imagem de desrespeito ao Poder Judiciario, que nesse momento vem desempenhando um importante trabalho, reconhecido pela opiniao publica como decisivo na luta pela etica na politica.

    Portanto, as duas notas citadas nesse texto, a distribuida pela Presidente Dilma e a distribuida supostamente por partidos da base aliada sao uma clarissima demonstracao de quanto esta corretisima a conclusao do ministro Joaquim Barbosa ao dizer que a surpresa de Dilma manifestada em juizo pela rapidissima aprovacao das MPs que resultaram no Marco Regulatorio do Setor Energetico no governo do PT eh sim uma indicacao de que compras de votos podem e devem ter ocorrido na ocasiao; e eh claro que essa acusacao nao eh extensiva a todos deputados e senadores, pois, ha os que sao movidos por ideais, como o caso dos senadores do PDT manifestando sua discordancia publica com o teor da nota assinada pelo PT e partidos da base do governo, que eh, tambem, repudiada por membros do PMDB; mas ha, tambem, os deputados e senadores movidos a mensaloes, conforme denunciou o ex-deputado Roberto Jefferson; um dos reus do Mensalao. Enfim, os que essas notas dizem eh que se politicos de varios partidos comungam de um mesmo objetivo ha que se desconfiar e muito, pois, por debaixo dos panos muitas propinas podem e devem estar sendo ofertadas a alguns.

    E nao podia encerrar esse texto sem comentar o finalzinho da nota distribuida pela Presidente Dilma quando ela disse: “como disse no meu depoimento, em função do funcionamento equivocado do setor até então, ou se reformava ou o setor quebrava”. E, com isso, o que quero eh abordar novamente a tal da maior reducao nos precos da tarifas de energia eletrica na Historia do Brasil que a Presidente Dilma disse que vai praticar, quando, na verdade, o que fara sera a devolucao de um dinheiro que nos foi cobrado indevidamente pelas concecionarias de energia eletrica, por uma energia que nunca consumimos, ou seja, fomos roubados; e ai podemos entender o final da frase de Dilma: “ou reformava ou quebrava”, ou seja, o que o governo vai nos devolver a partir de fevereiro de 2013 eh apenas a devolucao daquilo que nos foi roubado; e, na epoca, Dilma era ministra de Minas e Energia. E mais ainda para mostrar a Dilma que nao se deve jogar pedras nos telhados de outros quando seu proprio telhado eh de vidro, ou seja, numa clara demoinstracao de que o sitema eletrico do Brasil estar devagarr quase parando nas maos do governo do PT, pois, a Regiao Nordeste foi atingida por mais um apagao: seis estados do Nordeste, entre eles Bahia, Ceara, Maranhao, Paraiba, Pernambuco e Sergipe; sendo que na Bahia, 1,8 milhoes de consumidores de 300 cidades foram prejudicados por mais esse apagao no governo do PT; e que so nao foi um apagao muito pior gracas as 12 usinas termoeletricas construidas no governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso e que estao operando para compensar a queda de producao das usinas hidroeletricas, que estao com reservatorios nos mais baixos niveis devido a seca. Cuidado para nao morder a lingua falando besteira, Dilma.

    Esses fatos devem ser pensados e pesados por todos eleitores pelo Brasil afora a fim de nao votarem nos que estao querendo a qualquer preco inocentar ladroes de dinheiro publico e condenar os Magistrados do Supremo Tribunal Federal.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  25. Julgamento do mensalão não é vergonha, diz Lula

    Foi isso que estudantes da UNE, que se venderam por 30 dinheiros, ouviram de Lula sendo arrastados em comicios como se representassem os estudantes do Brasil. Nao representam mais. A maioria dos estudantes nao acredita mais na UNE, portanto, essa fala de Lula dizendo que o julgamento do mensalao nao eh uma vergonha so pode ser efeito do cancer ja atingindo os neuronios, pois, dizer que nao eh vergonha os brasileiros saberem que na sala ao lado da de Lula Ze Dirceu montou uma quadrilha para roubar dinheiro publico; e que sendo Ze Dirceu denunciado por Roberto Jefferson foi substituido por Dilma e que junto com Erenice tentaram, com aval do Poderoso Chefao do Mensalao, extorquir R$ 540 milhoes de um empresario, dizer, enfim, que, isso nao eh vergonha eh proprio de quem ja esta com os neuronios comidos pelo cancer. E o que acha a UNE que aplaude o Poderoso Chefao do Mensalao em troca de 30 dinheiros? E tome de mentiras de lula dizendo aos paus mandados da UNE: “Se juntarem todos os presidentes da história do Brasil, vocês verão que eles não criaram instituições para combater a corrupção como nós em oito anos.
    O que isso Lula?!!! Chega de mentiras, Lula. Por acaso o PT criou a Policia Federal, que prendeu um petista com cueca abarrotada de dolares e uma mala cheia de dinheiro publico roubado?!! Nao?!! E por acaso o PT criou o Supremo Tribunal Federal, que esta julgando petistas de formarem quadrilha para roubar dinheiro publico?!! Nao?!! E por acaso o PT criou a Receita Federal, que estava julgando processo fiscal do filho de Sarney, mas, Dilma exigiu exoneracao da Secretaria da Receita Federal, Dra. Lina Vieira, por ter se recusado a arquivar o processo?!! Nao?!! E a UNE sabe o que aconteceu com esse processo, foi arquivado como queria Dilma?!!
    Pare mentir Lula. Mentir eh muito feio e muito mais feio eh roubar, principalmente quando ja se tornou uma doenca fazendo o cara roubar ate mesmo aplausos, como voce roubou os aplausos do Secretario Geral da ONU, transformando os brasileiros em chacota internacional: ih! La vem o cara que o presidente gosta tanto de roubar que rouba ate aplausos. Chega Lula, suas mentiras so enganam aos petistas e aos que se vendem por 30 dinheiros, como a turma da UNE.
    E pare de ficar nervosinho querendo comparar seus desgovernos com os governos de Fernando Henrique Cardoso, que foram de grandes realizacoes como Plano Real, inserindo 40 milhoes de pobres no mercado consumidor; como a Lei de Responsabilidade Fiscal, dando aos brasileiros uma inflacao de 5% ao ano no lugar da inflacao de 80% ao mes de Sarney – principal aliado de Lula do PT; como a Lei da CIDE nos dando uma Petrobras com lucros de R$ 35 bilhoes e que o desgoverno do PT destruiu e quer destruir, tambem, a Petrobras criando outra estatal para gerir o Pre-sal; como a Lei do Petroleo, propiciando ao Brasil uma economia de centenas de bilhoes de dolares/ano e levando o Brasil a ser a sexta economia do mundo; como o PROER, tornando o sistema bancario do Brasil um dos mais fortes do mundo; como as privatizacoes de empresas deficitarias, permitindo aos pobres do Brasil serem donos de telefones; como a construcao da usina de Angra II, a construcao de 12 usinas termoeletricas, o incentivo a substituicao de lampadas quentes por lampadas frias e a obrigatoriedade do horario de verao, nos dando, assim, um sistema de geracao de energia eletrica que, nao fora isso, e o Brasil ja teria parado nas maos incompetentes do governo do PT, pois, nesse quesito, o governo do PT nos deu apenas projetos no papel, como a usina de Angra III, que esta com a construcao parada, como a usina de Belo Monte, que as obras enfrentam resistencias de ambientalistas, como a refinaria de Recife superfaturada num valor oito vezes maior: de US$ 2,5 bilhoes ja esta custando US$ 20 bilhoes; e nos deu, enfim, o escandalo do Mensalao, que Lula, com a maior cara de pau, diz nao ser vergonha para os brasileiros. O que eh isso, Lula, o cancer chegou ao cerebro?!!
    Pois, essa eh a unica conclusao quando em sua fala voce, que nunca estudou na vida, que nunca leu um livro, recomenda que Aeceio Neves estude um pouco, ao chamar a oposicao de xarope por torcer para que as coisas deeem errado; so pode ser efeito do cancer atacando o cerebro, pois se tivemos no Brasil uma oposicao torcendo contra essa oposicao foi a do PT de Lula, que foi contra o Plano Real, foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, foi contra a Lei da CIDE, foi contra as privatizacoes, foi contra a Lei do Petroleo, foi contra o PROER, foi contra o texto da Constituicao Federal, foi contra a abertura da economia; foi contra, enfim, tudo que deu certo no Brasil, mas, nao mudou uma virgula sequer das diretrizes deixadas por governos anteriores, ou seja, se deitou na cama feita por outros governantes e defende com unhas e dentes os ladroes de dinheiro publico da quadrilha do Mensalao. Parodiando o craque Romario eu diria: por que nao te calas Lula? Calado voce eh um sabio, mas, falando eh apenas defensor de ladroes.
    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucaria, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  26. EM RESPOSTA A GENOINO E AO PT CORRUPTO

    Os petistas, ou seja, os ratos magros assaltando os cofres publicos tal como os rotulou Roberto Jefferson, continuam deslumbrados como ficaram quando chegaram ao poder e viram as montanhas de dinheiro entrando nos cofres publicos na forma de impostos cobrados dos brasileiros, dos mais ricos e, lamentavelmente, tambem, dos mais pobres; e nesse deslumbramento hipocrita, os petistas ratos magros, agora, deslumbrados com os votos nas urnas, partem para enganar os eleitores com seu discurso falso e tentam desmerecer os Juizes do Supremo Tribunal Federal – sao onze Juizes, dos quais oito indicados pelo PT – e, portanto, nao procede a tese que os ratos magros querem enfiar goela abaixo dos brasileiros dizendo que o julgamento do Mensalao esta sendo politico. Querem os ratos magros enganar os eleitores, pois, o julgamento dos ladroes de dinheiro publico esta sendo realizado a luz dos fatos nos autos do Processo do Mensalao. E nesse contexto ha perguntas que nao querem calar e se repetem a todo momento.

    Nao eh verdade que Delubio Soares, Jose Genoino e Jose Dirceu foram os osganizadores da quadrilha montada para saquear os cofres publicos ao lado da sala de Lula; e eh claro que isso foi feito com o conhecimento de Lula? Ha alguma duvida de que deputados e senadores foram por eles corrompidos? Nao eh verdade que a ex-mulher de Jose Dirceu foi beneficiada com um apartamento nessas transacoes escabrosas e tenebrosas da quadrilha do Mensalao? Nao eh verdade que Jose Dirceu, Jose Genoino e Delubio Soares estiveram em varias reunioes com Marco Valerio para discutir quanto e quem receberia dos saques aos cofres publicos? Nao eh verdade que Roberto Jefferson disse que os petistas ratos magros queriam lhe passar pra tras lhe dando apenas R$ 4 milhoes dos R$ 20 milhoes da parte que lhe cabia no saque aos cofres publicos? Nao eh verdade que um petista rato magro foi preso com a cueca cheia de dolares e uma mala abarrotada de dinheiro publico roubado? Nao eh verdade que outros petistas foram presos com malas abarrotadas de dinheiro publico roubado para comprar dossie fajuto? Nao eh verdade que o marqueteiro do PT, Duda Mendonca, confessou ter recebido do PT US$ 10 milhoes em paraiso fiscal?

    E nesse contexto de verdades mostrando um PT corrupto, outras perguntas se repetem: sera, entao, que o STF esta sendo injusto ao condenar esses ladroes de dinheiro publico conforme disse matreiramente Genoino em sua carta; e dinheiro publico que foi, criminosa e levianamente, desviado da educacao, da saude e do saneamento basico? Sera, entao, que essas sao acusacoes escabrosas como matreiramente diz Genoino? Sera que esses ladroes foram condenados sem provas como matreiramente diz Genoino? Sera que o STF mandar esses ladroes serem algemados e levados para a cadeia para responder pelo crime de roubar dinheiro da educacao e da saude atingindo os mais pobres eh tirania como matreiramente diz Genoino em sua carta aos petistas ratos magros?

    Contudo, concordo com Genoino quando ele diz que as condenacoes dele, de Jose Dirceu e de Delubio Soares, sao, tambem e principalmente, a condenacao do Partido dos Trabalhadores, pois, todas essas bandalheiras para roubar dinheiro publico foram tramadas no gabinete da Casa Civil, ao lado da sala do Presidente Luiz Inacio Lula da Silva; e todos sabem que no PT nada se faz sem o aval do Poderoso Chefao, que eh Lula, portanto, o que esta sendo condenado eh, sim, o Partido dos Trabalhadores, que foi usado por meia duzia de oportunistas para enriquecer ilicitamente e ficar viajando pra la e pra ca de jatinho; e uma viajem de jatinho fretado custa muito dinheiro; o que nos leva a perguntar: de onde saiu tanto dinheiro para bancar esses jatinhos senao dos cofres publicos? Entao, em ultima palavra, o que esta sendo julgado no Processo do Mensalao pelo Supremo Tribunal Federal eh, sim, o PT, que traiu a confianca de milhares de seguidores, que achavam que o PT era um paladino da etica. Nao eh. Lamentavel e desgracadamente nao eh.

    O PT se mostrou ser um partido de oportunistas que se organizaram em quadrilhas para roubar dinheiro publico, alias, nao foi por acaso que Dilma, em menos de 6 meses de governo, foi obrigada a demitir seis ministros por envolvimento em roubo de dinheiro publico; e so os demitiu depois de uma enxurrada de denuncias publicadas na midia. E as decepcoes e defccoes foram muitas ao longo do caminho corrupto trilhado pelo PT; e foram defeccoes de petistas historicos; e sao varios os exemplos como Heloisa Helena, Marina da Silva, Luiza Erundina e Luciana Genro; e cito apenas algumas mulheres para destacar o PT de Lula corrompendo Marta Suplicy – a MarTAXA, aquela que no apagao aereo do governo Lula, desrespeitosamente, mandou os brasileiros, entre eles os paulistas, gozarem e relaxarem – para ela apoiar em troca de um cargo de ministra, jogando para lateral a irma e Chico Buarque de Holanda, o candidato do KIT GAY, o candidato dos roubos das provas do ENEM. Nao Genoino, isso nao sao intrigas. Isso nao sao acusacoes escabrosas como voce diz em sua carta querendo enganar os eleitores. Isso sao fatos.

    E foi fundamentados na Teoria do Dominio do Fato que os Juizes do STF julgaram e condenaram os ladroes do Mensalao; Teoria do Dominio do Fato que o Lewandowski, pau mandado de Lula, chegou a dizer que so devia ser aplicada em situacoes de crise, como guerra, por exemplo, e foi obrigado a rever sua posicao diante da brilhante exposicao didatica feita pelo decano do STF explicando a nos leigos o que eh a Teoria do Dominio do Fato; a qual deixa claro que o Poderoso Chefao do Mensalao, aquele que sempre deteve dominio de todos os fatos ligados ao Mensalao, lamentavelmente, vai sair impune de todas essas falcatruas. Teoria do Dominio do fato que esta tambem sendo usada para inocentar outros reus do PT pelo crime de lavagem de dinheiro, embora ja tenham sido condenados pelo crime de corrupcao passiva.

    E a hipocrisia dos ratos magros petistas chega ao ponto reverter os fatos passando de reus a acusadores do STF, criticando o julgamento do Processo do Mensalao por ter coincidido com as eleicoes sem considerar que isso aconteceu porque a maioria dos crimes cometidos pelos ladroes de dinheiro publico prescreveriam se o julgamento nao comecasse; e, agora, no desespero da eminente condenacao, os petistas ratos magros partem para o vale tudo e tentam desmoralizar o Supremo Tribunal Federal dizendo que os Juizes foram pautados por comentaristas politicos; mas, fizeram tal acusacao de forma covarde: nao disseram os nomes dos politicos que pautaram os Juizes e nem os nomes dos Juizes que se deixaram pautar por politicos, pratica, alias, adotada pelos seguidores de Lula copiando o verdadeiro Poderoso Chefao do Mensalao, que, no auge da crise do Mensalao, disse que tinha sido traido e que tinha sido enganado, mas, ate hoje, nao deu Lula os nomes dos ratos magros que lhe trairam nem os dos que lhe enganaram.

    Nao, Genoino, nao eh crivel que voce diga que esta saindo do governo com a consciencia tranquila dos inocentes, que nao se envergonha de nada; e que continuara lutando com todas as forcas por um Brasil melhor, mais justo e soberano como sempre fez. O que eh isso companheiro, um pouco menos de hipocrisia nao faz mal nem mesmo a petistas ratos magros; e nao adiantam cenas ridiculas de senador chorando ao ler da tribuna uma carta da filha de Genoino, senador que nao teve pejo de inocentar Sarney do crime dos 40 atos secretos do senado e Renan Calheiro do crime de usar dinheiro publico para sustentar amante; e nao chorou esse senador por ter sido obrigado por Lula a votar inocentando criminosos. Que etica eh essa?

    E que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra o Bolsa Escola e o Vale Gas, projetos sociais do governo de Fernando Henrique Cardoso, que resultaram no Bolsa Familia? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra o Plano Real que inseriu 40 milhoes de pobres na economia? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal que destruiu a inflacao de Sarney, uma inflacao de 80% ao mes, e nos deu uma inflacao controlada em menos de 5% ao ano, por impedir governantes irresponsaveis de gastarem mais do que arrecadam? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra as privatizacoes que nos livraram de empresas deficitarias, permitiram que os pobres tivessem telefone e aumentaram substancialmente a arrecadacao de impostos ajudando o governo a pagar a divida externa e formar uma reserva de 500 bilhoes? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra a Lei do Petroleo que criou as condicoes para a Petrobras aumentar seu lucro de R$ 500 milhoes/ano para R$ 35 bilhoes/ano, que aumentou a producao de petroleo de 600 mil barris/dia para 1,8 milhoes de barris/dia, resultando numa economia perene de divisas de US$ 66,7 bilhoes/ano, significando, nos ultimos dez anos, numa economia de US$ 667 bilhoes ou R$ 1,334 trilhoes; e foi isso que permitiu o pagamento da divida do Brasil e ajudou o Brasil a se tornar a 6ª economia do mundo; e voce, Genoino, e o PT foram contra? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra a Lei da CIDE que permitia uma politica de precos sem risco de variacoes bruscas por altas no preco do petroleo e sem afetar a lucratividade da Petrobras, mas, o PT destruiu isso e a Petrobras em trimestre recente passado alcancou um prejuizo de R$ 1,2 bilhooes, quando deveria ser um lucro de R$ 8,5 bilhoes? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra a venda de acoes da Petrobras no governo de Fernando Henrique Cardoso com os trabalhadores podendo usar os saldos de suas contas no FGTS e todos ganharam: o governo resgatando a saude financeira do FGTS, os trabalhadores vendo os saldos de suas contas aumentarem exponencialmente e ganhou, tambem, o governo do PT que usou o FGTS para financiar o projeto minha casa minha vida? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se apostaram contra o PROER que resgatou a saude financeira do sistema bancario do Brasil tornando-o um dos mais fortes do mundo? Que luta foi essa a sua, Genoino, e a do PT por um Brasil mais justo se tudo fizeram e continuam fazendo para desmoralizar o Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte de Justica do Brasil?

    Com a palavra os eleitores para no 2º turno das eleicoes para prefeito darem uma resposta a Jose Genoino, a Jose Dirceu, a Delubio Soares, ao PT e, principalmente, ao Poderoso Chefao do Mensalao – Lula.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucaria, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  27. O MENSALÃO DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO

    O Governador do Ceará, Cid Gomes, disse que é exagero do Governador Cabral dizer que, se Dilma não vetar a Lei remetida por Lula e aprovada pela Câmara, o Rio de Janeiro não terá condições de fazer os jogos da copa e a Olimpíada; e tripudiou dizendo que o Ceará poderá fazer os jogos da copa e a Olimpíada. A esse respeito, cabe esclarecer que não se trata de o Rio de Janeiro poder ou não realizar os jogos da copa e a Olimpíada e muito menos que o Ceará possa fazê-los. Aqui, o que temos é a Câmara Federal desrespeitando a Constituição do Brasil. Os deputados federais e os governadores deviam, por obrigação de ofício, ler as Leis e principalmente a Constituição do Brasil para não atentarem contra elas. E se tivessem a curiosidade de lê-las, curiosidade que, na verdade, é obrigação, iriam constatar que a Emenda Constitucional 9/95 deu nova redação ao artigo 177 da Constituição Federal, estabelecendo no § 1º que a União poderá contratar com empresas estatais ou privadas a realização das atividades previstas nos incisos I a IV deste artigo, observadas as condições estabelecidas em lei. E a Lei de que falo é a 9478/97, conhecida por Lei do Petróleo.

    E a Lei do Petróleo, sancionada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso, aumentou o valor dos royalties de 5% para 10% do valor do petróleo bruto, sendo 0s primeiros 5% distribuído conforme o artigo 48, ou seja, 3,5% para os Estados produtores de petróleo, 1,0% para os Municípios produtores de petróleo e 0,5% para Municípios onde se localizam instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de petróleo. Os 5% restantes foram distribuídos conforme o artigo 49, ou seja: 1,125% para os Estados produtores de petróleo; 1,125% para os Munícipios produtores de petróleo; 0,375% para Municípios onde se localizam instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de petróleo; 0,75% para o Ministério da Marinha; 1,25% para o Ministério da Ciência e Tecnologia; e 0,375% para um Fundo Especial, a ser distribuído entre todos Estados, Territórios e Municípios.

    Assim, os artigos 48 e 49 estabelecem que os 10% do valor do petróleo bruto, ou R$ 16,79 bilhões/ano, ficariam assim distribuídos: 4,625% para os Estados produtores, ou R$ 7,765 bilhões/ano; 2,125% para os Municípios produtores, ou R$ 3,567 bilhões/ano; 0,875% para Municípios onde se localizam instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de petróleo, ou R$ 1,469 bilhões/ano; 0,75% para o Ministério da Marinha, ou R$ 1,259 bilhões/ano; 1,25% para o ministério da Ciência e Tecnologia, ou R$ 2,098 bilhões/ano; e 0,375% para constituição de um Fundo Especial, a ser distribuído entre todos Estados, Territórios e Municípios, ou 0,629 bilhões/ano. Logo, não é verdade o que disse o senador Aloiso Mercadante, do PT, ou seja, que os Estados não produtores não recebem royalties, pois, nos dez anos do governo do PT foram recolhidos ao Fundo Especial R$ 6,296 bilhões que deveriam ter sido distribuídos entre todos Estados e Municípios do Brasil. Portanto, cabe uma pergunta ao governador Cid Gomes: quanto coube ao Estado do Ceará e quanto cada Município do Ceará recebeu desses R$ 6,296 bilhões?
    E essa pergunta é fundamental porque parece que o governador Cid Gomes comunga da opinião do senador Aloiso Mercadante, ou seja, da mentira de que os Estados não produtores não recebem royalties. Portanto, a se confirmar a tese do senador Aloiso Mercadante, também, defendida pelo governador Cid Gomes, ou seja, a se confirmar a mentira de que Estados não produtores de petróleo não recebem royalties do petróleo cabe perguntar ao governo do PT: o que fizeram dos R$ 6,296 bilhões que deveriam ter sido distribuídos entre todos Estados e Municípios? Será que foram desviados para algum Mensalão? Pois, parece que sim, senão o governador Cid Gomes não estaria reclamando royalties do petróleo como se o Estado do Ceará não tivesse recebido a parte que lhe cabe desse Fundo Especial de Royalties. Com a palavra o PT, Lula, Dilma e o governador Cid Gomes.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  28. ENTREGUISMO PETISTA DE NOSSO PETRÓLEO

    E pensar que Lula e seus seguidores andaram pelo Brasil afora propagando a mentira de que o PSDB queria privatizar a Petrobrás e entregar nosso Petróleo. No entanto, os fatos estão mostrando o perfil do partido entreguista, e esse partido é o PT que, além de querer destruir a Petrobrás criando outra estatal para gerir o Pré-sal, apresentou projeto ao Congresso com o propósito de aumentar a produção de petróleo para 6,4 milhões de barris, o que resultará na entrega de nosso petróleo aos estrangeiros em menos de 14 anos.

    E nesse contexto do projeto entreguista do PT, os royalties da produção de 2 milhões de barris de petróleo/dia no Rio de Janeiro e no Espírito Santo já estão comprometidos em contratos firmados pelos governos desses Estados; e se são contratos já assinados são atos jurídicos perfeitos; e se são atos jurídicos perfeitos estão, conforme farta jurisprudência do STF, salvaguardados pelo inciso XXXVI do artigo 5o da Constituição Federal, que é uma de suas Cláusulas Pétreas; e, portanto, nem mesmo uma nova Constituição pode modificar essa salvaguarda de contratos firmados. Ou seja, a forma como estão divididos os royalties de petróleo da produção de 2 milhões de barris/dia não pode ser modificada por lei casuística. Pretender, portanto, como querem alguns oportunistas de ocasião desrespeitar a Constituição do Brasil é não acreditar no juramento feito pela Presidente Dilma Rousseff quando foi empossada como Presidente do Brasil, ocasião em que jurou cumprir e fazer respeitar a Constituição do Brasil. Mas, quem é o STF se o PT o desmoraliza publicamente; e o que é a Constituição Federal para o PT senão um simples pedaço de papel?

    E aos que ainda não leram a Constituição, apesar de ser uma obrigação de todos brasileiros, reproduzo o texto do inciso XXXVI do artigo 5o da Constituição Federal: “a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada”. Em outras palavras, os contratos já assinados pelos governos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo comprometendo royalties do petróleo referente a produção de 2 milhões de barris/dia não podem ter sua atual distribuição modificada sobre pena de total e absoluto desrespeito a Constituição do Brasil, o que seria não apenas motivo de se arguir a inconstitucionalidade da Lei que venha a ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff com essa absurda determinação, mas, sim e principalmente, motivo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff por crime de responsabilidade ao não cumprir o juramento de defender a Constituição do Brasil.

    Contudo, admitindo a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff vetar o projeto de lei inconstitucional, ou seja, que o governo do PT resolva respeitar as Cláusulas Pétreas da Constituição do Brasil e decida honrar os contratos já assinados pelos governos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo comprometendo a produção de 2 milhões de barris de petróleo/dia, mas, decida dividir os royalties da produção excedente aos 2 milhões de barris/dia igualmente entre todos os Estados, serão necessários alguns artigos detalhando direitos e responsabilidades na produção de petróleo. Ou seja, assim como alguns oportunistas querem que os royalties do petróleo da produção excedente a 2 milhões de barris/dia sejam divididos igualmente entre todos Estados é preciso que seja introduzido uma artigo nessa nova lei absurda determinando que os custos por acidentes ocorridos na produção de petróleo serão rateados entre todos Estados; e que se o governo Federal decidir que os royalties excedentes sejam destinados a educação ou saúde, entre outros itens importantes, então que seja criado artigo determinando que os custos com acidentes com derramamento de petróleo são de responsabilidade do governo federal.

    E o mais importante, é fundamental ficar claro para todos os brasileiros que, na data de sanção da absurda e inconstitucional lei que pretende dividir os royalties do petróleo entre todos Estados, houve concordância de alguns governadores (devendo ser citados seus nomes e partidos políticos a que são filiados, como, por exemplo, Cid Gomes, do PSB) em aprovar o projeto ENTREGUISTA de nosso petróleo de autoria do governo do PT, que pretende aumentar a produção de petróleo de 2 milhões de barris/dia para 6,4 milhões de barris/dia para dividir os royalties de 4,4 milhões de barris entre todos Estados e que isso resultará na extinção das reservas de petróleo do Pré-sal em 14 anos. Ou seja, é preciso ficar claro que o PT é autor do projeto que vai promover a entrega do petróleo do Pré-sal em menos de 14 anos; e que depois o Brasil terá de importar petróleo a mais de US$ 115/barril; e somente os iluminados do PT é que sabem de onde sairão US$ 83,95 bilhões/ano; ou R$ 167,9 bilhões/ano, o que consumirá nossas reservas em menos de 3 anos; e será um salve-se quem puder por pura incompetência e entreguismo petista.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  29. O PROCESSO DO MENSALÃO ESCREVENDO A HISTÓRIA

    O Relator do Processo do Mensalão Joaquim Barbosa deu mais um exemplo de sua competência para condenar os réus do maior esquema de roubo de dinheiro público da História do Brasil, quando, na reunião de 12/11/2012, inverteu a ordem de determinação das dosimetrias. A princípio, seriam votadas as do núcleo financeiro, mas, numa jogada de mestre, o ministro Relator decidiu pelas dosimetrias dos réus do núcleo político começando por Zé Dirceu. E isso provocou tremenda ira do Revisor Ricardo Lewandowski (não podia votar por ter absolvido Zé Dirceu do crime de formação de quadrilha) que assim se expressou: toda hora vossa excelência vem com uma surpresa. O advogado do réu não está aqui! Vim de São Paulo saindo de uma banca de mestrado, se eu soubesse… Não interessa de onde Vossa Excelência veio – rebateu Joaquim Barbosa – surpresa é sua lentidão ao proferir seu voto; e, com isso, fez o Revisor sentir que sua tática de atrasar a votação em beneficio de Zé Dirceu não era novidade para o Relator, obrigando o Revisor a, num rompante de raiva e desrespeito aos seus pares, se retirar do plenário para retornar somente após o intervalo.

    E após abrupta retirada do Revisor do plenário, o ministro Relator se dirigiu ao presidente do STF e aos seus pares dizendo: Tá vendo, presidente? Ele está a fim de obstruir mesmo; aliás, digo eu, leigo em assuntos jurídicos, tática muita usada pelos petistas quando eram oposição e, nesse contexto, o presidente do STF defendeu a decisão do Relator Joaquim Barbosa, pois, a mudança obedece a lógica e não representa nenhum dano a defesa dos réus e disse mais o presidente do Supremo Tribunal Federal Ayres Brito: eu não vejo o menor prejuízo para a defesa. E tem lógica o que o ministro Joaquim fez. É interessante que na dosimetria a corrupção ativa venha antes da corrupção passiva. Isso é elementar. Vocês já viram alguém contestar a metodologia de voto do relator? Nunca, jamais, em tempo algum – disse Britto, no intervalo da sessão. Mas, então, por que motivo o ministro Revisor do Processo do Mensalão se sentiu tão atingido pelo ministro Relator Joaquim Barbosa? Afinal, por que a alteração da votação da dosimetria incomodou tanto ao ministro Revisor?

    A resposta está na conduta do ministro Revisor sempre buscando contrariar as teses do ministro Relator numa clara tentativa de irritá-lo para que ele reagisse de maneira destemperada e pudesse ser visto como um desequilibrado. O tiro saiu pela culatra. A inteligência do ministro Relator fez com que Ricardo Lewandowski agisse de forma desequilibrada e se retirasse abruptamente do plenário porque a artimanha que ele pretendia aplicar na dosimetria tinha sido percebida pelo brilhante ministro Relator. Mas, indagaria o leitor intrigado: afinal, que artimanha é essa que o ministro Revisor pretendia colocar em prática na votação da dosimetria? A resposta está na conduta do ministro Relator sempre tentando reduzir as penas impostas a outros réus de modo a que quando chegasse o momento de se atribuir penas aos companheiros petistas elas fossem pequenas penas. E eu diria até que o ministro Revisor conseguiu em parte seu objetivo, pois, sendo a pena condenatória do Marco Valério de 40 anos, as de Zé Dirceu, Zé Genoíno e Delúbio Soares deveriam ser pelo menos entre 20 anos e 30 anos de reclusão; e jamais entre seis anos e 11 meses e 10 anos e dez meses.

    Mas, afinal, qual era o objetivo do ministro Revisor do Mensalão que foi descoberto pelo ministro Relator Joaquim Barbosa? A resposta está na aposentadoria do ministro Ayres Brito, o qual, claramente seria, como foi, um voto de dosimetria pesado contra (não tão pesado assim) o ladrão de dinheiro público Zé Dirceu. Ou seja, o objetivo do pau mandado de Lula era estender ao máximo a dosimetria dos réus do núcleo financeiro levando a votação para depois da reunião de quarta feira, última reunião a ser presidida por Ayres Britto; e, assim, maquiavelicamente, o ministro Revisor Ricardo Lewandowski conseguiria eliminar um voto contra Zé Dirceu na dosimetria do grupo político. Contudo, tal artimanha foi percebida pelo ministro Relator, Joaquim Barbosa, que, num golpe de mestre, inverteu a ordem de determinação da dosimetria e obrigou o ministro Revisor Ricardo Lewandowski a agir como se fosse um desequilibrado se retirando abruptamente do plenário do STF em desrespeito aos seus pares. Em outras palavras, saiu pela culatra o tiro disparado pelos petistas e pelo pau mandado de Lula: o desequilibrado foi o Revisor.

    E nesse contexto de absurdos advindo do ministro Revisor, o presidente do STF, Ayres Britto, como se falasse com um menino de quem lhe foi retirado um picolé ou um carrinho de brinquedo, com complacência, se dirigiu ao ministro Ricardo Lewandowski lhe dizendo: quero agradecer o retorno ao indispensável papel de revisor, afinal, a discordância entre ministros é um indicativo de que aqui não há votos combinados. Lewandowski agradeceu e disse que entendia a fala como um desagravo do tribunal. A solução foi articulada em razão da recusa de Joaquim Barbosa de fazer uma retratação. Afinal, desagravo do Tribunal por quê? Será que apenas o ministro Relator Joaquim Barbosa percebeu a tentativa maquiavélica do ministro Revisor Ricardo Lewandowski em alijar o presidente do STF Ayres Britto da dosimetria dos réus: Zé Dirceu, Zé Genoíno e Delúbio Soares, mesmo sabendo da importância do ato pelo motivo da aposentadoria do presidente do Supremo Tribunal Federal?

    De qualquer maneira, é preciso termos ciência de que foram extremamente pequenas as penas de reclusão da liberdade impostas aos réus: Zé Dirceu, Delúbio Soares e Zé Genoíno, mesmo com os dois primeiros podendo ser algemados e conduzidos para a cadeia e com o terceiro com obrigação de dormir na cadeia. Afinal, se a pena de Marco Valério foi de 40 anos de reclusão, o esperado era que as penas impostas aos petistas idealizadores do mensalão variassem de 20 anos a 30 anos, no mínimo; e, também, foram bastante acanhadas as penas financeiras impostas aos três réus, cabendo a Zé Dirceu a obrigação de ressarcir os cofres públicos em R$ 600 mil, sendo que o réu vive pra cima e pra baixo voando em jatinhos fretados, indicando um patrimônio de milhões para bancar tais gastos e, portanto, a pena financeira, tal qual a privação da liberdade foi bastante acanhada para o crime de desviar dinheiro público subtraído da educação e da saúde a fim de corromper parlamentares; e isso em prejuízo dos mais pobres.

    E embora tão criticado por petistas notáveis, o julgamento do Processo do Mensalão foi destacado em editorial do jornal Folha de São Paulo na edição de 13/11/2012 conforme segue: Fixadas pelo Supremo Tribunal Federal as penas que recaem sobre os principais acusados do mensalão, o julgamento de um dos maiores escândalos da história republicana vai chegando ao seu desfecho. A compra de votos de parlamentares, com recursos desviados do patrimônio público, foi capitaneada pelo principal auxiliar do presidente Lula, o então ministro José Dirceu… sua punição por formação de quadrilha e corrupção ativa, ainda sujeita a ajustes, foi estipulada em dez anos e dez meses de prisão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado… Haverá motivos para comemorar o resultado do julgamento apenas se, no futuro, o rigor e o cuidado que o presidiram se tornarem corriqueiros, e não, como ainda acontece, fatos excepcionais na política do país.

    E continuou o editorial da Folha de São Paulo: um país em que a indignação dava lugar para o conformismo e em que todo escândalo estava destinado à impunidade e ao esquecimento – talvez esse país comece a ser outro, a partir de agora. Até pelo ineditismo das circunstâncias, não se pode deixar de observar que o julgamento se deu com alguma dose de improviso. Não havia clareza quanto ao que fazer, por exemplo, no caso de empate entre os magistrados. Foi a meio caminho que se fixaram, ademais, critérios quantitativos para aumentar a pena dos condenados quando o mesmo delito se repetia várias vezes. As discussões entre os ministros, que frequentemente extravasaram os contornos da serenidade que se espera de um tribunal superior, foram, entretanto, evidentes demonstrações de que a decisão se deu num clima de liberdade absoluta, com amplo espaço para a divergência.

    E, por fim, concluiu o editorial da Folha de São Paulo: um julgamento minucioso, que resulta em condenações fundamentadas solidamente em nexos fatuais e lógicos, expôs-se dia a dia pelas câmeras de TV. Culminou-se o trabalho do Ministério Público, da Polícia Federal e das CPIs que, deflagrado por revelações da imprensa crítica, desvendou uma das mais complexas e nefastas tramas criminais já urdidas nos bastidores do poder. Outros casos, a começar pelo das relações de Marcos Valério com o PSDB de Minas Gerais, terão de ser examinados sem demora. Não será num dia que se banirá a impunidade da política brasileira, mas emergiram, como nunca, as condições para que isso aconteça.

    Também, reproduzo o editorial do Estadão sobre os ladrões de dinheiro público: Eles foram denunciados, julgados, sentenciados e apenados, e do primeiro ao último instante, ao longo de seis anos e sete meses de procedimentos, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal cumpriram irrepreensivelmente as suas atribuições na coleta, concatenação e enquadramento jurídico dos fatos que envolveram os principais protagonistas políticos do mensalão, José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Ao fixar, anteontem, os termos dos seus merecidos castigos por corrupção ativa e formação de quadrilha, a Corte Suprema brasileira fez história não apenas quebrando o paradigma da impunidade dos poderosos, mas dissipando qualquer dúvida sobre a capacidade técnica e integridade moral do colegiado para levar a cabo uma ação penal sem precedentes por sua complexidade, ramificações, número e calibre da grande maioria dos acusados. E tudo aos olhos da Nação, incluindo as estocadas pontiagudas entre ministros, graças à cobertura ao vivo das sessões.

    Ao terminar a 45.ª sessão do julgamento, faltava ainda definir as penas de 16 dos 25 condenados por uma penca de delitos… Depois, algumas das penas serão ajustadas, como deve ser o caso dos 40 anos, 1 mês e 6 dias de prisão, mais multa de R$ 2,783 milhões, do operador do mensalão, Marcos Valério. Em seguida, no ano que vem – quando a vaga do ministro e atual presidente do STF, Carlos Ayres Britto, que se aposenta nos próximos dias, provavelmente já terá sido preenchida, e o ministro Teori Zavascki entrar no lugar do ministro Cézar Peluso -, sairá o acórdão do STF, com os fundamentos das decisões. Depois, virá a fase da apresentação de embargos (pedidos de esclarecimento ou de revisão das sentenças) e o trânsito em julgado do processo. Ainda não está claro quando, onde e em que condições os condenados começarão a cumprir as suas penas – 10 anos e 10 meses, no caso de José Dirceu; 8 anos e 11 meses no de Delúbio; e 6 anos e 11 meses no de Genoino, além de multas de R$ 676 mil, R$ 325 mil e R$ 468 mil, respectivamente.

    Como era de esperar, Dirceu reagiu com uma nota em que repete ter sido condenado “sem provas” em um julgamento sob pressão da mídia e que a pena a ele imposta só agrava a infâmia e a ignomínia de todo esse processo. A sua condenação por corrupção ativa, há um mês, foi decidida por 8 votos a 2. Por formação de quadrilha, o placar foi de 6 a 4. Anteontem, as suas recorrentes tentativas de deslegitimar o julgamento e o próprio STF foram mais uma vez desmoralizadas pelo relator Joaquim Barbosa, com base, sim, em provas. Dirceu, apontou o ministro, manteve intensa e extrema proximidade com os nomes mais importantes envolvidos na compra de apoio ao governo Lula, mediante o suborno, com recursos públicos, de cerca de uma dezena de deputados federais e dirigentes partidários. Coube a Dirceu selecionar quem seriam os alvos do oferecimento de propina, além de participar de reuniões com representantes de bancos para transferir valores para parlamentares. Todos os ministros que haviam votado pela condenação do petista o acompanharam na definição das penas. São os mesmos critérios que utilizamos para Valério, observou a ministra Rosa Weber.

    Enquanto o publicitário não disser tudo o que presumivelmente sabe, será difícil, se não impossível, provar que o presidente Lula no mínimo tinha conhecimento do engenhoso esquema de corrupção concebido nas barbas do Planalto e do qual ele era o beneficiário por excelência. Na quarta-feira, para variar, ele disse que não viu as penas aplicadas aos seus companheiros. É mais do mesmo de quem fingia ignorar as enormidades praticadas pelo seu braço direito José Dirceu. É também o retrato de seu descompromisso com as instituições. Os oito anos de Lula ficarão marcados em nossa história pelo grande avanço na inclusão social, o que chamo de democracia, ressaltou o historiador José Murilo de Carvalho, em entrevista ao Estado. Não se destacarão pelo que chamo de República.

    Jornais do mundo, também, repercutiram o julgamento do Mensalão. O New York Times repercutiu a notícia da condenação de petistas notáveis pelo crime de roubo de dinheiro público dizendo se tratar de dura condenação contra políticos do alto escalão do governo petista, mas, se mostra cético quando a permanência de políticos na prisão, dizendo ser muito raro político de alto escalão passar muito tempo na prisão por corrupção e outros crimes, afinal, disse o jornal, falta ver se os condenados vão realmente para a prisão e quando, pois, a defesa vai tentar protelar o cumprimento da sentença. O Financial Time destacou que a decisão do STF abriu precedente no País, cujas elites agem frequentemente com certeza da impunidade. O mensalão foi noticia, também, em jornais da França, da Espanha, da Alemanha, da Rússia, enfim, do mundo inteiro; e todos afirmando que, a partir do Processo do mensalão surge um novo Brasil, onde os marginais ladrões de dinheiro público só terão espaços algemados e na cadeia; e é isso que a sociedade espera.

    Entretanto, essa esperança da sociedade em ver os ladrões de dinheiro público serem penalizados por privação de liberdade nas cadeias pode não se concretizar, pois, petistas históricos e dotados de poderes no governo do PT estão dando declarações nos jornais defendendo os ladrões que roubaram dinheiro dos cofres públicos, e há, também, a absurda declaração do Ministro da Justiça, filiado ao PT, dizendo que preferia morrer a ir preso para as prisões brasileiras, querendo dizer com isso que é uma pena bastante elevada pretender que Zé Dirceu, Zé Genoíno e Delúbio Soares convivam com os marginais que estão na prisão. Ora, seu ministro da justiça se os meliantes do PT não queriam conviver com os marginais presos, então, que pensassem a respeito antes de roubarem dinheiro público, crime, certamente bem maior que a maioria dos crimes praticados pelos que estão presos nas prisões brasileiras, portanto, nada mais justo do que os três meliantes do PT pagarem com a estadia na prisão pelo monstruoso crime de roubarem dinheiro da educação e da saúde a fim de corromperem parlamentares.

    Contudo, desesperado diante da ação moralizadora do STF condenando os ladrões de dinheiro público do núcleo político a penas que variaram de seis anos e 11 meses a 10 anos e dez meses de prisão, o meliante Zé Dirceu, filiado ao PT, protestou contra o julgamento afirmando que os Juízes do STF foram empurrados por sentimento políticos mesquinhos; e relembrou sua luta contra a ditadura dizendo que dedicou toda sua vida ao Brasil, a luta pela democracia e ao PT; e considerou que foi condenado pelo STF sem provas; e disse mais: entrei e sai do governo sem patrimônio; e isso deixa no ar uma pergunta que não quer calar: se o meliante Zé Dirceu deixou o governo do PT sem patrimônio, quem é que está pagando os altíssimos custos das viagens em jatinhos fretados pra lá e pra cá feitas pelo notável petista Zé Dirceu? De onde saem os milhões para bancar essa orgia financeira senão do dinheiro roubado dos cofres público?

    E nessa orgia de desvio de dinheiro dos cofres públicos, o notável petista Zé Dirceu, que não disse uma palavra em defesa da Constituição do Brasil quando Lula mandou ao congresso quatro projetos de Lei inconstitucionais pretendo a criação do megalomaníaco marco de petróleo Lula, que ficou caladinho quando Lula mandou o projeto de Lei inconstitucional ao Congresso pretendendo uma nova divisão dos royalties do petróleo; e que ficou mudo quando Dilma desrespeitou a Constituição do Brasil aumentando de uma hora pra outra o IPI de carros importados com um decreto inconstitucional, se vale do seu blog para acusar o STF de ter violado a Constituição com decisões polêmicas, como a teoria do domínio do fato e acusou os Juízes do STF de terem agido com propósito eleitoral. Trata-se, sem dúvida do chororô desesperado dos criminosos condenados; e digo mais, de nada vai adiantar movimentos dos advogados de defesa do notável petista para reverter a pena imposta a ele pelo STF, afinal, sua condenação foi decidida pela Suprema Corte do Brasil e não há um órgão superior a quem possa recorrer o réu condenado como chefe da quadrilha que roubou dinheiro público para reverter o decidido pelo STF.

    Vai ter de cumprir, portanto, o notável petista Zé Dirceu a pena de prisão de dez anos e dez meses imposta pelo Supremo Tribunal Federal, devendo ser conduzido para a prisão algemado como é de costume. E disse mais o notável petista: “não me calarei e não me conformo com a injusta sentença que me foi imposta. Vou lutar mesmo cumprindo pena. Devo isso a todos os que acreditaram e ao meu lado lutaram nos últimos 45 anos, me apoiaram e foram solidários nesses últimos duros anos na certeza de minha inocência e na comunhão dos mesmos ideais e sonhos”. Mas, a sociedade espera muito mais da fala do notável petista. Por exemplo, que ele diga o nome do verdadeiro chefão do Mensalão, pois, ele não passa de um pau mandado. Fale Zé, diga tudo que sabe do Mensalão e se redima do crime de ter montado uma quadrilha ao lado da sala de Lula para roubar dinheiro público: dinheiro da saúde e da educação.

    E o chororô petista em jornais continuou com o líder do PT na Câmara Jilmar Tatto lamentando as penas fixadas pelo STF para os notáveis petistas Zé Dirceu e Zé Genoíno, deixando de fora o companheiro Delúbio Soares. Para Jilmar Tatto foi uma condenação política, afinal, como disse Lula na França, roubar dinheiro público é uma prática que vem dos tempos do império. O PT fez apenas o que todos os partidos sempre fizeram. Faltou ao líder do PT exemplificar com fatos como o crime dos 40 atos secretos de Sarney no Senado e de Renan Calheiros usando dinheiro público para sustentar amante, crimes inocentados por todos os senadores do PT, ou o crime praticado por Jader Barbalho usando dinheiro público para financiar o ranário da ex- esposa. É claro que tem, também, o caso do petista preso com a cueca cheia de dólares e dos petistas aloprados presos com uma mala abarrotada de dinheiro público roubado para comprar dossiê fajuto, sem contar com o roubo do Mensalão.

    E se esquecendo de mencionar o ladrão de dinheiro público Delúbio Soares, o líder do PT na Câmara, se referindo aos dois notáveis petistas Zé Dirceu e Zé Genoíno, assim se expressou: foi cometida uma grande injustiça com esses dois companheiros. Tem que se respeitar a decisão do Supremo, mas recebo esta decisão com indignação e muita dor, porque eles foram injustiçados. Foi uma condenação política. Mas o Supremo também erra, as instituições erram, errou no caso da Olga Benário (com os nazistas) – disse o líder do PT. Contudo, digo eu: o que dizer, então do líder do PT que vira as costas ao pobre coitado do Delúbio Soares que tentou aliviar os dois notáveis petistas assumindo para si toda a culpa de ter usado dinheiro público para corromper parlamentares? E onde estão os indícios de que o Julgamento foi político? Afinal, os dois Procuradores da República que fizeram as denúncias foram indicados pelo PT, e dos onze Juízes do STF que condenaram os ladrões do mensalão oito foram indicados pelo governo do PT; e isso, joga por terra a argumentação dos que dizem que o julgamento foi político.

    Ao contrário, o Julgamento do Processo do mensalão foi extremamente técnico e educativo para os brasileiros que o assistiram e, ai, me incluo. Aprendi bastante sobre direitos e obrigações inerentes ao conceito de cidadania, aprendi que ser cidadão é, acima de tudo, a obrigação de respeitar as leis e fundamentalmente a Constituição do Brasil tão vilipendiada nos últimos dez anos; e aprendi com os ensinamentos do decano do STF Celso de Mello que é possível sim, e ainda bem que é assim, condenar ladrões de dinheiro público com embasamento na teoria do fato, tão criticada por notáveis petistas.

    Por outro lado, o senador petista Jorge Viana (PT do Acre) diz que o Brasil sai maior do Processo do Mensalão, mas, não sabe se os Juízes do Supremo Tribunal Federal saem maiores ou menores por terem dado tratamento completamente diferente ao processo do mensalão mineiro, que, também, movimentou uma soma gigantesca de recursos para financiamento de partidos; e isso são palavras do senador do PT que sabe do que está falando. Contudo, ele precisa ser alertado que o ministro Joaquim Barbosa já disse que, tão logo concluído o Processo do Mensalão, o Supremo Tribunal Federal começará o julgamento do mensalão mineiro onde, fatalmente, Marco Valério vai ter a oportunidade de dizer tudo que sabe sobre o mensalão mineiro envolvendo outros políticos que merecem ser penalizados pelo crime de roubo de dinheiro público, e poderá, também, falar o sabe sobre o assassinato do prefeito Celso Daniel como manifestou ser sua vontade. Vai ser cada um salve-se quem puder.

    E o notável petista Lula? Para não variar demais disse que não sabia de nada sobre as condenações dos companheiros, nada diferente do que disse sobre os ladrões de dinheiro público no Mensalão, quando disse que foi enganado e traído por companheiros do PT, mas, até hoje não disse os nomes dos que lhe enganaram e o traíram, e, assim, voltou a repetir o discurso de que não sabia de nada ao ser perguntado por um jornalista sobre o que achava das condenações de Zé Dirceu e de Zé Genoíno, dizendo: não achei nada porque não vi, meu filho; deixe eu ver primeiro. Só faltou Lula dizer que estava mais interessado em saber se o clube Palmeira vai ou não cair para a 2ª divisão.

    José Conrado de Souza
    Engenheiro químico, 67 anos, formado pela UFRJ, trabalhou na Petrobrás até julho de 2000 quando, então, se aposentou, tendo atuado em postos de chefia na REPAR, na REPLAN, e no EDISE; foi presidente do Clube dos Empregados da Petrobrás em Araucária, foi membro do Conselho de Curadores da PETROS e foi Diretor da AEPET.

  30. A MÍDIA ARRANCANDO MÁSCARA DE FARSANTE DE PETISTAS

    Coitados dos petistas, que nem baratas tontas, estão sem saber para onde correr, Três eminências pardas do PT estão no ponto para serem algemadas e conduzidas para a cadeia. O governo Dilma está presenteando os brasileiros com, pelo menos, um apagão/mês. A Petrobrás está endividada em mais de R$ 100 bilhões e desesperada por não conseguir vender ativos no Brasil e no exterior porque os possíveis compradores empurram os preços para baixo. As concessionárias de energia ameaçam recorrer a Justiça contra as medidas inconsequentes de Dilma na área energética. E os coitados dos petistas ficam a ameaçar a oposição com a possiblidade do julgamento dos tucanos no mensalão de Minas, esquecendo os idiotas que o ministro Joaquim Barbosa já disse que depois da conclusão do Processo do mensalão será iniciado o Mensalão de Minas Gerais e é isso mesmo que a oposição quer para Marco Valério abrir a boca e dizer o que sabe sobre Lula e o Mensalão e sobre o assassinato do prefeito Celso Daniel. Vem chumbo grosso por ai.

    E o mais incrível é que os petistas insistem na tese de que em 2013 a prioridade zero do PT será o controle da mídia e que não vão mais concordar que jornalistas estrangeiros noticiem que Lula é cachaceiro e que bebe tanta cachaça nos comícios pelo Nordeste que fica tropeçando nas próprias pernas como bêbado; e, também, não vão aceitar que fotógrafos vendam fotografias para jornais e revistas mostrando Lula sentado numa cadeira todo mijado. O que é isso meus caros petistas, a mídia existe para isso mesmo, ou seja, para mostrar ao povo quem é ético e quem é farsante. O que os brasileiros querem é a punição de todos os ladrões de dinheiro público. Se Demostenes Torres roubou, que pague; se Maluf roubou, que pague; se Marconi Perillo roubou, que pague; se o senador Azeredo roubou, que pague. Não estamos aqui para defender ladrões de dinheiro público como fazem os petistas defendendo Zé Dirceu, Delúbio Soares e Zé Genoíno. Queremos algemar a mandar para a cadeia todos esses ladrões de dinheiro público. De parabéns, portanto o STF e o MP embora o PT queira desmoralizá-los. Não vai conseguir. O povo não deixará.

    E podem se preparar os petistas porque quando começar o Mensalão de Minas Gerais, Marco Valério vai abrir a boca, pois, já condenado a mais de 40 anos no Processo do mensalão, não haverá que querer outras condenações e vai de imediato propor um acordo de delação e, ai, meu caros petistas, os brasileiros vão saber, de fato, quem é o Poderoso Chefão do mensalão; e os indícios até agora apontam para o ocupante da sala que ficava ao lado do gabinete da Casa Civil, onde Zé Dirceu montou o maior esquema de roubo de dinheiro público da História desse País. Vai ser um barata voa de petistas daqueles. Se as cadeias estão cheias ficarão mais do que superlotadas, mas, isso é outra história, pois, se as cadeias estão superlotadas é porque o governo do PT ao invés de construir cubículos com cama e privada para presos dando a eles condições vigentes na Constituição, preferiu que o dinheiro público fosse roubado para comprar votos de parlamentares e o enriquecimento fraudulento de alguns. Porém, o STH deu o recado no mensalão: a farra de corrupção no governo do PT acabou. Doravante, roubou, será algemado e conduzido para a cadeia. Dura lex, sed lex.

    O ministro da Justiça, do PT, numa fanfarronice desmedida, disse que vai construir 190 mil vagas nos presídios, ou seja, 190 mil cubículos de 3 metros quadrados dotados de uma cama e uma privada. O custo de um cubículo desse é menos de R$ 10 mil, então, estamos falando de um investimento de 1,9 milhões, o que deixa claro que essa situação de superlotação nos presídios só existe porque o governo do PT optou por deixar que os ladrões de dinheiro público roubassem os cofres públicos. Temos o exemplo do Mensalão onde centenas de milhões foram roubados da educação e da saúde para permitir que Zé Dirceu corrompesse parlamentares e promovesse o enriquecimento fraudulentamente alguns poucos. E temos o do superfaturamento da refinaria de Pernambuco orçada inicialmente em US$ 2 bilhões, mas, já superfaturada em US$ 16 bilhões, ou seja, só ai meteram a mão grande em US$ 14 bilhões, ou R$ 28 bilhões, que dariam para construir 2.800.000 vagas; e, se assim fosse, Zé Dirceu, Delúbio e outros ladrões de dinheiro público não estariam ameaçados de ir para prisões superlotadas, mas, vão, afinal, dura lex, sed lex.

    Quem diria, o ministro Dias Toffoli, que fez discurso duro para reclamar das elevadas penas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos réus do mensalão dizendo que seus pares no STF estavam julgando os presos com critérios medievais, é dono do voto que resultou na mais alta condenação já imposta pela Corte. Estou me referindo ao caso do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), condenado a 13 anos, quatro meses e dez dias de prisão em outubro de 2010 e, no processo, segundo divulgado pelo jornal O Globo, Toffoli era o revisor do processo e a ministra Carmén Lúcia, a relatora. É por essa e outras que os petistas têm ódio mortal contra a mídia e Zé Dirceu já ameaçou que a prioridade maior do PT em 2013 será o controle da mídia, ou seja, calar os jornalistas. O PT é isso ai, incompetência e ditadura.

    E o ódio do PT conta a mídia é porque os jornalistas arrancam as máscaras de hipócritas dos mentirosos de plantão, como fizeram jornalistas do Globo trazendo ao conhecimento dos brasileiros que o discurso do ministro Dias Toffoli acusando os demais Juízes do STF de usarem critérios medievais para condenar ladrões e que ele preferia condenações mais brandas e penas financeiras mais severas é um discurso mentiroso do advogado mentiroso que mentiu na sabatina do senado dizendo que se tivesse algum dia de julgar processo em que fossem réus petistas que ele se declararia impedido. E por que Dias Toffoli é mentiroso? Simplesmente porque ele é o autor da maior punição feita contra um ladrão de dinheiro público em processo onde ele foi ministro revisor. A diferença é que o condenado não era do PT, era do PMDB. Ou seja, no critério do Juiz Dias Toffoli, ladrão de dinheiro público do PT merece penas brandas ou nenhum pena tal como ele absolveu Zé Dirceu e Zé Genoíno, agora, se for de algum outro partido o Juiz Dias Toffoli pune com severidade. E ai está explicado o ódio do PT da mídia: ela mostra a verdade e arranca a máscara de hipócrita dos mentirosos.

    Quem diria, Dias Toffoli criticou os seus pares do STF antes da hora porque achava que ninguém mais se lembraria do processo do deputado Natan Donadon, do qual foi revisor. Caiu do cavalo, pois, não vai poder dizer que o processo foi destruído, como Lula disse no caso das fitas que filmaram Drª Lina Vieira indo ao gabinete de Dilma ouvir a ordem criminosa de arquivar processo fiscal contra o filho de Sarney; e Lula disse que as fitas tinham sido destruídas. E Dias Toffoli aprendeu direitinho a lição de mentir: mentiu quando foi sabatinado no Senado e mentiu quando acusou seus pares de usarem critérios de julgamento medievais quando ele, ainda ontem, foi bem mais severo. É, Dias Toffoli, você já entrou para a História do Brasil como o ministro do STF pau mandado de Lula. E é só analisar o caso da condenação do deputado João Paulo Cunha condenado no crime de peculato com pena de 5 anos, 7 meses e seis dias, onde se usou o mesmo critério adotado pelo Revisor Dias Toffoli no processo contra o deputado do PMDB Natan Donadon, mas, Dias Toffoli, sem nenhum pejo, absolveu seus companheiros do PT condenados pelo mesmo crime.

    No caso do crime de peculato, ainda não se conhecem as penas de João Paulo Cunha e Henrique Pizzolato. Mas, a de Marcos Valério está definida. Foram 4 anos e oito meses por conta de desvios na Câmara dos Deputados e 5 anos, 7 meses e seis dias no caso do Banco do Brasil. Essa segunda condenação foi mais alta porque incidiu a figura do crime continuado. Por isso, Valério teve a pena agravada em dois terços. Os parâmetros de cálculo são os mesmos utilizados para o caso do deputado do PMDB Natan Donadon. com uma diferença: a pena para o deputado foi maior que a de Valério. Tá vendo Dias Toffoli como mentir é feio? Os jornalistas do Globo pesquisaram e descobriram que Dias Toffoli, o pau mandado de Lula no Processo do mensalão, foi Revisor de um processo que resultou na maior pena imposta a ladrão de dinheiro público, o que aliás é digno de parabéns, afinal, lugar de ladrão de dinheiro público é na cadeia, contudo, o pau mandado de Lula não pensou da mesma maneira quando julgou seus companheiro do PT e os inocentou.

    E no caso em que Dias Toffoli foi ministro Revisor ele propôs 11 anos e um mês (ou 133 meses) para deputado do PMDB Natan Donadon. Pena que foi seguida pela maioria dos ministros. No cálculo, Toffoli foi mais duro do que Joaquim Barbosa no mensalão, que propôs para Marcos Valério pena base de quatro anos. Elevou para quatro anos e oito meses por conta de agravante e somou mais 2/3, chegando a cinco anos, sete meses e seis dias (ou 67 meses). Ou seja, a pena proposta por Dias Toffoli no processo em que foi Revisor é 98,5% (133/67 = 1,985) maior que a proposta pelo ministro Joaquim Barbosa no caso do Mensalão julgando Marcos Valério, e olhe que a pena imposta a Marco Valério foi a mais severa aplicada pelo Ministro Joaquim Barbosa. Fica claro, portanto, que a crítica de Dias Toffoli contra seus pares no STF é injusta, irresponsável e mentirosa. E devemos agradecer essa verdade a mídia que arranca a máscara hipócrita de mentirosos a serviço do poder corrompido. E os jornalistas disseram que procurado para falar a respeito Dias Toffoli não foi encontrado, em outras palavras, além de ser pau mandado de Lula, é covarde.

    A mídia, também publicou o texto do agravo regimental que o réu já condenado pelo Supremo Tribunal Federal como ladrão de dinheiro público direcionou ao Presidente da Suprema Corte do Brasil questionando a decisão do Ministro Relator do processo do mensalão em acatar pedido do Ministério Público e ter publicado no DJ nº 221 de 9/11/12, que aplicou o artigo 320 contra os réus do Processo do mensalão condenados, determinando que os mesmo devolvessem no prazo estipulado os passaportes que lhes foram conferidos pela policia Federal e proibindo viagens ao exterior sem a devida aprovação do Supremo Tribunal Federal. E, assim, com seu absurdo agravo regimental, pretende o réu Zé Dirceu, condenado pelo crime de roubar dinheiro público para corromper parlamentares e promover enriquecimentos ilícitos de uns poucos, contestar a medida cautelar adotada pelo Excelentíssimo Senhor Ministro do Supremo tribunal Federal, Joaquim Barbosa, Relator do processo do Mensalão.

    E, para entender o assunto, nós, os leigos em assuntos jurídicos, precisamos ser informados sobre o que vem a ser medida cautela e, pesquisando, fiquei sabendo que é o mesmo que liminar, ou seja, é o pedido para antecipar os efeitos da decisão antes de seu julgamento. É concedida quando a demora da decisão causar prejuízo (periculum, in mora) Ao examinar a liminar, o ministro relator também, avalia se o pedido apresentado tem fundamentos jurídicos aceitáveis (fumus boni suris). As medidas cautelares conservam sua eficácia pelo prazo de 30 dias a contar da data de sua efetivação, mas, podem ser revogadas ou modificadas a qualquer momento. Cessada a eficácia da medida, a parte não pode repetir o pedido, ou seja, o MP não pode renovar o pedido de confisco dos passaportes dos réus condenados, que pode, no entanto, serem confiscados após o trânsito em julgado da condenação de cada um dos réus.

    Não há porque o réu Zé Dirceu reclamar por meio de seus advogados com um agravo regimental a medida cautelar adotada pelo ministro Relatos do processo do mensalão, onde Zé Dirceu promove uma notável aula de direito constitucional. É uma pena que só, agora, depois de ser condenado como chefe da quadrilha de ladrões de dinheiro público, Zé Dirceu tenha descoberto o imenso valor da Constituição Federal, especialmente o artigo 5º que é Clausula Pétrea da Carta Marga. É uma pena que Zé Dirceu tenha ficado caladinho quando seus companheiros do PT infiltrados no Plano Petros, Fundo de Pensão dos trabalhadores da Petrobrás, tenham fechado o Plano Petros fundamentados na mentira de haver um déficit atuarial no Plano, esquecendo, inclusive, que o Plano Petros é um ato jurídico perfeito, salvaguardado, portanto, pelo inciso XXXVI do artigo 5º da Constituição. É uma pena que Zé Dirceu tenha ficado caladinho quando o governo do PT mandou ao Congresso quatro projetos de lei inconstitucionais criando o megalomaníaco marco Lula de petróleo, pois, o marco anterior foi criado a partir da Emenda Constitucional 9/95.

    E mais ainda, o Senhor José Dirceu, também, ficou caladinho a respeito do decreto inconstitucional sancionado pela presidente Dilma querendo aumentar para vigência imediata o IPI sobre carros importados. Não pode. E o governo do PT perdeu em várias ações que as empresas reclamaram na Justiça a inconstitucionalidade do decreto sancionado pela presidente Dilma. O senhor José Dirceu, também, ficou caladinho quando o PT mandou um projeto de lei inconstitucional querendo meter a mão grande nos royalties do petróleo do Rio de Janeiro e do Espirito Santo; mas, agora, na eminência de ser algemado e preso quer espernear com a Constituição Federal nas mãos. Não sou especialista no assunto, mas, tenho a impressão que o ministro Joaquim Barbosa vai negar o pretendido por Zé Dirceu no agravo regimental. Afinal, não foi decretada prisão ainda do condenado como ladrão de dinheiro público e, também não está ele proibido de viajar ao exterior, mas, sim e apenas, a determinação de que qualquer viagem ao exterior terá de ser com autorização do STF, sendo, para isso, necessário que os passaportes fiquem em poder do STF.

    Ou seja, o réu José Dirceu não tem do que reclamar. O STF não está proibindo ele de viajar ao exterior, está apenas cuidando para que cada viagem dele a exterior seja por um motivo altamente justificável e não venha a servir para que o réu condenado como ladrão de dinheiro público fuja da pena que lhe foi imposta pelo STF; e há indícios para que o STF pense assim, afinal, Zé Dirceu e seus companheiros não são muito chegados a respeitar as leis e principalmente a Constituição Federal e os exemplos a esse respeito abundam. Portanto, nada mais justo do que os passaportes ficarem em poder do STF e se os réus quiserem viajar ao exterior que solicitem autorização ao STF justificando o motivo; e a imprescindibilidade da medida cautelar se justiça, pois, com as condenações já decididas há, sim, risco de fugas e isso que a medida cautelar quer evitar. Se qualquer réu quiser viajar a exterior não está impedido de fazê-lo, contudo, vai ter explicar direito o porquê da viajem.

    Não há nenhuma fundamentação legal no pretendido pelo réu porque: a) a efetividade da medida cautelar está fundamentada no fato de que os réus já foram condenados com os Juízes tomando os devidos cuidados para evitar riscos de falhas jurídicas, não havendo, portanto, qualquer possibilidade de mudança de voto favorecendo os réus; ao contrário, há riscos, sim mudança de votos hoje favoráveis aos réus para uma situação de agravamento da pena, portanto, o recolhimento dos passaportes foi uma medida cautelar evitando a fuga de qualquer desses réus já condenados pela justiça como ladrões de dinheiro público, mas, o STF deixou a porta aberta para autorizar viagens ao exterior que o interessado demonstre sua real necessidade principalmente com a proximidade dos trânsitos em julgados da várias penas que devem responder.

    E mais ainda, respondendo ao item b, a medida cautelar individualizou sim os supostos acusados, todos eles são citados nominalmente na medida cautelar e o comportamento incompatível é o grande risco de fuga do Brasil para não responderem a penas que o STF impôs a cada um dos réus já condenados de pertencerem a uma quadrilha de ladrões de dinheiro público. Quanto ao item c, o risco de ocorrência de viagens ao exterior pelos réus já condenados como ladrões de dinheiro público é o de terem em mãos os passaportes, portanto, o seu recolhimento é o de evitar que os condenados sintam a tentação de praticar mais um crime: o de fugir da obrigação de pagar judicialmente os crimes com as penas que lhes foram impostas pelo STF.

    E quanto ao item c, onde réus já condenados fizeram severas críticas ao julgamento do Processo do Mensalão, o Relator do Processo do Mensalão, atendendo pedido do Ministério Público, entendeu, sim, que a posse dos passaportes em mãos dos já condenados réus como ladrões de dinheiro público, era, sim, um forte estímulo para fugir. Portanto, acho pouco provável que o Ministro Joaquim Barbosa acolha a pretensão do réu José Dirceu, que deve, sim, contratar um psicólogo para se preparar a cumprir pelo menos 1 ano e nove meses em prisão superlotada ou não. Afinal, dura lex, sed lex.

    Também, não prospera a citação HC 92751, julgado em 09/08/2011, cujo Relator foi o decano do STF Celso de Mello. Afinal, o Estado não tratou o réu como culpado como aquele que sofre condenação irrecorrível; foram mantidos absolutamente todos os direitos do réu constantes do artigo 5º da Constituição Federal e tanto é assim que ele tornou público essa sua contestação ao Relator do Processo do mensalão que, apenas adotou medidas para evitar que os réus sintam-se tentados por praticarem mais um crime, o de fugir para exterior a fim de não responder as penas que lhes foram impostas pelo STF e que devem ser cumpridas no Brasil; e mesmo o ir e vir para o exterior não está proibido, apenas o Relator do mensalão quer que o STF tenha a prerrogativa de analisar os motivos alegados por quaisquer dos réus para viajar ao exterior, ou seja, os réus não estão sendo tratados como se já houvessem sido condenados definitivamente, por sentença do Poder Judiciário, dai porque é totalmente improcedente a citação do HC do decano do STF.

    E analisando como quer o réu Zé Dirceu, já condenado como chefe da quadrilha de ladrões de dinheiro público, a MEDIDA CAUTELAR essa não foi devido a críticas dos réus contra a decisão dos Juízes do STF; afinal o artigo 5º da CF garante o direito de livre pensamento a todos os cidadãos; e é claro que o jornalista Jânio de Freitas tem todo o direito de criticar a decisão do STF condenando aqueles que entendeu serem ladrões de dinheiro público, direito esse, aliás, que o governo Lula não quis respeitar quando um jornalista estrangeiro publicou matéria dizendo que Lula exagerava nos goles de cachaça e ficava tropeçando nas pernas como bêbado, tendo Lula exigido a expulsão sumária do jornalista e só não conseguiu porque a maioria dos brasileiros se levantou contra Lula que achava que podia agir como ditador. Não pode. Nossa Constituição proíbe. E a comparação do artigo de Jânio de Freitas criticando a decisão do STF com os ladrões de dinheiro público do Mensalão é de um absurdo sem igual.

    E é de uma perfeição total o AI 675276 julgado em 22/06/2010 citado pelo e novamente de autoria do decano Celso de Mello, principalmente quando ele diz: nenhuma autoridade, pode prescreve segundo suas próprias convicções, o que será ortodoxo em política, ou em outras questões que envolvam temas de natureza filosófica, ideológica ou confessional, nem estabelecer padrões de conduta cuja observância implique restrição aos meios de divulgação do pensamento. Ora, é exatamente por esse texto que é descabida a citação do AI 675276 do decano do STF, pois, a medida cautelar não pretendeu em momento algum restringir o direito de divulgação do pensamento e a prova cabal disso é que esse instrumento de contestação ao réu ao Relator do mensalão está sendo divulgado na mídia e, certamente, quem divulgou foi o réu; o que mostra que todos seus direitos como previsto no artigo 5º da CF estão preservados. O único cuidado do Relator foi o de evitar que o réu seja tentado a fugir do País; e há precedentes a esse respeito.

    Requerer, portanto, ao término do seu texto endereçado ao Relator do Processo do Mensalão que o Ministro Joaquim Barbosa reconsidere a decisão que tomou de mandar recolher os passaportes recolhidos ao STF e os devolva aos réus já condenados como ladrões de dinheiro público é achar que os Juízes do Supremo Tribunal Federal agem de rompante e não fundamentados na lei, decisão inclusive tomada para evitar que os réus sofressem a tentação de fugir do País para não responder aos crimes a que foram condenados. Por esse motivo, creio que a pretensão do réu José Dirceu não prosperará, mesmo que o agravo seja submetido ao plenário, como, certamente, será.

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  34. LADRÕES

    O Crime Organizado, suas Quadrilhas, seus Chefes e Operadores no Poder, e com Poder de DECISÃO de mando para agir e decidir com o aval do Palácio do Planalto.

    José Sérgio Gabrielli, Graça Foster, Dilma Rousseff e Paulo Roberto Costa em visita à Plataforma P-56, em Angra dos Reis, em junho de 2011

    Quem é Quem no PODER?

    Paulo Roberto Costa, que era diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, um dos autores do contrato de compra da refinaria de Pasadena, preso pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato, foi nomeado por um acordo entre José Dirceu, (ministro chefe da Casa Civil à época), Pedro Corrêa (Presidente do PP, Deputado Federal à época),e José Janene, Líder do PP,na Câmara dos Deputados a época,um dos réus do esquema do mensalão. Já Falecido. E que foi substituido pelo operante Pedro Henry, também condenado na Ação 470 do Memsalão. Esse ramo dentro do PP se estende como um câncer que devemos extirpar combatendo a impunidade. Hoje você tem o Líder no Partido na Câmara, Eduardo da Fonte, sobrinho de Severino Cavalcanti, e cria de Pedro Corrêa, e de toda essa gente. Pois do contrário não seria Líder do Partido.
    Na época, o caso de Pedro Corrêa foi examinado pela Corregedoria da Câmara e terminou arquivado, mesmo diante de muita polêmica e das denúncias do relator da CPI, deputado Luiz Antônio de Medeiros (PL-SP), de estar sofrendo forte pressão política para inocentá-lo. A filha do ex-deputado, Aline Corrêa, hoje deputada federal pelo Estado de São Paulo, também esteve envolvida naquele processo, assim como seu marido,à época, José Antônio Newald, mas asdenúncias foram igualmente arquivadas. É Operadora do Esquema de Paulo Roberto Costa com as empresas que atuam no segmento de Abastecimento da PETROBRAS.

    A derrocada das empresas de Eike Batista é um dos motivos que colaboraram para um deficit milionário dos fundos de pensão no Brasil, e tudo feito com a ordem direta de Lula e Dilma. Não existe precedente em toda a História de fatos como esses. E nada foi feito. O Chefe Oculto de tudo é LULA. Todos sabem, e nada é feito contra o Crime de Lesa-Pátria. Os Ministros do PT, no Supremo Tribunal Federal, tem que enchergar que ao julgarem ideologicamente e não a luz do direito, colocaram o Brasil, em trevas a beira do abismo. E vão pagar caro por isso. Roubo é Roubo, Ladrão é Ladrão, Quadrilha é Quadrilha!

    Veja ainda, as empreiteiras que fazem doação fora do período de campanha. Tudo isso é Lavagem de Dinheiro, dentro de um esquema de lavagem novo, onde o dinheiro não sai das empresas para não chamar a atenção e ficar no sistema financeiro de forma quente e legitima. Isso foi organizado pelo ex-presidente da Petrobras JOSÉ SÉRGIO GABRIELLI DE AZEVEDO.

    Nas solenidades no Palácio do Planalto, no 3 andar, onde esta o Gabinete Presidencial, por várias vezes, quando presente as Solenidades, Pedro Crorrêa, acompanhava ao término do evento a presidenta Dilma ao seu gabinete. Basta ver as fitas: Ela na frente, ele a um passo atras e a segurança. Para se reunirem e discutirem assuntos relacionados a Paulo Roberto Costa e seus interesses em sua área. Vejam ainda, quem era o diretor-adjunto de Paulo Roberto Costa, na diretoria de Abastecimento da Petrobras. Alan Kardec Duailibe, homem de confiança e operador de Walfrido Silvino dos Mares Guia Neto, que ocupou cargo de ministro de relações institucionais do governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Walfrido, é um dos mentores do Mensalão mineiro. A Justiça de Minas Gerais decretou extinta a punibilidade de Walfrido dos Mares Guia, acusado de participar de esquema de desvio de dinheiro público em 1998 para a campanha do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

    Nas ações penais 536 e 606 são apurados possíveis desvios de dinheiro público durante a campanha de Azeredo. Segundo a Procuradoria Geral da República, o então candidato teria se beneficiado de recursos procedentes de um esquema que envolveu a empresa de publicidade SMP&B, de propriedade do publicitário Marcos Valério, condenado a Ação Penal 470, o processo do mensalão, por fatos semelhantes. De acordo com a procuradoria, R$ 3,5 milhões foram desviados de empresas estatais mineiras para a campanha.

    A juíza Neide da Silva Martins, da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, entendeu que as acusações de peculato e formação de quadrilha prescreveram em 2012, quando Mares Guia completou 70 anos. “Tendo transcorrido prazo superior a oito anos entre os fatos e o recebimento da denúncia, declaro extinta a punibilidade do réu Walfrido Silvino dos Mares Guia Neto, qualificado nos autos, pela ocorrência da prescrição da pretensão punitiva do Estado”, decidiu a juíza.

    A Refinaria de Pasadena, é café pequeno, se comparado a desmobilização e venda de ativos da Petrobras feita por Graça Foster com o aval da Presidenta DILMA, depois de um final de semana no Palácio da Alvorada. Sem consulta ao Conselho de Administração da empresa.

    A PDVSA e a Refinaria ABREU e LIMA
    A Refinaria de Abreu e Lima, a PDVSA, não aceitou vir a participar da Refinaria, devido ao sobrepreço do custo político Brasil, para fazer caixa, de mais de Us$ 2 bilhões, para os envolvidos no esquema. Diga-se PT e PP, sobre o comando de Pedro Corrêa. Só na terraplenagem ouve sobrepreço de mais de R$ 250 milhões de reais para esse time. Portanto a PDVSA, não aceitou participar do esquema de corrupção montado por LULA, Dirceu e Corrêa.

    Amigas Perigosas da Presidente DILMA
    Denise Abreu, ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) preocupa os palacianos próximos à presidente Dilma Rousseff, muitos pensaram ser um exagero, mas isso vem se confirmando a cada dia. E se fizemos tal afirmação é porque as informações recebidas dão conta que essa é de fato a situação que reina no Palácio do Planalto quando surge em alguma conversa o nome de Denise Abreu ou Erenice Guerra. Erenice e Denise, tem visitado empresários do setor de P&G, para pedir dinheiro em nome de Dilma, e propor negócios na área de Paulo Roberto Costa. Nesse assunto a presidente tem tido o seu nome usado de forma indevida, mais a situação é muito séria.

    Contrato Bilionário dado por Gabrielli a WTORRES, de US$ 25 bilhões de dólares sem licitação, a época, a uma empresa sem tradição no setor de Petróleo e Gás, foi o maior crime já cometido por essa gestão do PT. Palocci, na época conselheiro da Petrobras, foi contratado pela empreiteira para fechar o contrato.
    Tudo isso já existia, mais piorou muito com a chegada de Lula e Dilma ao Poder. É hora de acabar com essa farra!

    LULA É O REI DOS LADRÕES
    http://www.dpf.gov.br/agencia/noticias/2014/03/operacao-lava-jato-desarticula-rede-de-lavagem-de-dinheiro-em-7-estados

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