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Frigorífico iniciou o abate de jumentos em Amargosa para exportação

Jumentos confina para o abate, terá a carne desitInada para a Ásia.

O Frinordeste, frigorífico localizado no município de Amargosa, iniciou o abate de jumentos na quarta-feira (26). A unidade gera 150 empregos diretos e 270 indiretos. A empresa vai produzir cerca de 300 toneladas de carne por mês, que serão exportadas para o mercado asiático.

A operação do frigorífico é consequência das negociações realizadas pelo governador Rui Costa na Ásia. “Os 420 empregos gerados são resultado concreto da viagem que fizemos à Ásia em março de 2016. Retornaremos ainda este ano com o objetivo de confirmar investimentos de grande porte, que vão gerar ainda mais empregos e desenvolvimento para o nosso estado”, afirma Rui.
Um dos sócios da empresa, Mairton Souza, destaca que “o governador visualizou uma nova pecuária não apenas para a Bahia, como também para o Nordeste, para a região semiárida. Ele não mediu esforços, com apoio incondicional de todas as secretarias”.
Equipe do frigorifico no ato inaugural.

O Frinordeste funciona na área de um antigo frigorífico, que havia encerrado as atividades há dois anos. “Com a intenção de reabri-lo, o governador trouxe esse projeto novo. Para conhecer o mercado, nós iniciamos o abate, de forma experimental, no frigorífico da Chapada Diamantina [FrigoCezar], em Miguel Calmon. A partir desse teste, nós destinamos um frigorífico apenas para este tipo de abate”, acrescenta Mairton.

O objetivo é exportar a carne e também o couro animal, que será direcionado às indústrias de cosméticos e farmacêuticos. O projeto engloba desde a aquisição de jumentos de pequenos produtores rurais até a procriação pela empresa, inclusive com melhoramento genético da espécie na Bahia, a partir de animais trazidos da Ásia.

Sobre Salvador do Paraguaçu

Salvador do Paraguaçu ou Salvador Roger Pereira de Souza, é jornalista editor fundador do periódico O Paraguaçu em circulação desde 1976. Solteiro (divorciado) é um ambientalista dedicado em defesa do Rio Paraguaçu. Para tanto criou a ONG Fundação Paraguaçu, com a qual promove o Projeto Cariangó, que tem por meta o plantio de 1.0 milhão de árvores nativas na região do médio Paraguaçu e Chapada Diamantina. O projeto conta com a participação de empreendedores, muitos voluntários e recebe apoio da Fundação Interamericana - IAF, que firmou o convênio BR-898 com a doação de U$49.0 mil dólares, em apoio a etapa inicial da meta de 1.0 milhão de árvores a serem plantadas em cinco anos. O ano inicial é 2016.

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