Ciganos em Utinga matam um cidadão e ferem dois a tiros e encontram-se foragidos

O enterro de Edésio gerou caminhada de protesto pedindo justiça em defesa das vitimas

Familiares e amigos fizeram caminhada de protesto durante o enterro de Edésio.

Uma tragédia provocada pelos dois ciganos conhecidos por Sumério e Tercário, abalou a cidade de Utinga no sábado, 29, às 8 hora da noite, quando dispararam vários tiros em frente ao bar do Balneário de Bié, situado no bairro Ponte de Tábua, à margem da estrada Utinga-Bonito. Conforme a ocorrência registrada pelo plantão central em Ruy Barbosa, o tiroteio deixou como vítima fatal, o comerciante Edésio Joaquim do Nascimento, (74 anos), que foi socorrido no hospital Municipal da cidade, mas veio a óbito logo depois. As outras vitimas, seu filho Paulo Sérgio Ribeiro Nascimento e seu Genro Getúlio Francisco dos Santos, foram gravemente feridos a tiros, sendo socorridos no hospital local e transferidos para o HGE em Salvador.

Tiroteio e assassinato

O carro funerário levou a última homenagen dos filhos.

Viaturas policiais da 5a CIA/PM/Utinga, comandada pelo CAP/PM Anderson Garcia Pires, compareceu ao local e constatou que várias pessoas estavam no Bar de Bié, quando os dois ciganos Sumério e Tercário, chegaram a bordo de dois veículos Polo. Em seguida ligaram o som do carro em alto volume, fato que desagreadou o proprietário e os clientes que se econ trava m no local. Foi pedido por Bié que baixassem o som do veiculo, porém, os ciganos não   obedeceram e entraram em atrito, indo às vias de fato com Bié. A revolta das pessoas e amigos se generalizou e,  ao saírem nos  veículos, os dois ciganos deflagraram vários disparos de armas de fogo, alvejando Edésio veio a óbito, além de provarem ferimentos graves em Paulo e Getúlio, que sofrem risco de vida no HGE.

Consternação e revolta

A cidade inteira se manifesta pedindo justiça, com a devida punição dos assasinos.

A cidade abalada acompanhou ontem, o enterro de Edésio, com uma caminhada de protesto e muitas homenagens. O prefeito Joyuson Vieira lançou manifesto nas redes sociais em que lamentou: “O Silêncio profundo, a dor, a revolta, a consternação e a tristeza me absorvem neste momento que deveria ser festivo e de grandes esperanças. A perda de um amigo, correligionário, pai de família e cidadão exemplar, de forma vil, banal, covarde e cruel transtorna um Município inteiro”. Apela ainda a nota que “Deus, nos ajude a findar logo este 2018 de tantas tragédias e a iniciar ano de 2019, com a alma ainda em prantos, mas com a esperança de dias melhores, apesar de alguns poucos hipócritas”, afirmou o gestor municipal.

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