O processo
para destruição do atual Estádio Octávio
Mangabeira, bem como do Ginásio Balbininho, contará
com uma combinação de procedimentos. O secretário
Ney Campello espera que o consórcio Odebrecht/OAS, vencedor
da licitação, acate as sugestões do arquiteto
contratado pelo Estado para elaborar o projeto de construção
da nova arena. “Vai ser uma combinação de técnicas
de implosão, demolição e demolição
assistida com máquinas. A ideia é implodir o anel superior
e demolir o inferior. Mesmo se não houver a antecipação,
a nossa determinação é que o processo seja executado
no início de março”, detalhou. A execução,
de acordo com o titular estadual, será feita de modo que os
bens tombados do entorno, as redes de água e energia, o metrô
e, inclusive, as placas e homenagens da antiga Fonte Nova, como a
estátua de Pelé, sejam preservados. “Esse procedimento
tem que ter um cuidado rigoroso para evitar problemas. Devemos ter
uma espécie de envelopamento do estádio para garantir
a segurança das pessoas e dos empreendimentos. Aos ambientalistas
eu digo até que fiquem tranquilos, pois seremos muito responsáveis.
Não faremos corrida de 100m rasos contra qualquer cidade. Para
nós o fundamental é garantir o prazo e executar os trabalhos
com segurança”, assegurou. |