10 Dicas para ajudar no Suporte a Pacientes portadores de Alzheimer

Dicas simples que ajudarão você a aprender como lidar com portadores do Mal de Alzheimer

“Aprender nunca é demais, uma vez que quanto mais aprendemos, mais qualificada se torna nossa compreensão…”

“Qualidade de vida é algo que se conquista com disciplina, auto-organização e muito esforço pessoal…”

Entendendo um pouco mais sobre a real dimensão e natureza desse importante Problema…

Oferecer apoio a um amigo ou parente que tenha sido diagnosticado com uma doença limitante e grave dessa natureza pode ser difícil.

Além disso, emocionalmente você também já terá que lidar com a sua própria tristeza e com o choque, fato que, na maioria das vezes vai representar um problema adicional.

Somos muito bons em evitar, adiar, ou mantermo-nos longe das coisas que nos parecem difíceis. Mas é importante encarar de frente o problema. Afinal de contas, somos entidades humanas vulneráveis, e a empatia de colocar-se no lugar do doente é um dos remédios que nos ajuda a compreender que aquilo poderia acontecer conosco.

Lembre-se de que um problema só existe porque ainda não foi compreendido e adequadamente enfrentado, o que quer dizer, desmistificado. Um problema não resolvido é como aquele boato não investigado que nos obriga a tomar decisões equivocadas, o que tende a agravar ainda mais o estado de uma coisa que, se examinada com ponderação e equilíbrio, poderia se tornar algo insignificante.

Aqui estão 10 Dicas simples, um breve roteiro para nos integrar no processo de apoio aos portadores de Alzheimer:

Dica 1: Arme-se de Conhecimento

Quanto mais você entende sobre uma doença melhor equipado você estará para apoiar alguém. Sites qualificados, livros e profissionais de saúde podem te oferecer muitas informações importantes sobre o Mal de Alzheimer.

Dica 2: Não Evite Falar sobre a Doença

Você logo percebe se uma pessoa quer discutir sobre alguma coisa ou não. Você pode ajudá-los, ouvindo e mostrando que pretende apoiá-los. Ouça e faça perguntas que lhes permitam continuar com a conversa, caso queiram. Tranquilize-os dizendo que é bom para eles falar sobre o que estão sentindo. Nessas horas, sua compaixão e apoio é muito importante.

Dica 3: Faça Perguntas Abertas que permitam o Debate

Em outras palavras; Faça perguntas que permitam uma conversa esclarecedora, e não respostas diretas e evasivas como sim e não.

Dica 4: Não Evite a Pessoa

O Alzheimer é uma doença lenta e progressiva. As pessoas não mudam ou esquecem tudo da noite para o dia. Sendo assim, cortar ou reduzir o contato de repente fará como que se sintam ainda pior. Evitar uma pessoa torna ainda mais difícil interagir com ela mais tarde, uma vez que você irá se sentir envergonhado e culpado por tê-la ignorado ou menosprezado. Se você simplesmente não puder visitar, telefone ou arrume outra maneira de se comunicar; mas dê um jeito de mostrar que está presente. Organize uma data e hora regular para visita, isto vai impedir que se afaste da pessoa.

Dica 5: Apoie Continuamente

Ajude a pessoa a ter uma vida o mais normal possível. Continue com as atividades e hábitos dos quais ambos já participavam juntos. Você pode apoiá-la e ajudar com coisas que, para um doente de Alzheimer, parecem difíceis. Se as atividades antigas se tornarem muito complexas ou despertarem sentimentos desagradáveis daquilo que perdeu por causa da doença, seja criativo e encontre outras atividades ou maneiras possíveis de realizar as mesmas tarefas. Escolha uma atividade que exija dela mais empenho, mas que não seja emocionalmente desgastante ou capaz de agredir sua autoestima.

Dica 6: Esteja Preparado para as Mudanças

Sua abordagem pode ter que mudar à medida que a pessoa passe a apresentar diminuição das habilidades físicas e mentais. A capacidade dela de entender e processar informações, expressar-se, ou ainda de se concentrar em tarefas que antes faziam parte de sua rotina, tudo isso poderá ficar comprometido.

Dica 7: Mantenha-se Calmo

Às vezes as pessoas com Alzheimer tornam-se frustradas, arredias, irritadiças, e com frequência poderão perder o controle emocional. Talvez elas não sejam capazes de expressar o porquê – na verdade trata-se de uma sensação intensa de irritação misturada com confusão mental. Estes são sinais da doença, por isso não leve para o lado pessoal e tente não reagir. A reação irá simplesmente aumentar o sofrimento e a angústia do doente agravando seu estado, e o mais importante, não resolve nada.

Dica 8: Cuide-se

Se você for o principal cuidador é fácil cair na armadilha de se dedicar com exclusividade ao doente e esquecer de si mesmo. Isso provavelmente não é bom para você, muito menos para o portador de Alzheimer que está sob seus cuidados. Participe de grupos de apoio. Qualquer ajuda, por pequena que seja, é bem vinda. Mesmo que esta ideia pareça estranha ou desagradável, você deverá fazer um plano de contingência, um plano B, para o caso de ficar doente ou incapacitado.

Dica 9: Não Tome o Controle

Lembre-se, não é porque alguém tem Alzheimer que as pessoas terão de assumir a tomada de decisões, escolhas e responsabilidades em seu lugar. Oriente e ampare quando ela não se sentir capaz de posicionar-se; mas não se exceda.

Dica 10: Trate como Gostaria de ser Tratado

Enxergue primeiro a pessoa, não a doença. Tenha consciência de que a sua ajuda, compaixão e apoio são coisas fundamentais e imprescindíveis durante toda essa jornada.

E por fim…

O site não se presta a fazer o papel do seu Médico, nem de prescrever medicações de qualquer natureza para qualquer tipo de patologia, mas apenas de servir como fonte de informação para seu esclarecimento antes de uma consulta médica

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