Direto da RedaçãoFlashItaberaba

Obras da EMBASA criam sérios transtornos nas ruas de Itaberaba

Obras ocupam as ruas e interditam os acessos.

Calçamento revirado pelo avesso, vias públicas esburacadas, ruas interditadas sem sinalização previa indicando os desvios, transtornos para pedestres nas calçadas  e aos condutores dos veículos nas ruas, são algumas das dificuldades e problemas gerados pelas obras da EMBASA, para a implantação do Sistema de Saneamento Básico de Itaberaba. Sob a execução da empreiteira ADM Engenharia, os serviços envolvem muitos trabalhadores e máquinas pesadas que invadem as ruas, praças e avenidas esburacando tudo para implantar no subsolo os dutos do esgotamento sanitário.

Máquinas pesadas como retroescavadeiras, invadem a ruas abrindo as valas.

O projeto de saneamento básico terá investimentos estimados em R$65.0 milhões, com recursos dos governo federal através do Programa PAC 2, com a gestão e fiscalização sob controle da EMBASA.

Repercussão na Câmara

Depois da tubulação sobrecoberta os calçamentos das ruas ficam esburacados e irregulares.

Enquanto o comércio se queixa que das ruas esburacadas e o movimento das máquinas interferindo na dinâmica do comércio, a população enfrenta dificuldades  de locomoção nas vias urbanas.

O vereador Amauri pediu providencias.

O problema já repercutiu na semana passada no plenário da Câmara Municipal, onde os vereadores Amauri Pinheiro,  Carlos Tanajura,  Samuca, Niltinho e Jadiel, abririam uma frende de discursos críticos. A edilidade sugere que a recuperação do calçamento aconteça no mesmo ritmo em que se abre o buraco. Conforme o edil Amauri, foi solicitado ao presidente Jose Antônio, o encaminhamento pela Câmara, de uma recomendação ao Secretário de Infraestrutura,  para intensificar a fiscalização e controle. “A empresa está trabalhando sem equipe suficiente para atender as demandas de recuperação do calçamento”, ponderou Amauri.

Salvador do Paraguaçu

Salvador do Paraguaçu ou Salvador Roger Pereira de Souza, é jornalista editor fundador do periódico O Paraguaçu em circulação desde 1976. Solteiro (divorciado) é um ambientalista dedicado em defesa do Rio Paraguaçu. Para tanto criou a ONG Fundação Paraguaçu, com a qual promove o Projeto Cariangó, que tem por meta o plantio de 1.0 milhão de árvores nativas na região do médio Paraguaçu e Chapada Diamantina. O projeto conta com a participação de empreendedores, muitos voluntários e recebe apoio da Fundação Interamericana - IAF, que firmou o convênio BR-898 com a doação de U$49.0 mil dólares, em apoio a etapa inicial da meta de 1.0 milhão de árvores a serem plantadas em cinco anos. O ano inicial é 2016.

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