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Fazer sexo oral em mulheres faz bem à saúde, previne câncer e doenças do coração, comprova estudo

A conclusão ocorreu porque há a liberação de dois tipos de hormônios durante a relação sexual, ocitonina e DHEA, que agem contra algumas doenças graves, como o câncer, e outras relacionadas a problemas do coração

Sexo oral feminino faz bem.
Sexo oral feminino faz bem.

Uma pesquisa da empresa Sex Wipes mostrou recentemente que 43% dos homens se sentem incomodados em fazer sexo oral em mulheres. Mas você sabia que a prática é boa tanto para o corpo feminino, quanto para o masculino?

Um grupo de pesquisadores da State University of New York, nos Estados Unidos, concluiu que fazer sexo oral em mulheres faz bem à saúde de quem recebe e também de quem faz.

O estudo monitorou os hábitos sexuais de mais de 150 casais héteros e lésbicos. Todos eles foram divididos em grupos distintos, cada um com uma missão. O primeiro deveria praticar sexo oral com mais intensidade na mulher e, o segundo, deveria fazer o ato de forma limitada.

O amor é lindo e saudável.
O amor é lindo e saudável.

Após a análise dos dois grupos, os especialistas descobriram que houve diferença nos níveis de estresse, ansiedade, qualidade de sono e de intimidade. Os casais em que ocorria sexo oral na mulher com maior intensidade e frequência tiveram os melhores resultados.

A conclusão ocorreu porque há a liberação de dois tipos de hormônios durante a relação sexual, ocitonina e DHEA, que agem contra algumas doenças graves, como o câncer, e outras relacionadas a problemas do coração. Além disso, as propriedades sedativas da ocitocina podem relaxar e melhorar a qualidade do sono do casal.

Sobre Salvador do Paraguaçu

Salvador do Paraguaçu ou Salvador Roger Pereira de Souza, é jornalista editor fundador do periódico O Paraguaçu em circulação desde 1976. Solteiro (divorciado) é um ambientalista dedicado em defesa do Rio Paraguaçu. Para tanto criou a ONG Fundação Paraguaçu, com a qual promove o Projeto Cariangó, que tem por meta o plantio de 1.0 milhão de árvores nativas na região do médio Paraguaçu e Chapada Diamantina. O projeto conta com a participação de empreendedores, muitos voluntários e recebe apoio da Fundação Interamericana - IAF, que firmou o convênio BR-898 com a doação de U$49.0 mil dólares, em apoio a etapa inicial da meta de 1.0 milhão de árvores a serem plantadas em cinco anos. O ano inicial é 2016.

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