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Como lidar com a traição? A infidelidade e suas consequências

A traição não tolerada pode gerar traumas.

Traição é sinônimo de quebra de um pacto. Um pacto de amor entre duas pessoas, que por algum motivo, se rompeu por tentações carnais ou sentimentais. E não há uma regra sobre o que é “muita traição” e do que é “pouca”.

Ou seja, um beijo é menos grave do que um envolvimento maior, como o sexo? Ou ainda uma escapadinha sexual é mais fácil de perdoar do que um envolvimento em que rola amor? As respostas variam de acordo com as expectativas e valores de cada casal.

Traição é sinônimo de quebra de um pacto

Mas, ser vítima de uma traição não implica necessariamente o fim de um relacionamento. Especialistas recomendam que a pessoa que enfrenta uma infidelidade, espere passar a raiva, que é a primeira reação das vítimas desse problema, antes de decidir sobre qualquer coisa. É preciso conversar depois que a cabeça estiver fria. Em muitas traições, o problema acontece devido a uma insatisfação na relação e pode servir como um incentivo e um começo para melhorias no relacionamento amoroso. Se ambos os parceiros resolverem continuarem juntos, o momento é para reavaliar o que está bom e o que precisa melhorar na relação. Muitas vezes, uma traição até ajuda a levantar a rotina do casal, já que a pessoa traída repensa sobre as suas atitudes e investe em seu parceiro(a).

Se você decidir contar sobre a traição, saiba que adiar não é uma boa ideia. Confessar sobre a infidelidade cometida deve ser uma atitude que deve ser informada o quanto antes, pois é como se a pessoa prejudicada estivesse sido enganada desde a traição até o momento da confissão. Explique as suas razões e não relate com detalhes. Os homens possuem mais dificuldade em perdoar uma infidelidade do que as mulheres, portanto, esteja preparada para tudo!Fonte: diariofeminino.com

Salvador do Paraguaçu

Salvador do Paraguaçu ou Salvador Roger Pereira de Souza, é jornalista editor fundador do periódico O Paraguaçu em circulação desde 1976. Solteiro (divorciado) é um ambientalista dedicado em defesa do Rio Paraguaçu. Para tanto criou a ONG Fundação Paraguaçu, com a qual promove o Projeto Cariangó, que tem por meta o plantio de 1.0 milhão de árvores nativas na região do médio Paraguaçu e Chapada Diamantina. O projeto conta com a participação de empreendedores, muitos voluntários e recebe apoio da Fundação Interamericana - IAF, que firmou o convênio BR-898 com a doação de U$49.0 mil dólares, em apoio a etapa inicial da meta de 1.0 milhão de árvores a serem plantadas em cinco anos. O ano inicial é 2016.

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